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Take us to Bruges

04.08.10
A Maria tem um sonho como deve ser: quer ir estudar para Bruges (é estudar, meter os "corninhos" nos livros, não é ir bater perna nas ruas de comércio, a estoirar o dinheiro que angariou). Mas a Maria, sozinha, não consegue (porque estudar custa dinheiro). Portanto resolveu vender a vida dela toda (menos o gato, que vai com ela). E a Maria precisa de nós. Todos. E se cada um de nós ajudar um bocadinho ela consegue cumprir o sonho dela. O que é que nós ganhamos com isso? Nada, provavelmente. Mas é por isso que se chama "ajudar". Significa dar sem receber nada em troca (além da gratidão da Maria, daqui até à 5ª geração).

Ela aceita tudo: donativos, ideias ou que lhe comprem o que ela vai vendendo (por enquanto são livros).

Portanto, e aproveitando que os saldos este ano não valem a ponta dum corno, 'bora lá pegar todos nuns trocos e ajudar a Maria, sim?

Let's take her to Bruges!!!

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E ontem...

03.08.10
... depois do jantar, depois de a S. ter lido uma história à minha filha, depois de a minha filha ter feito uma birra porque não queria que a S. se fosse embora, eu fui arrumar a cozinha e ele foi levá-la a casa. Voltou uns 40 minutos depois.

Se pensei alguma coisa?

Pensei: no que é que ia almoçar hoje, no que é que vamos fazer nas férias, em como é que vamos arranjar tempo para ir para a praia e para arrumar de uma vez por todas os roupeiros lá de casa...

Se pensei que, naqueles 40 minutos, eles pudessem estar enrolados dentro do carro?

Não. Óbvio. Porque o conheço e confio nele. Porque a conheço e confio nela. E porque sei que nenhum dos dois tem o mínimo interesse nisso nem a mínima razão para se enrolar com o outro.

Se me custou que ele a tivesse ido levar a casa?

Não. Era para ir eu, mas convenci-o a ir antes ele. Porque eu precisava de arrumar a cozinha e porque estava um frio que não se aguentava.

Não tenho sangue de barata. Mas sou crescidinha o suficiente para saber com o que posso contar e, acima de tudo, para saber que, se me chateasse com a situação, teria dois trabalhos: chatear-me e deixar de estar chateada. Nestas coisas dos ciúmes e das possessões a única pessoa que sofre é mesmo quem tem os ciúmes e é possessivo. Porque gasta energias a pensar em coisas que são perfeitos disparates, faz filmes e acaba por sofrer sozinho. Porque o outro - quando não há motivos para ciúmes - continua a fazer a sua vida normal, já que não está a fazer nada de mal. Nestas coisas acredito mesmo que 90% das "cenas" só existem na cabeça de quem é ciumento. E ser ciumento dá MUITO trabalho, muita dor de cabeça... E é uma perda de tempo total. Porque o tempo que se gasta a fazer filmes pode ser gasto de mil outras maneiras, todas bem mais proveitosas e agradáveis...

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Hoje

02.08.10
Para o jantar:

Salada de melancia com feta e manjericão
Sopa de peixe
Mousse de morangos

E ela, a ex-namorada dele*. Minha amiga. Nossa amiga.

[Gosto de dizer isto assim como quem diz "hello, lá porque eles andaram a comer-se (e estiveram apaixonados e planearam uma vida juntos) durante 4 anos não quer dizer que não sejamos civilizados e que não possamos ser amigos. O passado é passado. E eu também tive outros namorados além do meu marido. E para mais gosto dela. Não quero saber se andou 4 anos com o meu marido ou não. Gosto dela, ponto".]

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O lado bom

16.07.10
Há sete anos e um mês (isso mesmo: sete anos mais um mês) saiu uma reportagem sobre blogs na Visão. Na altura eu trabalhava em Alvalade, numa sub-cave com um jardim porreiro, com uma equipa de quem ainda hoje sou amiga, para um patrão que ainda hoje me liga para saber se eu estou bem e a quem eu ligo para saber se está bem. Acho que isto diz muito da empresa em questão. Adiante.

Era quinta-feira, o meu colega Filipe comprou a Visão, eu folheei e parei na reportagem sobre os blogs. Não fazia a mínima ideia do que era aquilo mas, curiosa como sou, quis ir ver, experimentar. E nasceu uma coisa chamada "O outro lado da lua". Durou não sei bem quanto tempo. Mas um dia, já não sei porquê, mudei e nasceu o "Boneca de Papel". Que durou até o lado mau da blogosfera - a gentinha energúmena, desocupada, inconsequente e essencialmente parva - me começar a atazanar dia e noite, como se não tivessem vida para além daquilo. Nasceu assim o "Lady Samurai", privatizado, sossegado e tranquilo como era suposto. Depois, quando surgiu a minha filha, criei um outro blog onde registei todo o percurso, todas as ansiedades, todas as certezas, todos os momentos. Depois, cansada do discurso exclusivamente maternal - eu, que não sou exclusivamente mãe -, resolvi mudar de novo e foi assim que nasceu este blog.

Sou a mesma pessoa que, movida pela curiosidade, criou "O outro lado da lua". Mudei, claro, nestes sete anos, como toda a gente muda em sete anos. Deixei de viver com os meus pais, vivi sozinha 4 anos, bati com a cabeça nas paredes mil vezes, ri, chorei, desesperei, fui muito feliz, tive uma filha, casei, tenho outro filho a caminho e de maneiras que é isto. Mas, no essencial, sou a mesma pessoa que era quando tudo começou.

Acontece que o blog (chamo-lhes "o blog" porque, apesar de terem sido vários, para mim é como se fossem apenas um) também me trouxe coisas muito, muito boas: as minhas melhores amigas, pessoas que conheci e que me ensinaram muito, pessoas que, não tendo conhecido pessoalmente (ainda), me dão mais amizade do que muitos amigos do mundo dito real.

Uma dessas pessoas, em particular, teve hoje o mérito de mudar o meu dia. Uma lembrança enviada, um texto a acompanhar. E foram essas palavras que me tocaram. E é por isto, pelos gestos de carinho, pela amizade, pelos sorrisos, que escrever num blog continua a valer a pena.

Por isso, muito, muito obrigada, Filipa! Do coração!

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Distâncias

02.07.10
Não sei se é da maternidade ou se é de outra coisa qualquer. Mas às vezes acho que há um fosso enorme entre mim e as minhas amigas-sem-filhos, que fazem com que não me apeteça partilhar com elas N coisas que me apetece partilhar com as amigas-com-filhos. E tenho (mea culpa) muitas vezes aquela sensação paternalista de olhar certas atitudes e comentários meio de lado. E, demasiadas vezes, reviro (apenas mentalmente) os olhos e suspiro um "pfff" (também mentalmente). Outras vezes (demasiadas, também) não tenho paciência para muito do que se passa nem para muito do que se conversa. E acho mesmo que a culpa é do grau de diferença que têm as nossas vidas e as nossas realidades.

[E há vezes em que não tenho mesmo paciência. E há atitudes que me magoam. E há coisas do presente que, por mexerem com coisas do passado, me dão raiva e me fazem pensar muito ao lado do que eu acho que seria normal e desejável. E sim, o problema é meu. E não, não trocava o meu "problema" por um melhor entendimento do mundo delas. Porque isso implicaria que o meu mundo fosse diferente. E eu não troco a minha realidade de marido e filhos e trabalho e problemas rotineiros por nada. Se calhar chama-se parvoíce. Ou talvez se chame maturidade (e sim, tenho amigas que são uns aninhos mais velhas do que eu a quem falta crescer um bom bocado).]

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Sad times

05.06.10
Porreiro: uma das minhas melhores amigas vai-se embora (são só três meses, passa a correr) para o Brasil e eu não me despedi dela. Na verdade, sou tão boa amiga que não sei sequer o dia e hora exactos a que ela parte (às tantas já está a meio do oceano). Estes três meses metem férias. Bom, na verdade nem é isso que faz uma grande diferença para mim porque, ao contrário da nossa outra amiga, não tenho um mês seguido de férias e as minhas férias repartem-se entre uma semana em casa, a fazer praia ao fim da tarde, e uma semana na terra dele, a olhar para as paredes. Mas tenho uma semana de férias a solo pelo meio e nessa sim, daria para alguns programas. Não vai ser assim. Três meses demoram. Saudades. Quando ela regressar vamos estar diferentes. Ela, certamente bem mais bronzeada. Eu, oh well, não interessa...

Vou ter saudades tuas. Mas não andes por lá a contar os dias que faltam para regressares. Aproveita mas é. Love u.

Adenda: já sei quando se vai embora e vou ter tempo para me despedir. Menos mal...

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Eu NÃO fui...

04.06.10
... ver o SATC2. Porquê? Porque tenho uma filha. Porque tenho um marido para quem não há feriados e que tem que trabalhar todas as semanas, 5 (às vezes 6) dias. Porque tenho uns pais que têm vida própria e que não podem (nem devem) facilitar-me sempre a vida.

Ontem teria ido ver o SATC2 se os meus pais pudessem ter ficado com a cria. Não puderam. Eu não insisti. Porque sei que a minha maior responsabilidade é para com a minha filha e não posso (nem quero, tão pouco) abdicar disso.

Teria gostado de ir? Sim. Mas não fui. Foram elas. Paciência. É mesmo assim. É nestas alturas que eu sinto quão diferente é a minha vida. Não é melhor nem é pior. É diferente. Posso não ter margem de manobra para ir a todos os lados onde quero ir. Mas tenho uma pessoa pequenina que todas as manhãs me esmaga com beijos e que não se cansa de me dizer "eu adoro-te muito, mamã". E não troco isso por SATC nenhum. Nem por saída nenhuma. E se tiver que ficar "presa" em casa pelos próximos 16 anos, fico. Sem problema. Porque, para mim, a minha filha é mesmo o mais importante do mundo. E não, não temos a mesma liberdade antes e depois dos filhos - e atenção que eu sou daquelas que não tem problema nenhum em deixá-la a dormir nos avós para ir sair com o marido. As coisas mudam. As prioridades mudam. E nem sempre quem está de fora e não tem filhos entende, é um facto. Entenderá um dia, quando passar pelo mesmo. Até lá, pode achar que é capricho de quem tem filhos, esta coisa de termos que nos sujeitar a horários que não são os nossos, mas sim os de pessoas pequeninas e dependentes. É assim a vida. É assim a minha vida. E estou muito bem assim.

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Good mood

11.05.10
Hoje acordei assim, de sorriso posto na cara e ânimo lá em cima. Nem a hora e meia que perdi no Centro de Saúde nem a espera para me destrancarem o carro foram suficientes para me queimar a disposição. A coisa melhorou mais ainda ao almoço: sushi, boa conversa com a minha querida amiga Pipa, a little bit of shopping (ela, que é gira que se farta, comprou um vestido absolutamente divinal, que lhe fica a matar) e o regresso pela Marginal, com o sol a dar-me na cara. Podia ser melhor?

(Não. Mas pode manter-se assim tudo lá em cima, logo à noite...)

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Para quem não conhece...

14.04.10
Apresento-vos a Filipa Martins. Uma escritora como deve ser. Também é jornalista. E escritora, já disse? E das boas. Isto sim, é uma boa jornalista-escritora. Vejam. Vale a pena.

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Leve

07.04.10
É como me sinto agora, depois de ter ido fazer a inscrição para doadora de medula. Fui com ela. Demorou 10 minutos (e foi este tempo todo porque eu quis dar sangue - e afinal não pude). É a coisa mais simples do mundo: chegar, preencher uma ficha, responder a duas ou três perguntas, esticar o braço, sentir uma picada, pôr um penso rápido, levantar e vir embora. E não consigo perceber porque é que só fiz isto agora. Estúpida.

(Miúda, vamos combinar almoço!!)

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...

05.04.10
As palavras engasgam-se. Não sai nada. Nada do que se possa dizer ajuda. Não sei o que é passar por aquilo. Não faço ideia do que sente quem perde um filho, um irmão, um neto. Não sei. Sei o que é perder um avô, mas não tem comparação, acho. Mais do que isso, não imagino o que será a angústia de viver anos (ou meses ou dias, não importa) com o fantasma do cancro a rondar. Não sei o que é, e espero nunca saber.

Mas sei que tenho pena de não ter conhecido a N. Porque às vezes precisamos de uns banhos de realidade, de umas wake-up-calls que nos ensinem alguma coisa, que nos façam dar mais valor à vida. E com a Me e com a história de vida da N. aprendi a fazer HOJE, a dizer HOJE, a viver HOJE. Porque acho que mesmo das coisas más há que retirar sempre o que há de bom. Mesmo que doa.

E da Me, continuo a dizer o mesmo: que coragem... que lição de vida... Obrigada por fazeres parte da minha vida. E por me deixares fazer parte da tua.

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Fórmulas perfeitas

24.03.10

E as amigas. E a conversa. E o Bairro. E o fado. E a Amy. E o António. E a voz do António. E as amigas. Quatro horas perfeitas.

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Quando Marte alinha com Júpiter...

16.03.10
... acontecem improbabilidades. Uma conversa com uma pessoa improvável resvala para um assunto improvável. E lá ao fundo, na nossa mente, começa a formar-se uma imagem... que fica cada vez mais nítida. E pensa-se... mas que raio... porque é que esta conversa está a acontecer? Qual é a probabilidade? Qual é o propósito?

Acusam-me, a mim e aos da minha "espécie", de ser visionária, de antecipar tudo com alguma antecedência. E eu espero sinceramente que seja mais uma vez o caso. Que eu tenha sido a primeira a ver o que mais tarde toda a gente vai ver.

Não é fácil (mas é giro). Playing the Cupid, I mean...

E agora que já mexi os cordelinhos que tinha que mexer, vou escolher o meu lugar ali, algures na primeira fila, e ficar a assistir. E se Marte se tiver alinhado com Júpiter... há-de acontecer magia...!

[E mais uma vez se prova: eu quero tanto que tu sejas feliz, tanto...]

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Para ti

01.03.10
A minha melhor amiga faz hoje anos. Trinta-e-três. Não parece. Há alturas em que parece ter mais, quando se deixa consumir pelo lado negro. Mas o lado branco prevalece e ela é quase sempre uma miúda que brilha, que parece ter menos uma década que os tais trinta-e-três. Ela nem sempre sabe que brilha e ainda bem. Merece ser muito mais feliz do que é. E embora tenha aprendido a viver tal como vive, não é assim que merece viver. Merece que haja confettis todos os dias a cair do céu e que lhe digam mil vezes ao dia que a amam. Merece cada minuto que vive a sorrir e eu tenho a sorte de a ver sorrir muito mais do que a vejo chorar - embora também aconteça, mas felizmente cada vez menos.

Nem sempre estivemos onde devíamos, nas vidas umas das outras. Mas somos as melhores amigas, as três. O outro vértice está neste momento na Tailândia, mas é como se estivesse cá. Portanto digo-o também por ela, que está longe:

Tu és a melhor. Parabéns!

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Nude

26.02.10
 Foto da Sofia

Ontem, lanche em casa da Li@ (sim, estamos as três de dieta e comemos dois pastéis de Belém cada uma. So what?), para despedida dela (que - cabra - vai 15 dias para a Tailândia - cabra!), para uma "garage sell" sem a parte da garagem e do sell e para um presente de aniversário. Lindo, por sinal.

Ignorem tudo o que é acessório da fotografia. O vestido é meu (não é da Parfois, é da H&M, for whom it may concearn). E é lindo. E serve-me, que já o experimentei. E a minha filha gostou muito. A acompanhar, uma pulseira linda, no mesmo tom.

E descobri o baton que vai bem com isto. Estava lá em casa e eu nunca tinha olhado para ele. Hoje olhei. E fica assim.


Se calhar devia mostrar o resto da maquilhagem para se perceber melhor, mas não me parece...

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Distância

17.02.10
Minha querida Catarina,

Eu adoro-te e tu sabes disso. Mas não posso estar muitas vezes ao pé de ti. É que, depois do último almoço já fiz cupcakes (resisti à tentação das coberturas, mas só porque os fiz ontem já demasiado tarde), já andei a pesquisar cupcakes para fazer como deve ser, meti-me a ver as receitas da Martha Stewart, imagina, continuo a sonhar com a mousse ex-gelado de papaia, ando a navegar no site da Nigella e a pensar que bom, bom era ter mais tempo livre, para poder cozinhar e fazer uma data de outras coisas que tu me inspiras. Malvada!

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Lets be who we are not

17.02.10
 Foto: Lia
Audrey Hepburn vezes três. Ninguém nos perguntou quem éramos. As luvas tingiram-nos as mãos. As penas das luvas chegaram a casa a tresandar a fumo. A Sofia dançou descalça - aventurou-se em saltos demasiado altos e olha. A Lia estava muito Audrey Hepburn, principalmente a partir do momento em que pôs os óculos escuros. Pena não ter levado o gato amarelo, que se chama simplesmente Gato, tal como o gato amarelo da Holly Golightly se chama Cat. Eu estava em overdose de música de merda. Juro sempre que nunca mais me meto em coisas que envolvam o "Cidádji Márávilhósa, chêia dji incantuis miu" mas vou sempre lá bater. Meia hora antes de nos virmos embora começou finalmente a dar qualquer coisa levemente aparentada com música mais ou menos dançável. Mas, para desgosto da Sofia (que parece a mais nova das três), não aguentei mais. E mesmo assim precisei do dia seguinte inteiro a dormir para me conseguir manter de pé, sem palitos a segurar as pálpebras. Foi bom. Não por ser Carnaval, mas porque estivemos as três juntas a dançar, coisa que aconteceu a penúltima vez na minha despedida de solteira e, antes disso, aí em 2005. A próxima saída a três terá obrigatoriamente que ser para um jantar no Bairro. E nada de saltos altos quando isso acontecer, ouviu, menina Sofia?

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De já não ter vinte anos...

17.02.10
Ir sair segunda-feira à noite, por três horas, e precisar de um dia inteiro para recuperar. E não andei aos pulos feita doida, não apanhei nenhum pifo, nada, nadinha. Saída normal, de amigas. Coisa lixada...!

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Na rua do Monopólio

15.02.10
Fui almoçar à Rua do Monopólio. A uma das ruas do Monopólio, melhor dizendo. Apaixonei-me pela porta azul e pelas escadas estreitas. E pela casa da Catarina. Apetece abraçar cada parede. Sabem aquelas casas em que se sente que quem lá vive é feliz? Foi o que senti na casa da Catarina. E depois a "Julie" em potência: folhado de maçã com presunto e rúcula, risotto de cogumelos, mousse (ex-gelado) de papaia com coulis de morango (o crepe com chocolate era do pingo doce, mas só ficou bom porque levou coulis de morango por cima).

Pequeno passeio pelo bairro com ida a uma loja-casa-de-bonecas, onde comprei finalmente umas formas para fazer cupcakes (já sei: vou ao site da Martha Stewart e vejo as receitas). Gosto tanto da Catarina e das horas com a Catarina!! (Obrigada. Depois mando-te a conta da Dieta10). 

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Against all odds...

09.02.10
... convenceram-me (mas ainda só estou convencida a 70%) a tirar os corninhos de casa na noite de Carnaval. Mascarada, ainda por cima (desta parte estou convencida a 3,7%). Não me apetece. Mas quando elas pedem... que fazer? É para isso que servem as melhores amigas do universo: para nos levar a fazer coisas que não nos apetece fazer - mas aposto que nos vamos divertir pa caraças e que vai valer a pena... quanto mais não seja por ver os restantes mascarados a apalhaçar...

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Momento "nha-nha-nha-nha-nha"

20.01.10
Hoje sei os Today's Details dela antes de vocês todos... E tudo o que vocês possam achar da elegância desta menina está a anos-luz da verdade! Ela é muito mais elegante, muito mais classy do que possam imaginar. "Ah e tal, mas ela parece sempre tão elegante nas fotos!". Ao vivo é ainda mais! E super, super-simpática!

Adorei o almoço, V.!

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Amizades com distâncias

19.01.10
Tenho pena, tanta, de não viver perto da M., que nem conheço pessoalmente, apesar das horas que passamos a falar, dos segredos, dos desabafos, das alegrias, de tudo. Sei que, não fosse a distância, seríamos boas, muito boas amigas. E mesmo com a distância somos. Mas hoje sinto que devia estar lá, para um almoço na Foz e um abraço apertado.

Gosto de ti, miúda!

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Das amizades

04.01.10
Como em tudo, há que saber escolher. Há que estar atenta aos sinais, à intuição, ao sexto sentido (ou chamem-lhe o que quiserem). É lá que está a diferença entre as pessoas de quem poderemos ser amigas e as outras de quem não vale a pena ser-se nada, amiga muito menos.

Eu tenho uma sorte do caraças com os amigos que a vida me deu. Tanto assim é que, além de tudo o que os amigos fazem por nós, eu tenho amigas que fazem quilómetros para vir almoçar comigo (M., posso engavetar-te nos amigos, não posso?) e que ainda me trazem bolo de cenoura para o lanche (bolo de cenoura é light. Cenoura é salada, logo o bolo é light - amei a teoria, C.).

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Bimby-power

03.11.09
Alguém interessado em comprar uma Bimby ou em ter uma demonstração lá em casa? A minha amiga que é vendedora está disponível. E é uma querida. E faz umas coisas com a Bimby que são de chorar por mais...

Via mail (marianne.notsofast@gmail.com) ou nos comentários.

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Spoil

30.09.09


As três amigas do costume. A nossa amizade começou em pleno auge da era "Sexo e a Cidade", mas acho que hoje somos muito mais "Lipstick Jungle" que outra coisa.
Elas, umas queridas, ofereceram-me como prenda de casamento uma sessão fotográfica em estúdio, mas claro que não fazia sentido nenhum ir eu sozinha! Transformámos uma das nossas usuais LJ sessions num momento divertido, elegante e disparatado e o resultado... logo se vê.

Isto somos nós à frente do espelho da zona de maquilhagem. Antes, ouviram-se uns 500 disparos da máquina. Foi muito giro. E são também estes momentos que nos unem ainda mais...!

Obrigada, girls!!

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Das coisas e das pessoas

25.05.09
Felizmente aprendi com o tempo a perdoar e a esquecer. Aprendi igualmente a pedir desculpa quando erro, a assumir os meus erros e a não fingir que não é nada comigo. O meu orgulho cabe-me no bolso e é lá que o coloco muitas vezes (sempre que necessário). Não guardo mágoas, nem ressentimentos, nem espinhas atravessadas na garganta. Não engulo sapos, nem bois, nem nada que se pareça.

Há uns anos errei com uma pessoa de quem era amiga. Cortou-se a relação; passado algum tempo (o tempo que levei a digerir a situação, visto que não fui só eu quem errou, nem quem magoou), pedi perdão pelos meios que tinha disponíveis e dei a minha parte por encerrada - fiz o que podia para sanar a situação, com humildade e com vontade de resolver de uma vez por todas o problema. Não obtive resposta. Não me chateei com isso: cada qual sabe de si e eu não posso exigir aos outros que tomem as mesmas atitudes que eu.

Este fim-de-semana surgiu a situação que nos colocou novamente frente-a-frente. Ou antes, frente-a-costas. Porque eu olhei de frente, mas viraram-me as costas. E eu, que já tinha feito o que havia a fazer, achei por bem esperar e não agir. Afinal de contas, não posso exigir que do lado de lá haja perdão nem esquecimento. A atitude magoou-me mas serviu para enterrar o tema. Não voltarei a pensar nele nem a esperar resolver o que quer que seja. Porque perdoei e não fui perdoada. Isso não faz de mim pior pessoa - bem pelo contrário.

Mas fiquei feliz por voltar a ver a pessoa em questão. Mais adulta, mais segura, mais feliz. E sei que, no meio do mal que fiz, servi para que a pessoa hoje seja como é. Perdi uma amiga e realmente quem ficou a perder fui eu. Ela ganhou estofo, auto-estima e segurança. Acho que o destruir desta amizade serviu para que ela aprendesse e melhorasse e fico feliz que assim seja. Custou-me uma amiga, mas quem ganhou foi ela. Ainda bem. Porque eu já estava bem antes e continuo a estar bem agora. E, com o assunto morto e enterrado, sigo em frente como sempre fiz. Sem achar que lhe devo alguma coisa, sem achar que podia ter feito mais isto ou aquilo. Fiz o que podia fazer. O resto não estava nas minhas mãos. E estou feliz por não ter a angústia de uma situação por perdoar e por esquecer. Não sei se o outro lado dormirá tão tranquilo como eu, mas não é problema meu...

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Weekend

25.05.09
Sexta saí do escritório rumo a casa. Pedi dispensa das minhas funções caseiras por umas horas e meti-me na cama. Acordei às 21h, já mais recuperada do choque.

No sábado tive o jantar de aniversário de uma amiga. Grupo grande, heterogéneo, com uma data de gente que eu não conhecia e que, claro, foi a minha vizinhança no jantar (o soulmate ficou em casa...). O plano era ir para uma discoteca, mas entre falar-se disso e sair-se do restaurante, o tempo que distou chegou para eu desistir da ideia e ir para casa.

Domingo houve almoço em casa de um casal amigo. A meio da tarde deu-nos o sono e voltámos à base. Dormimos até às 20h... depois claro que não tínhamos sono e ficámos a ver o "A Paixão de Shakespeare" até às três da manhã...

Boa semana para todos! Vemo-nos por aí...!

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Retemperada

30.04.09
Ontem, depois de jantar à pressa e de me chatear com ele por causa de um detalhe do casamento do irmão dele, fui ter com as minhas miúdas. Fui buscar as sandálias e a mala da S. emprestadas e acabei por ficar com elas à conversa durante uma hora. As três, sentadas no sofá, com uma manta por cima, fotos na mão, revistas femininas que se foram lendo na diagonal... Tão bom! É sempre tão bom poder conversar com quem nos entende, não nos recrimina, ainda que não concorde connosco e nos diz sempre, sempre o que pensa. Elas sabem: adoro-as!

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Instalação

24.04.09
Ontem, para descomprimir, fui beber um copo com uma amiga. Passámos no LxFactory - que não conhecíamos e que adorámos - e deparámo-nos com esta instalação da Joana Vasconcelos na nova Ler Devagar. Dali seguimos para o Piazza di Mare, onde cometemos o pecado da gula (e pusémos o colesterol aos pulos) com um crepe de caramelo e chocolate e outro de doce de ovo e framboesa. Soube-me tão bem sair este bocadinho... Percebi que ando a passar demasiado tempo em casa!

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Ombro

21.04.09
A parte boa das amizades é que se ganham ombros extra. Os momentos bons das amizades são os que menos importam, na verdade. Quando o nosso mundo nos foge de debaixo dos pés é bom saber que temos rede e que não vamos cair desamparados; é bom saber que há quem nos atenda telefones às três da manhã, que há quem nos ouça sem nos criticar e que há quem não diga nada quando não há nada a dizer.

Eu já precisei de amigas assim - e tive-as lá. Hoje é a minha vez - e tu sabes que tens em nós mais 4 ombros para ti. Seja lá a que horas for!

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