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Da contenção alimentar

22.03.13

Ao pequeno-almoço bebo um copo de leite magro ou um batido de fruta, como cereais de fibra ou uma fatia de pão integral com manteiga magra e fiambre de peru. Também acontece comer duas tostas integrais só com manteiga. Bebo dois cafés antes de almoço. Bebo chá verde. Vou ao ginásio. Volto e almoço arroz integral com carne grelhada, peixe grelhado, delícias do mar ou uma salada qualquer. Bebo mais um café. Lancho um iogurte magro e uma tosta, ou um batido, ou um copo de leite. Bebo mais chá. Janto sopa ou carne ou peixe sem molhos, acompanhada de salada ou de legumes salteados. Vou-me deitar. Se fico a ler até tarde, e dependendo do leite que já bebi durante o dia, forro o estômago com mais um copo de leite ou com um iogurte.

 

Tem sido assim esta semana. Já tive picos de fome que, na verdade, não são fome, mas sim ansiedade. Sim, a minha inimiga número um é ela, a ansiedade. Vou tentando gerir a coisa. Como tenho noção do problema, foco-me na solução, auto-acalmo-me, desvio a cabeça deste pensamento.

 

Hoje pesei-me. Menos meio quilo (mais um bocadinho, acho, que a minha balança não é digital). E o resultado? Um hiper sorriso. Vou devagarinho, mas vou. Hei-de chegar lá, onde quero. Se calhar não demoro dois meses, demoro quatro. Mas hei-de conseguir...

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9 comentários

De Anónimo a 22.03.2013 às 14:11

Marianne, o ideal e termos uma alimentacao saudavel e e combatermos a vida sedentaria que o estilo de vida moderno a tanto nos obriga. Combatermos a nossa natureza (seja ela gorda ou magra) pode tornar se uma luta deprimida e sem fim. Temos que estarmos bem connosco e sermos saudaveis... Bjx e continua a escrever assim :)

De Lénia Rufino a 22.03.2013 às 16:32

Errr... vida sedentária? Não tenho. Faço ginásio entre 4 a 6 vezes por semana. Limpo uma casa de alto a baixo. Tenho dois filhos em idades, vá, exigentes. A minha natureza não é gorda (nem eu nunca disse que me acho gorda no sentido da obesidade mórbida) nem magra (mas tenho pena, confesso).
A parte de nos sentirmos bem connosco, seja qual for o estado em que estamos, é muito bonita mas é irreal. Pelo menos comigo. Eu preciso de caber na roupa que tenho porque não posso comprar roupa nova. Preciso de me reconhecer quando me vejo ao espelho. E o que eu vejo não são estes 65kg. São os 55-58 que tinha antes de ter filhos. É utópico querer voltar a este peso? Talvez. Mas não é utópico querer aprender a comer melhor, querer melhorar o meu estilo de vida. Porque, no limite, isso é capaz de me garantir mais uns aninhos a cirandar por aqui e isso é ideia que me agrada. Quero ver se chego a netos. E se um dia for uma avó enxuta, tanto melhor. ;)

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