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Coisas que toda a gente deve ler antes de morrer

30.12.09
(Seguindo a sugestão da Butta - e há que dizer que vocês são uns leitores do caraças (no bom sentido) que me dão umas ideias/sugestões brilhantes every once in a while -, cá vai...)

Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago - porque é um soco no estômago, porque nos mostra quão baixo pode descer a raça humana, quando o que conta é a sobrevivência. Continua a ser, anos e anos depois, livros e livros depois, o meu livro preferido.

Morreste-me, José Luís Peixoto - porque é pura poesia e dor e mágoa e saudade e muito pouca gente escreve como o José Luís Peixoto.

A Sombra do Vento, Carlos Ruíz Zafon - Porque há um encantamento especial neste romance. Quem ama Barcelona passa a amar ainda mais e quem não conhece fica com o bichinho instalado...

A Um Deus Desconhecido, John Steinbeck - Um clássico brilhante.

Trilogia de Nova Iorque, Paul Auster - não é um livro fácil, mas é Nova Iorque e é a essência da raça humana que está ali esplanada.

A Casa Quieta, Rodrigo Guedes de Carvalho - Porque é tortuoso, pouco óbvio e acaba por ser um desafio.

Memórias de Uma Gueixa, Arthur Golden - Sublime, poético. Um romance que se passa num mundo diametralmente oposto ao nosso mas se calhar bem mais parecido do que possa aparentar...

Os Pilares da Terra, Ken Follett - Isto é épico. É fascinante a forma como se entra na história, que se passa na idade média, e se vive aquilo como se estivéssemos lá dentro.

Este é o Meu Corpo, Filipa Melo - Cru, duro. Muito, muito bom.

O Deus das Pequenas Coisas, Arundhati Roy - Mais um soco no estômago, desta vez dos lados da Índia...

A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera - Uma história de amor intemporal, daquelas que marcam (e que eu me esqueci de nomear, por isso, obrigada Miss Strawberry!!).

Um Amor Feliz, David Mourão-Ferreira - Mais uma história de amor. Li este livro demasiado nova para o ler (tinha uns 18 anos) e sinto que, quando o reler, vai ser tudo novo. Mas mesmo assim ficou marcado porque é magistral.


Há mais livros que são brilhantes mas que, pronto, se se morrer sem os ler, paciência. E aposto que se voltar a este post daqui a um ano terei com certeza alterações a fazer... (2010 será o meu ano dos clássicos. Quero ler o "Anna Karenina", o "Guerra e Paz", o "Crime e Castigo" - tudo de autores russos -, "O Nome da Rosa", o "Ensaio Sobre a Lucidez", "As Intermitências da Morte", "O Ano da Morte de Ricardo Reis" e o "História do Cerco de Lisboa"... tudo coisas fáceis, portanto... O que vale é que já sei que, destes, acabo por só ler um ou dois e o resto hão-de ser coisas que comprarei entretanto...).

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14 comentários

De Marianne a 30.12.2009 às 12:46

Merenwen, o Ken Follett começou a sua carreira como escritor de livros policiais. "Os Pilares da Terra" está a anos-luz de ser um policial... Acredita, vale bem a pena!

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