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05.04.10
As palavras engasgam-se. Não sai nada. Nada do que se possa dizer ajuda. Não sei o que é passar por aquilo. Não faço ideia do que sente quem perde um filho, um irmão, um neto. Não sei. Sei o que é perder um avô, mas não tem comparação, acho. Mais do que isso, não imagino o que será a angústia de viver anos (ou meses ou dias, não importa) com o fantasma do cancro a rondar. Não sei o que é, e espero nunca saber.

Mas sei que tenho pena de não ter conhecido a N. Porque às vezes precisamos de uns banhos de realidade, de umas wake-up-calls que nos ensinem alguma coisa, que nos façam dar mais valor à vida. E com a Me e com a história de vida da N. aprendi a fazer HOJE, a dizer HOJE, a viver HOJE. Porque acho que mesmo das coisas más há que retirar sempre o que há de bom. Mesmo que doa.

E da Me, continuo a dizer o mesmo: que coragem... que lição de vida... Obrigada por fazeres parte da minha vida. E por me deixares fazer parte da tua.

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