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Vem aí o Natal...

12.11.13

Numa das minhas últimas idas ao Ikea deparei-me com dois livros infantis. Folheei, li partes da história, olhei para o preço e resolvi comprar.

Cada um destes livros custou €3,99 (porque tenho cartão Ikea Family; sem cartão é €4,99), preço significativamente abaixo da maioria dos preços de livros infantis.
Logo nesse dia comecei a ler "O Ouriço-Cacheiro Sai de Casa". Como a história é grande (são 30 páginas, com muito texto), não li tudo nessa noite. No dia seguinte pediram-me que continuasse a história. Gostaram mesmo muito. E eu também gostei. A história é gira, didáctica, está bem escrita e as ilustrações são fabulosas.
Ainda não lhes li "A Princesa em Busca da Felicidade", mas acredito que vá ter igual sucesso.
Conclusão: tenho que ir ao Ikea antes do Natal... porque estes livros vão servir de presente para as crianças da família (que são as únicas a quem oferecemos presente de Natal, na verdade). 
 

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Ainda sobre os óculos

12.11.13

Estou a adorar explorar os sites de óculos que me mostraram (www.optica24.pt e www.firmoo.com). Que mundo imenso, senhores!!!

 

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Aprender a aceitar

12.11.13

Ontem, assim que acordei decidi que era dia de batom vermelho. Ia vestir-me de cinzento escuro e achei que ficava ali bem um splash de cor. Foi o que fiz. Pus foto no Instagram e no Facebook, como faço sempre que o bendito batom vermelho vê a luz do dia. Fui recebendo comentários simpáticos, em tom de elogio. E para todos arranjei contestação. "És gira", "não sou nada, isto é da maquilhagem". Depois fiquei a pensar. Por que raio é que eu não consigo aceitar um elogio? Por que raio não me limito a agradecer e tenho sempre que desconstruir o que quer que seja que me digam de positivo acerca de mim? Baixa auto-estima? Não acho. Modéstia? Também não.

Acho que estou formatada para o negativo. Talvez por sempre ter tido uma noção demasiado clara daquilo que sou, nunca me permiti olhar para mim como sendo uma mulher bonita. Na minha cabeça não o sou. E sempre que alguém me diz que sim lá vou eu contradizer e argumentar e ser chata nas horas. Podia mesmo limitar-me a agradecer, não é? Mesmo não concordando com o que me dizem, podia calar-me e seguir viagem.

Sou só eu que sou assim? Ou há desse lado mais gente a "padecer do mesmo mal"? Como é que isto se cura? Como é que nos auto-educamos no sentido de aceitar o que temos de bom, de ver em nós pontos positivos em vez de apenas negativos? Que espécie de exercício podemos fazer para chegar ao ponto de aceitar o que somos, mas não de nos pormos num patamar irreal de divindades do Olimpo? É complicado, para mim, encontrar um ponto de equilíbrio e não ser nem demasiado negativa, nem demasiado positiva, mas apenas realista em relação a mim mesma. 

 

[Isto não tem nada que ver com capacidades intelectuais, que não são o que está em causa aqui. Estou a falar somente da imagem que temos de nós mesmas.]

 

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Bom dia!!

12.11.13

Ontem, o jantar fez-se de inovação... e estava tão bom, mas tão bom!!

 

Abóbora recheada com bacalhau e camarão, com arroz de cardamomo
 
Ingredientes para a abóbora
1 abóbora pequena (usei hokkaido)
200gr de bacalhau demolhado e desfiado
Camarão q.b. (usei uns 15 camarões 20/30)
1 cebola
2 dentes de alho
100ml de natas
100ml de Philadelphia
30gr de azeite
100gr de tomate pelado
50gr de pimento
1 colher de chá de caril
sal q.b.
salsa q.b.
 
Preparação
Tirar a tampa da abóbora e assar num tabuleiro durante cerca de 30 minutos, a 170º. No fim, a polpa da abóbora deve estar tenra de maneira a que consiga tirar-se. Deixar arrefecer e retirar a polpa com cuidado para não fazer buracos na casca. Separar as sementes e reservar a polpa.
 
No copo da Bimby, colocar a cebola, os alhos, o pimento, o tomate, a salsa e o azeite. Triturar 5 seg/vel.5. Refogar 5 min/100º/vel.1. Juntar as natas, a polpa reservada, o queijo, o bacalhau, o camarão, o caril e o sal e cozinhar 12 min/varoma/colher inversa.
 
No final, colocar o molho dentro da casca da abóbora e levar ao forno a alourar.
 
Ingredientes para o arroz
1 1/2 chávena de arroz vaporizado ou basmati
1 caldo para arroz
sal q.b.
3 cardamomos
água q.b.
 
Preparação
Ferver a água. Num tacho, colocar o arroz, o caldo, o sal, o cardamomo e juntar a água. Cozinhar até o arroz estar no ponto.
 
[Nota: a receita da abóbora é adaptada de uma receita da Susana Gaspar do blog No Soup For You.]
 

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Boa noite

12.11.13
... E que o vosso S. Martinho tenha sido pelo menos tão bom quanto o nosso! Há.muito tempo que um prato não me sabia tão bem! Amanhã conto tudo (receitas incluídas!)...

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Compensações esquisitas

11.11.13

Todos os meses, no início do mês, separo dinheiro por uma série de envelopes (tenho um para o supermercado, outro para a casa, outro para as contas, para a gasolina, etc.). Há uns meses desapareceu o envelope da gasolina - coisa chata, tendo em conta que tinha lá dentro o cartão de desconto da Repsol. Hoje, a tratar deste assunto, constato que me falta o envelope da casa. Subo a um banco para ver se o pus na prateleira onde tenho os livros de receitas... olho... e encontro o envelope da gasolina. O da casa continua desaparecido.

 

Aqui há tempos reencontrei um relógio que tinha "perdido". Poucos dias depois perdi a bolsa do telemóvel que usava quando ia correr.

 

Há coisa de duas semanas perdi o meu caderno de apontamentos. Estou para ver o que é que vou encontrar a seguir. Mas precisava mesmo de encontrar estas três coisas: envelope da casa, bolsa do telemóvel, caderno. O que é que terei que perder para que estes objectos apareçam?

 

Adenda: o envelope apareceu assim que escrevi o post. Fui arrumar os outros e lá estava ele, sossegadinho no fundo da gaveta. One down, two to go...!

 

Adenda nº 2: acabei de encontrar o meu caderno!!! Num sítio onde não era mesmo suposto estar: no meio dos livros dos miúdos... Two down, one to go... (se eu soubesse que, falando, encontrava as coisas, já tinha falado há mais tempo!!)

 

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"A Vidente"

11.11.13



Consegui finalmente terminar as 21' páginas que me faltava ler (cortesia do baptizado, que terminou ao fim da tarde, e do jogo do Benfica, que impediu que os meus filhos dormissem - demasiados gritos de "Golo" pelo meio e os putos sem dormir -, pelo que ficaram a fazer companhia à tropa que estava de plantão a ver o jogo).


Foi o terceiro livro da dupla que assina como Lars Kepler que li. E foi o melhor, mas assim de longe! Portanto, temos duas mortes e um inspector que está teoricamente impedido de investigar o que quer que seja por estar a ser alvo de uma investigação interna (porta-se mal, leva tau-tau). Depois desatam a aparecer personagens e uma pessoa às tantas não sabe para que lado olhar. De caminho, a personagem que dá nome ao livro só aparece quase a meio... e eu fui arranjando teorias e justificações que sustentassem cada uma das minhas teorias. Mas... acreditem, estava LONGE de imaginar aquele desfecho!! Muito bom, muito bem sustentado.

Agora, pontos fracos: a dada altura, a coisa arrasta-se um bocado. Há ali umas pontas que são do domínio da fantasia e que NUNCA aconteceriam numa situação real. Por exemplo, uma das suspeitas está a ser interrogada no hospital. Entra o tal investigador-que-não-pode-investigar e pede para assistir, promete que não abre a boca e autorizam-no a ficar lá. Depois, a meio, as duas pessoas que estão a fazer o interrogatório saem do quarto e deixam a rapariga, que é suspeita de ter assassinado duas pessoas, sozinha com o investigador-que-não-pode-investigar. Nunca na vida.

Ainda assim, é um daqueles livros que nos prende e que nos intriga. Recomendo!

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Apetecia-me...

11.11.13

... ir de comboio para Lisboa, sair no Rossio e apanhar o Metro até S. Sebastião. Ver gente. Demorar-me. Não posso. (Mas está para breve!)

 

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Óculos

11.11.13

Daqui a bocado vou a uma consulta de oftalmologia (já devia ter ido há uns 2 anos, mas adiante). Os meus óculos estão uma lástima: foram comprados há uns 3 ou 4 anos, numa promoção 2 pelo preço de 1. Os primeiros foram usados durante muito tempo, até deixarem de estar em condições (ou seja, até as lentes estarem riscadas) e foram promovidos a "óculos de dormir" (não, não durmo de óculos... mas leio na cama e acabo por adormecer muitas vezes com eles postos, o que já deformou uma série de hastes). Pus os segundos a uso. Em pouquíssimo tempo ficaram ainda em pior estado: riscadíssimos, claro. Defeito meu, que os maltrato? Não. Defeito da película XPTO (que não é nada XPTO, visto que os óculos são do mais básico que há), que estalou toda. Até os óculos da minha filha, que ela tem há um ano e que andam sempre aos tropeções por todo o lado estão em melhor estado (nem um risco, sequer! Hooray, Multiópticas!). Portanto, éaltura de mudar... e, já que mudo, mudo tudo...

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Coisas boas de estar em casa

11.11.13

Ir levar o meu filho a casa da minha mãe e ficar uma hora a pôr a conversa em dia com ela. Adoro! Apesar das nossas "birras" (chocamos tanto, senhores, tanto!! Mas sempre foi assim, é defeito de fabrico!), a minha mãe é mesmo o meu ombro amigo, a pessoa que eu sei que está sempre lá. É bom falar com ela, é bom passear com ela (já tenho saudades de uma tarde de compras com ela, mas vem aí o Natal e vou matar saudades), é bom ter por perto esta mulher que é a minha mulher preferida.

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Os novos milionários

11.11.13

Na sexta-feira fiquei estupefacta com uma notícia que vinha na contracapa do Correio da Manhã. Segundo dados de um estudo qualquer (não memorizei que entidade fez o estudo), há em Portugal mais 85 milionários do que havia em 2012 (e o ano ainda não acabou). É só de mim ou isto não faz sentido nenhum?? Quer dizer, se o país estivesse em expansão, se não estivéssemos enfiados nesta catástrofe dantesca que é esta crise, talvez eu encolhesse os ombros e não pensasse sobre o assunto. Mas olhando à minha volta, confesso que me revolta um bocadinho saber que há 85 novos milionários "nascidos" em plena crise.

 

E o que é que eu deduzo daqui? O óbvio: há muita gente a sair-se bem à custa do mal dos outros. Os ricos estão cada vez mais ricos e... vocês sabem o resto do raciocínio. Choca-me profundamente ver o país na merda em que está e olhar para o lado e ficar a saber que há 85 novos milonários e que os que já o era aumentaram em não sei quantos porcento a sua riqueza. Que merda de país é este que deixa gente a morrer à fome enquanto há gente a enriquecer à grande? (Eu sei que pode ter sido por mérito próprio e sei que dinheiro atrai dinheiro. Sei isso tudo. Não invalida que me sinta chocada com o assunto.)

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Sobre o trabalho

10.11.13

Chegar a casa e fazer bolos. (E trazer quatro dúzias de ovos biológicos frescos, cortesia de galinhas criadas a tudo menos farinhas cheias de hormonas, para usar nos próximos bolos! Adoro!)

 

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Home, sweet home

10.11.13

Entrar em casa. O cheiro de casa. O melhor do meu dia de hoje!

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A crescer

10.11.13

Ontem, no baptizado, os meus filhos em êxtase. Ela com uma gata pintada na cara (e cheia de brilhantes, daqueles horríveis de tirar!), ele com um tigre a que resolveu chamar leão (o meu rapaz é mega-fã do Madagascar e passa a vida a dizer que é o "Oléks, o Leão... graaaauuu!). Divertiram-se tanto, brincaram tanto, portaram-se tão bem...!

 

Isto foi, sem dúvida, o melhor do meu dia de ontem!

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O melhor do meu dia #2

08.11.13
O melhor de hoje? Uma viagem calma, sem sobressaltos, e uma micro reunião familiar.

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Só para dizer...

08.11.13

... que estou a adorar os dois livros que estou a ler.

Este último, por exemplo, conquistou-me com isto:

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Não sei se terá sido grande ideia...

08.11.13

... pintar o cabelo (de acajou - cor de laranja, portanto) em casa, na véspera do baptizado. Até ver, há pescoço, ombros e testa incluídos no rol de sítios onde a tinta aterrou. Também aterrou no cabelo - menos mal. Mas não sei, não...

 

[Worst case scenario: fico cheia de manchas, mas com isso posso eu bem. Amanhã cai uma chuvada e a tinta do cabelo debota para a camisa que vou levar. E que é branca. Ou vai deixar de ser, não sei.]

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...

08.11.13
Em casa da Catarina há uma regra: não se anda com o calçado da rua, assim que se entra à porta os sapatos saem dos pés.

Ontem, assim que entrei, perguntei se queria que me descalçasse. Sei que não o pediria a alguém que conhecesse mal. E eu não o faria com alguém que conhecesse mal. Fiquei a pensar: isto, esta espécie de intimidade, é coisa de amigos a sério. Quando pedes a alguém que se descalce, quando te descalças em casa de um amigo, estás em casa. Numa casa chamada amizade.

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O que aí vem

08.11.13

Amanhã, um baptizado. E eu aqui em ânsias, cheia de medo das minhas fraquezas e de cair em tentação e de me desgraçar. Falo de comida, obviamente. Ando há quase uma semana muito, muito atinadinha (mesmo: sem doces, sem trigo, sem disparates) e não quero deitar tudo a perder no baptizado. Eu sei, eu sei: um dia não são dias. Mas tenho mesmo que encarar isto como se fosse uma toxicodependente em frente a duas linhas de cocaína: tocar num pozinho sequer é percorrer o caminho da desgraça novamente. Não quero. Custou-me muito mentalizar-me do que tenho a fazer, custa-me muito recusar tudo o que amo comer (doces, doces e mais doces), custa-me muito dizer não. Mas tem que ser. Principalmente agora, que começo a ver efeitos. Não quero mesmo pôr a patinha em ramo verde. Vai ser precisa muita força...

 

[Depois conto como correu...]

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Ainda sobre a greve...

08.11.13

... escreveu o meu marido no Facebook dele:

 

"Vamos lá ver se entendo bem a situação: Um Estado é mergulhado numa crise financeira pela mão de sucessivos Governos irresponsáveis. Fica falido por força, entre outros, de maus negócios, corrupção e acima de tudo por ter atingido uma dimensão administrativa insustentável. Para tentar compor a coisa, outro Governo impõe uma austeridade que faz cair a actividade económica lançando no desemprego uma enxurrada de gente vinda das pequenas empresas privadas que se viram asfixiadas com a falta de receitas, excesso de impostos e difícil acesso ao crédito. Neste cenário, os funcionários públicos (ou os sindicatos?) decidem fazer greve. Perdoem-me a crueza, mas vejo a imagem do rei gordo deitado na "padiola" que é carregada aos ombros pelos escravos mas que já quase não anda. Em vez de fazer dieta ou deitar fora o excesso de peso, o gordo continua a bater nos poucos escravos que sobram de modo a que façam mais força e ele se desloque. É certo que não vão aguentar todos e o desastre é eminente.
Mas como é que eu explico isto aos meus filhos sem eles pensarem que estou bêbado ou maluco?!
Este escravo que assina agradece a vossa explicação."


O meu homem não é de falar muito, mas quando fala... ui!! (E o debate de ideias, nos comentários do seu post, é uma coisa fabulosa: gente de cabeça arejada, com ideias e com uma visão muito certeira daquilo que verdadeiramente se passa neste nosso paraíso (not!) à beira-mal plantado (ou deverei dizer... enterrado?).


NOTA: não estou a ser irónica. 

 

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Sobre a greve de hoje

08.11.13

Eu não sabia sequer que havia greve. Surpreendi-me. Depois pensei "espera, é sexta-feira! Claro que há greve!!" (sim, continuo a achar que uma greve feita a uma sexta-feira perde um bocado a legitimidade e soa mais a fim de semana prolongado do que outra coisa. Também sei que quem faz greve não recebe o ordenado do dia em que faz greve, mas ainda assim...). Deparei-me com um cenário caótico à porta da escola da minha filha: o porteiro (um senhor que é voluntário lá), estava a deixar entrar as crianças uma a uma (são duzentas e cinquenta), mas só depois de cada criança (repito, duzentas e cinquenta) lhe dizer onde é que ia almoçar, porque há aulas mas não há serviço de refeitório. Não sei como é que ele tenciona memorizar onde é que cada uma das duzentas e cinquenta crianças vai almoçar, mas adiante. A minha lá entrou (atrasada, claro, que a fila para entrar estava gigante) e a coisa decorreu normalmente. Não sei se houve professores a fazer greve (sei que a professora da minha filha não fez), não sei se os professores das AECs fazem greve (a de Inglês da minha filha, que é a AEC que vai ter à tarde, não vai fazer).

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Ontem

08.11.13

Reunião em Cascais (ou da falta que um GPS me faz... Perdi-me duas vezes, num percurso simples...). Muitas ideias, muitos desafios, muito trabalho e muita, muita vontade de fazer acontecer.

Almoço em Lisboa, com a Catarina. Tanta conversa posta em dia, tanta! E o pequeno A., sempre na sua boa onda, um doce. É giro ver como eram os nossos almoços antes da dieta (muito McDonald's comemos nós, caraças!) e como são agora: sushi, com dose controlada de arroz e pouca alarvice à mistura! E já que falo em dieta... a Catarina está magra, magra, magra! Gira, sempre foi. Magra que dói! Estúpida de magra!! Vê-se a léguas que se sente em casa no novo corpo que "arranjou". Está radiosa. E linda, a parva!

Depois do almoço, e ainda antes de digerir o sushi todo, fui ao ginásio. Fiz um treino todo baralhadinho. Odeio ir ao ginásio ao fim da tarde. Apanho sempre aquilo cheio de putos, de malta dos esteróides, de gente bombada. Não gosto mesmo, não é a minha onda. Quando quero ir ao talho, vou, não preciso de ir ali, não é? Para ajudar à festa, aquilo estava cheio e eu não estive para esperar por máquinas livres, portanto fiz um bocado de cada coisa e siga. Andei ali perto do vómito - como nos primeiros dias, em que bebia leite e depois ia para lá! -, mas aguentei-me.

Depois, ir buscar miúdos, trazer miúdos, tirar miúdos do carro, acalmar birras e fazer o jantar enquanto o pai lhes ddava banho. Conseguimos jantar cedíssimo (em comparação com o que tem acontecido) mas... senhora dona miúda fez o favor de demorar mais de uma hora a comer. Portanto lá se foi o cedo e o despachanço e acabou por ser um fim de dia igual aos outros todos.

 

Bom, de caminho, e aproveitando o mote da Catarina, junto-me ao clube e passo, de hoje em diante, a celebrar "O Melhor do meu Dia". O selo está ali ao lado e, espero eu, há-de remeter para os posts que digam respeito a este assunto. Começando...

 

O melhor do meu dia de ontem... (bolas, escolhi logo um dia cheio de coisas "melhores" para me meter nisto...) foram as conversas que tive, na reunião, e com a Catarina.

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Introdução ao maravilhoso mundo das tarefas domésticas

08.11.13

Com uma filha a menos de um mês de fazer seis anos (glup!!), tenho-me deparado com uma dúvida: com que idade se deve começar a dar às crianças responsabilidades com tarefas domésticas? A minha já faz algumas coisas (põe a mesa - quando não está perdida no mundo dela, a desenhar coisas -, faz a cama dela, arruma o pijama dela... e é só), mas quero ver se não deixo passar a altura "certa" de lhe atribuir mais tarefas. Quero que ela aprenda a fazer as coisas e quero que comece a alinhar no ritmo cá de casa. Obviamente, a ideia não é "escravizá-la", mas sim educá-la.

 

Ora digam lá de vossa justiça: aos seis anos, o que é que é suposto ela fazer?

 

[Não me lembro com que idade é que a minha mãe me passou um paninho do pó para a mão e me mandou dar conta do que se passava no meu quarto. Mas lembro-me de ser pequena e de o limpar...]

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Hoje

07.11.13

Foi um dia tão bom, mas tão bom... Há muito tempo que não tinha um dia assim: cheio de ideias, de sangue a correr depressa, de possibilidades. E de conversas boas, de trabalho e pessoais. E um almoço maravilhoso com a Catarina. Amanhã conto tudo... Agora vou trabalhar!

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Frente & Verso - como a crise passa pós nós

07.11.13

Verso (o texto da Margarida)

 

Verso

 

Quando a crise começou, mesmo a sério – portanto, em 2009 – eu não vivia em Portugal. Na altura estava no Brasil, a assistir a tudo de fora. Na altura, sempre que falava para cá, diziam-me para eu não voltar. “Na nossa área não há trabalho”. Fiz os planos nessa perspectiva: vinha cá, defendia a minha tese de mestrado, regressava ao final de dois meses e ficava por lá [I wish!].

 

Regressei a Lisboa, duas semanas depois fui chamada para uma entrevista e no dia seguinte à defesa da minha tese comecei a trabalhar. Passei quase quatro anos no mesmo lugar, com direito a um ou dois aumentos – nada de especial, é certo, mas mostrava-me que não podíamos estar assim tão mal. Fazia as minhas duas viagens por ano – é mentira. Houve anos em que fiz cinco – e conseguia aguentar-me.

Os impostos aumentaram, o meu rendimento disponível baixou e eu continuei a complementar o meu salário com trabalhos de free-lancer. Ainda hoje o faço. Há semanas em que trabalho doze horas por dia…é uma seca? É. Mas estou sempre focada. E por isso continuei a fazer as minhas duas ou três viagens por ano – é um vício, sim. Enquanto as conseguisse fazer estava tudo bem.

 

Este ano o cenário começou a ficar um pouco mais negro. Mais subida de impostos e eu a passar a ganhar o mesmo que em 2010. E de repente, uma nova proposta. Que resolvi aceitar, não apenas por razões monetárias. No início do ano fiz uma das viagens da minha vida, durante a nossa lua de mel, e tinha outra grande programada. Não deu, porque entretanto tivemos uma quantidade de revés na nossa vida. No entanto, acabou-se o ‘sufoco’ mensal das contas. Do salário que parecia que estava a acabar ainda o mês ia a meio. E sim, para mim jantar fora, comprar uma peça de roupa ou marcar uma viagem podem fazer, felizmente, parte das ‘despesas fixas’.

 

Por exemplo, este mês vamos a lugares muito giros. Estamos a planear coisas ainda mais giras no próximo mês. Se a crise nos afetou? Sim, claro. Mas somos uns abençoados, e felizmente a vida foi-nos ajudando a dar a volta. E sim, não temos filhos – o que é uma grande diferença no orçamento – e podemos fazer das viagens e dos passeios as nossas prioridades. Se podemos cortar nelas? Sim, mas preferimos cortar em jantares fora ou em concertos do que em viagens. Porque elas nos fazem querer mais e ser mais. Na verdade, fazem-nos abrir os olhos para todo um mundo que não nos chega a este pequeno Portugal, queiramos ou não.

 

Abre-nos horizontes, dá-nos tempos, dá-nos sabedoria, dá-nos vontade de ser melhor. Por isso, sim, o nosso orçamento anual vai continuar a contemplar viagens nas despesas fixas assim nos permita a vida. E graças a Deus – e ao nosso muito trabalho, não tenho dúvidas – temos sido uns afortunados.

 

[A frente sobre este tema, aqui.]

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Feels like heaven #01

07.11.13








Sou apaixonada por cantos de leitura. Já tive um espaço destes cá em casa (obviamente, na era pre-kids... que depois o espaço foi usurpado pela zona de brincar deles e bye-bye reading nook). Era giro: um puff gigante, uma mesa baixa, um candeeiro de pé alto. Também era inútil: eu não lia ali. Sempre li na cama. Mesmo que queira ler a horas que não encaixam no intervalo "antes de dormir", vou para a cama. Mas adoro o conceito e adoro as possibilidades infinitas que há para zonas de leitura. Hoje mostro-vos estas três, duas para crianças e uma para adultos. Adoro. Só de olhar para estas imagens a sensação que me resta é de paz. A-d-o-r-o!


[Nova rúbrica, perceberam bem: os meus espaços preferidos, espalhados pela web. Inspirações várias, doses maciças de boas vibrações.]

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Pecados capitais

06.11.13

Preguiça. Gula. Luxúria. Ira. Vaidade. Inveja. Avareza. É esta a "minha" ordem dos pecados capitais, agora (há uns anos havia ali uns quantos trocados de sítio, mas adiante).

 

A este textos importam os dois primeiros. A preguiça é a minha pior característica, como diz o meu marido (que, como é muito querido, usa a palavra "característica" em vez de usar a palavra "defeito"). É um facto: se eu pudesse viver deitada, vivia. Não podendo, combate-se a coisa. Parece-me que esta parte vai estando mais ou menos controlada (com recaídas, é certo - principalmente ao domingo à tarde, em que só me apetece não fazer rigorosamente nada).

Agora... a gula é do caraças! Oh, pecadinho mais chato, pá! Porque é que uma pessoa não pode simplesmente comer como quem mete gasolina no carro?? Dava-me tanto jeito não ter prazer nenhum em comer e alimentar-me só para evitar cair para o lado... Mas não! Tinha que ser alarve, adorar comer, gostar de cozinhar e, pior, andar a refinar estes dois gostos de ano para ano! Nisto de perder peso é precisamente esta a parte que me custa: controlar o que como, não ceder a compulsões e não passar os dias movida a "é só isto, amanhã já me porto bem". É discurso de drogado, bem sei. E é o que eu sou, só que a minha adição não são pozinhos mágicos e sim... açúcar (que não deixa de ser um pozinho mágico, vá). Eu bem tento, mas passo a vida a fazer como dizia o Oscar Wilde: "a melhor maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedendo-lhe".

 

Bom, mas este processo - loooooooooooongo - vai tendo melhorias de dia para dia. Ultimamente, a minha grande inspiração tem sido a Catarina. E se, por um lado, não consigo fazer exactamente o que ela faz, em termos de alimentação (porque treino mais dias e mais horas do que ela e não quero mesmo ter um fanico), por outro tenho conseguido domesticar-me e, aos poucos, ir tentando encarreirar.

Nos entretantos, parece-me que tenho aqui um problemita de intolerância ao glúten. Estou há dois dias sem ingerir glúten e sinto diferenças. Acho, contudo, que é um efeito placebo-ish qualquer porque, ao que parece, é preciso estar cerca de 3 semanas sem glúten para realmente ver efeitos da coisa. Isto é um mega-desafio. O glúten é uma ceninha "macabra" que está por todó lado! A nossa alimentação é muito baseada em coisas com glúten: pão e massas à base de trigo, principalmente. Eliminar o glúten significa, portanto, ver-me livre de uma data de coisas que não fazem bem nenhum (e não é só pelo glúten): pão (posso sempre virar-me para o pão de milho, mas coisas de trigo e centeio, por exemplo, já eram), massas (nem as integrais se safam), massas folhadas, bolos ditos normais (yay!), etc. Vai ser duro, mas quero mesmo ver se consigo estar os tais 21 dias sem glúten. Depois disso, logo se vê o que acontece. Eliminando o glúten consigo reduzir drasticamente o consumo de hidratos de carbono, coisa que é capaz de se notar nas ancas. Mantenho alguns hidratos, nomeadamente os da fruta, da quinoa e do amaranto, coisas de que sou fã. Ando muito amiga das oleaginosas mas, se antes me dedicava a devorar um pacote de frutos secos num serão, agora um pacote dá-me para mais de uma semana. A minha preguiça não me permite comer tantos vegetais como era suposto: fazer saladas dá uma trabalheira, mas sou fã de esparregado e como muitas, muitas vezes. Ando apaixonada por um lanche que tenho feito todos os dias: um iogurte magro sólido, um bocado de puré de maçã (só maçã cozida em água com canela, depois escorro a água, tiro os paus de canela e trituro a maçã - comida de bebé, sim!), sementes de chia, sultanas ou goji, sementes de girassol, canela em pó e cinco unidades de frutos secos. Delicio-me com isto e tem sido o suficiente para matar a minha vontade de comer doces.

 

Estou cansada desta luta, muito honestamente. Estou cansada de ter uma percentagem de massa gorda que não lembra. Estou cansada de querer controlar-me e de não conseguir. Quase seis anos disto é dose. Pior: seis anos sem conseguir e sem sair do mesmo peso (tirando as gravidezes que houve pelo meio: numa aumentei 12kg, na outra perdi 9kg). Já deixei de prometer que agora é que é e já deixei de acreditar. Vai sendo um dia de cada vez. Como em tudo.

 

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Tenho saudades...

06.11.13

... de não ter que contar cêntimos cada vez que vou às compras. Hoje precisei de comprar roupa para a miúda. Vem aí um baptizado e ela precisava de roupa para o inverno. Vai daí... umas botas, dois vestidos de malha, umas longsleeves básicas, umas leggings, collants e dois cachecóis (que vão ser muito rentabilizados porque também dão para mim!). Logo à noite não a aguento, a querer vestir tudo ao mesmo tempo!

 

[Ah, e, de caminho, experimentei umas calças na Zara. Levei um 38 e um 40 para o provador, a achar que ia zangar-me com o 38 - que nunca me passa das ancas para cima. Comecei logo por aí. Serviu. Yay!! Há seis anos e dois meses que não cabia em calças 38... (Desde os 6 meses de gravidez da miúda, que foi quando deixei de usar as minhas calças normais e passei a usar calças de grávida...]

 

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Come along #19

06.11.13

Um blog: Bolas de Berlim (sem creme)

 

Um post: "Em casa... mas trabalho", no Dias de uma Princesa

 

Um livro: "Mil Sóis Resplandecentes", Khaled Hosseini

 

Uma citação:

 

Um filme: "Um Segredo Muito Nosso", de Dennis Lee

 

Uma música: "Shooting Stars", Bag Raiders

 

Uma receita: Bolo de Iogurte e Pêra, com Limão e Gengibre

 

Uma imagem: Roma

 

Uma ideia: Ideia gira para um jantar de amigos (e não só!)

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Come along!

06.11.13

Outra série que está de regresso aqui ao tasco! Chama-se Come Along e vem já, já a seguir...

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