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O baptizado em imagens

18.12.13

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Um baptizado e um bolo ultra especial

16.12.13

Este fim-de-semana foi o baptizado da pequena Laura. Ainda não tenho fotos (de jeito), quando tiver mostro. Enquanto decorreu a cerimónia na igreja eu fiquei na casa da pequena (e dos pais e dos irmãos), a preparar tudo para o almoço. Fiz bacalhau com natas, creme de legumes, pão de alho, cheesecake de frutos vermelhos, tarte de oreos e limão, bolachinhas decoradas e o bolo. Só tenho fotos do bolo. Foi este:

Sábado também foi o dia em que o Gonçalo da Catarina fez 11 anos (e eu conheci-o com 3 anos e pouco...). Fiz-lhe o bolo de aniversário para a festa com a família. Foi um bolo que me deu um gozo brutal fazer. E foi o primeiro bolo que eu teria pena de partir, se fosse cá para casa. Apenas e só por ter sido o primeiro bolo-boneco que fiz. E é diferente partir um bolo-com-bonecos e partir um bolo que é, ele próprio, um boneco. Felizmente, a Catarina não tem estes problemas e lidou com aquilo como deve ser: é um bolo, parta-se. (Acabei de ficar de lágrimas nos olhos quando li o final que ela deu ao bolo que sobrou...)

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Da festa da miúda

10.12.13

No dia da festa da minha princesa, a minha Lia estava algures em parte incerta e não tive a mestria dela no campo fotográfico. Portanto, as fotos que tenho estão uma valente trampa... But, oh well, deixem-me contar-vos o que fiz e depois logo mostro (ou tento, vá).

Portanto, o tema escolhido por ela foi... "Princesas". Ela ia dizer Disney a seguir, mas eu fingi que não ouvi - não me quis agrafar a uma Rapunzel da vida, que me ia limitar um bocadinho. Nada contra, mas queria uma coisa mais abrangente. Portanto, Princesas, assim no geral.

O bolo foi super simples: red velvet com creamcheese, dois andares, tubos de plástico lá dentro a suster a coisa, andar de baixo rosa velho, andar de cima rosa claro, umas coroas na lateral, no andar de baixo, o nome dela e uns corações no andar de cima, uma princesa no topo. Simples, mas giro (eu sou suspeita, eu sei).

Depois, fiz gelatinas e brigadeiros, em copos individuais. Fiz muffins de laranja e, com o resto da massa, um bolo. Não pus cremes em nada disto. Fiz mini-folhados de salsicha (also known as piglets), cookie pops (bolachas num pauzinho de chupa-chupa) decoradas (que também serviram para recordação da festa, para as amigas, mas, tanto quanto sei, as recordações duraram o tempo das viagens de regresso a casa: foram comidas nos carros!). Também fiz cheesecakes de frutos vermelhos, em copos individuais. Fiz ainda sandwich-pops. O quê?, perguntam vocês? Então, peguei em tortilhas de trigo (as que se usam para fazer os wraps, há várias marcas, nomeadamente da Bimbo, que são as mais baratas e as de que gosto mais), queijo e fiambre e fiz rolos, como se estivesse a enrolar um wrap. Só que depois cortei aquilo aí com 3 a 4cm de espessura. E fechei com pauzinhos de gelado. Ficaram a parecer chupa-chupas! 

Os sumos: tutti-frutti, ice tea de manga e sumo de laranja, cenoura e limão, servidos em jarras de vidro. Houve ainda pipocas doces e salgadas e batatas fritas, que não estavam na ementa, mas que foram pedidas com muito carinho por uma amiguinha da minha filha e, vá, é raro eu resistir a olhos de bambi...

Encostei a mesa à janela, encostei o sofá - que costuma estar no meio da minha sala - à estante dos livros, junto a uma parede, e fiquei com a sala ampla para elas brincarem à vontade. Fartaram-se de andar a correr, brincaram às escondidas, dançaram, pintaram e fugiram do meu miúdo mais novo, que era o único rapaz e ainda por cima bebé! Acho que elas se divertiram... bom, a avaliar pelas lágrimas na hora de se irem embora, eu diria que sim, que gostaram e que se divertiram...

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Espreitadela

06.12.13

Amanhã vai haver disto na mesa...

(E a produção vai acelerada. Do cardápio de hoje, falta fazer o jantar - lulas ainda não sei como -, um cheesecake e decorar o bolo. Aponto para as quatro da manhã, de novo...)
 

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E recomeça o carrossel...

05.12.13

Já fiz as compras para a festa de aniversário da gaiata. A seguir, corte de cabelo na mãe da gaiata, que bem precisa (isto não vê tesoura quase há um ano... e está enorme e já me pesa e estou farta do cabelo comprido. Vou chegar lá com a dúvida: franjo ou não franjo? O Renato decidirá - sim, isto é o quanto eu confio nele! E, para quem ainda não encontrou um cabeleireiro de sonho, só vos digo: Renato, Chill Factory, em Oeiras. De caras!!). Depois, compras de uns acessórios para a festa, eventual beijinho na prima super-grávida (e, com o stress em que já estou, meto dinheiro em como vai ser precisamente quando estivermos juntas que lhe rebentam as águas... e ainda acabo a passar a tarde no hospital!) e regresso a casa, para começar a ronda dos bolos novamente: para amanhã, um bolo de aniversário para uma empresa que faz 10 anos. E tudo para a festa (quase tudo, vá, que há coisas que só posso mesmo fazer no dia).
Isto é uma animação. E ainda bem!!

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Perder o medo

04.12.13

Quando eu era miúda, até aos meus 27 ou 28 anos (e agora que digo isto começo a relacionar as coisas), era intempestiva, impulsiva e destemida. Dava-me na telha fazer uma coisa, fazia. Sem medos, sem "ses", sem nada. Era para fazer, fazia e pronto. Depois veio o medo. Comecei a ser muito menos impulsiva, muito mais cautelosa, muito mais medrosa. Medo de falhar, já vos disse aqui há tempos. E se isso tem lados maus, tem outros muito bons.

É o medo que me congela e me faz duvidar de mim - e eu sei que não devia, sei a teoria toda, mas tenho medo na mesma. É o medo que me impede de arriscar mais, que me obriga a dar um passo de cada vez, em vez de desatar a correr. Mas é também o medo de falhar que me faz ser super-perfeccionista e exigente comigo. Eu tenho tanto medo de não estar à altura que, quando faço alguma coisa, faço com todo o empenho.

Os bolos, por exemplo. Comecei devagarinho, sem grandes invenções. Mas como faço questão de fazer o que me pedem acabei por começar a levantar voo e a fazer coisas cada vez mais complexas. O bolo que fiz para a Maria, há quinze dias, mostrou-me que sou capaz - não me entendam mal: eu sei que sou capaz daquilo e de muito mais... mas há o medo a travar-me, sempre - e fez-me perceber que o medo é dispensável. E eu achei mesmo que tinha perdido o medo. Até ter o bolo da Casa do Gil para fazer.

Fiquei a pensar: é o medo que me atira para a frente. É o medo que me faz fazer as coisas com alma. É o medo que me faz não me importar com as horas que passo em pé, a moldar bonecos, a dar vida aos bolos. Quero que saia tudo perfeito, faço tudo com o máximo cuidado, até chegar onde quero. E, neste sentido, o medo é uma coisa boa. Não me permite contentar-me com o mais ou menos, não me permite fazer tudo sem pensar em nada, só por fazer.

Portanto, já sei que sou capaz de tudo. Mas, perante os desafios que vão surgindo, tremo sempre um bocadinho. E isso não tem que ser mau.

 

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De volta

04.12.13

Ontem foi um dia do catano. Do cansaço extremo à vontade de fazer, com passagem por lágrimas impossíveis de controlar, houve de tudo. Bom, eu explico: tinha dormido quatro horas e precisava de terminar um bolo. Este bolo:

Andei a correr à velocidade que o cansaço me permitiu. Fui para Lisboa, entregar o bolo e participar, enquanto Mummy Blogger, numa acção do Barrigas de Amor na Casa do Gil. Ontem foi o 14º aniversário e nós fomos lá fazer a festa. E eu quebrei. Custa-me imenso ver crianças em situações destas, crianças que justificam a existência de instituições como a Fundação do Gil. Custou-me horrores controlar as lágrimas e, já no final, a dar a entrevista da praxe, não consegui mesmo controlar a coisa... Enfim, o que importa é que os meninos gostaram da festa: houve um duende a contar uma história e depois andaram por lá as mascotes do Barrigas e o próprio do Gil, coisa que os fez delirar e o bolo, tanto quanto me disseram, estava bom.
Voltar a casa foi um suplício. Liguei à minha amiga de todas as horas, a minha mãezinha querida, e pedi-lhe que me fizesse companhia no regresso a casa, sob pena de adormecer a conduzir e acabar espatifada contra um rail. Depois, já com os miúdos no carro, optei pela estratégia de cantar aos berros, com eles a rir à gargalhada e eu a conseguir segurar o sono.

 

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Do cansaço

03.12.13

Quando eu chego ao ponto do "não aguento mais" é grave. Eu queixo-me do cansaço, mas é raro bater na exaustão total, aquela exaustão que nos faz não confiar no nosso discernimento para coisas básicas (no meu caso, se hoje me pedissem para verificar textos, dizia que não conseguia). Esta noite cheguei lá. Às quatro da manhã bati na trave. Não aguentei mais. Quer dizer, aguentava, se tivesse mesmo que ser, mas estava a funcionar aí a 30% - ou seja, o meu cérebro estava a desempenhar funções de sobrevivência e pouco mais. Quando é assim, paro. Não faço mais nada, sob pena de fazer asneira e de depois, já com a cabeça fresca, ter que fazer tudo de novo.

Dormi quatro horas. Mal, cheia de frio, sempre a acordar com medo de me deixar dormir de manhã. Logo à tarde, depois de entregar o bolo de hoje e de fazer o que me compete, regresso a casa, preparo um jantar simples para eles e enfio-me na cama. Preciso de fazer reboot, de recuperar, de acalmar a cabeça. Porque na quinta-feira começam os preparativos para a festinha da minha miúda e vão ser mais dois dias de muitas horas de pé, muito esforço físico (sim, parte da minha exaustão está concentrada nos braços, que me doem mais do que quando fiz o primeiro treino com pesos: amassar e esticar pasta de açúcar não é fácil. E se for para fazer um "lençol" que cubra um bolo que tem 40x30cm (mais a altura), a coisa ainda piora. E, ao contrário do que acontece nos treinos, aqui não há alongamentos (mas devia haver!).

Fica a antevisão do que aí vem (e que vou agora terminar, porque se me encosto adormeço...)

 

Nota: aceitam-se apostas - quantos cafés bebo hoje?
 

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Acabou o reccreio

02.12.13

Deixar a miúda na escola, rumar a casa e fazer uma coisa que raramente faço (coff coff...): um bolo! Grandote, vá...

 

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Seis anos

02.12.13

... de princesa. Está cada vez mais bonita. Suuuuuper-mimada (ups!), mas muito doce. É a minha companhia preferida, já me acompanha em tudo. Está a crescer tanto e é tão bom vê-la tornar-se cada vez mais menina. Faz birras de quem ainda tem um pé na bebezice, mas passam-lhe depressa. Mais ou menos, vá. Se pudesse escolher, teria escolhido exactamente esta filha, com tudo o que ela é, com tudo o que já aprendeu, com tudo o que ainda tem por viver. Sei que é feliz, que é o que me interessa.

E hoje, no dia dela, tem estes mimos da mãe para celebrar...

Parabéns, sardanisca!
 

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Ainda sobre O bolo

25.11.13

Não consigo agradecer pessoalmente a todas as pessoas que se manifestaram acerca do bolo da Maria. Mas quero muito agradecer porque, para quem está a começar, não há melhor incentivo do que este que vocês me dão aqui, no Facebook e no Instagram, quando vos mostro o que ando a fazer (bom, isso e as encomendas a chegar! Também são um incentivo bom!).

 

Portanto aqui fica o meu gigantesco agradecimento a todos vocês que comentaram, que fizeram "like", que me deram força.

 

Muito, muito obrigada. De coração!

 

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Do fim de semana

25.11.13

Entre sexta e sábado estive em maratona de bolo. A Maria fez dois anos e coube-me a honra de fazer o bolo de aniversário dela. Missão assustadora, digo-vos já! Porque era um bolo grande, porque era para a Maria e porque a mãe da Maria é aquela pessoa que tem bom gosto até sei lá onde e que não queria mesmo desiludir.

Mas depois deste bolo, ouçam: venham de lá os bolos de casamento! Estou pronta! Este foi o bolo em que perdi os medos. Aquilo tinha tudo para correr mal: era um bolo grande, de dois andares, coberto com uma pasta de açúcar de uma cor que não existe (e que tive que fazer à mão - treino de braços? Check!). Pois não correu nada mal. Nada! Nem sequer o transporte que é assim a cereja no topo do bolo - mas, para assegurar mesmo a coisa, levei a minha mãe comigo, a fazer de cakesitter, para ver se aquilo não descambava mesmo. Não descambou e chegou intacto.

Este bolo devia dar-me equivalência a Engenharia Civil, no Técnico. Tinha tubos de plástico, paus de bambu e cabo de aço. E bolo, óbvio. Mas às vezes, para manter tudo no sítio, é preciso recorrer a materiais que não são assim o cúmulo do comestível...

Quem me segue no Instagram pôde acompanhar a produção da coisa. Entre começar e acabar passaram cerca de 22 horas, das quais umas 15 ou 16 foram em pé, à volta do bolo. Cansativo? Sim. Compensador? Muito! Quando se ama o que se faz, o cansaço pode ser gigante mas a vontade é ainda maior.

Deixo-vos as fotos da "obra". Espero que gostem!

 

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Um bolo a crescer...

22.11.13

O bolo da Mini-Her já vai a caminho da terceira ida ao forno; falta mais uma. São duas vezes a base mais duas vezes o topo. Dá 6 doses da massa que normalmente faço. Vai ficar grandote, vai. E giro, espero eu!!

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Desta coisa de fazer bolos

22.11.13

É preciso ir à loja de cake design. Vou. É preciso controlar a veia consumista e trazer mesmo só o que preciso e não tudo de que gosto (comprava a loja toda, na hora!). Olho para os acessórios e penso: o que é que eu vou fazer com isto, e encontro sempre respostas. Várias. E controlo a tal veia. Saio da loja com o que tinha planeado comprar, nem um produtozinho a mais. Chego a casa. Concluo que me esqueci de comprar duas coisas imprescindíveis para o super-bolo que vou fazer entre hoje e amanhã. Tenho que ir à loja novamente. E lá vou eu ter que controlar a veia outra vez.

É difícil, juro. Para mim, é muito difícil controlar-me perante coisas que são visualmente atractivas (seja no campo do cake design seja no campo da decoração, por exemplo; com roupa já é mais fácil - anos a virar frangos, vá). Portanto, ir ali também é um exercício de auto-controle que não me faz mal nenhum. Mas fico sempre com pena de não ser abastada e de não poder investir a sério. Paciência. Quem sabe, um dia!

 

[A propósito: Dezembro avizinha-se um mês em cheio! Bolos todas as semanas, um baptizado, uma festa de anos, um natal e um ano novo. E este ano, no que toca a eventos caseiros, vou esmerar-me... "mi aguardem"!!]

 

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6 anos - getting started!

21.11.13

E a festa da miúda já está pensada. É tempo de passar das ideias à acção e começar a concretizar. E dou por mim a pensar: seis anos?? Como assim - seis anos? Choque. Quero muito deixar aqui registado o tempo que foram estes seis anos. Quero contar-vos quem ela é hoje, com seis anos. Mas para isso ela terá que ter seis anos. Portanto, em breve, um pequeno portrait da minha felicidade em forma de gente (e, a seu tempo, farei o mesmo com o pequeno infante, que vai galopante a caminho dos três anos e que é, de igual modo, a razão que me faz sorrir).

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Houston, we have a problem...

15.11.13

Aqui há tempos partilhei convosco a minha ideia (peregrina...) de não fazer festas de anos aos meus filhos na altura dos aniversários deles. Os desgraçados fazem anos em pleno inverno e isso condiciona um bocado (muito) o que se pode fazer (sem gastar balúrdios e sem gerar o caos em casa).

Acontece que ontem andei a brincar com o Photoshop e fiz um convite para a festa de aniversário dela, que faz anos daqui a quinze dias. E gosto tanto do convite que agora vou ter que lhe fazer a festa...! Ups...!!

 

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Baker's pleasure

17.10.13

Para mim, enquanto fazedora de bolos-e-afins, nada bate o prazer de ver pessoas saborear as coisas que faço. Nada. Ontem à tarde, por exemplo: levei um bolo de chocolate com recheio e cobertura de ganache para o bar do ginásio (do qual sou fornecedora de bolos e quiches), acabado de fazer, ainda morno. Em menos de nada, o bolo estava a ser partido e a primeira fatia saboreada. Foi a primeira vez que levei um bolo destes para lá, pelo que a reacção foi a estrear. E o comentário que ouvi (de longe, como se não fosse nada comigo) foi "isto está tão bom!!". E a fatia desapareceu em menos de nada. Gosto mesmo de ver aqueles momentos em que a minha comida, ou, neste caso, os meus bolos, trazem sorrisos ao rosto de quem os come. Faz-me sentir que estou no caminho certo, sabem?

 

[Anteontem de manhã levei um bolo de limão com sementes de papoila e cobertura de caramelo lá para o bar. Ontem de manhã restava uma fatia. À tarde, nem sinal do bolo... ]

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Busy bee

10.10.13

Felizmente, tenho tido trabalho todos os fins-de-semana. Amo cada vez mais isto de criar coisas-de-comer. Panico um bocadinho (porque não ando nisto assim há tanto tempo!), mas depois respiro fundo e faço acontecer. É bom.

Para amanhã há uma encomenda gira: um cheesecake, uma ultra-dose de folhados e um bolo "ela gosta disto e daquilo, confio em ti, faz como achares melhor"... (Já disse que panicava um bocadinho, não já??)

Agora é hora de me pôr a mexer - literalmente: gastar energias acumuladas lá no sítio do costume (aka, no ginásio) e depois plantar-me à beira do fogão. Adoro!!

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Moments...

01.10.13

A semana que passou foi a mais agitada dos últimos meses. E nem sei por onde começar a contar-vos isto tudo...

 

Há uns anos, andei a preparar-me para me lançar num negócio que envolvia comida. A coisa não avançou porque a minha vida deu uma volta assim meio de repente. Mas a ideia ficou cá, meio adormecida, mas não posta de parte. Só que as coisas mudam e evoluem e o que começou de uma maneira já está de outra que tem pouco que ver...

Bom, nos entretantos, fui fazendo bolos: aniversários e baptizado do meu filho foram ocasiões óptimas para explorar este mundo do cake design. Graças às Barrigas & Cia tive a oportunidade de fazer um workshop na Isto Faz-se e, se já gostava de trabalhar com as pastas de açúcar, passei a gostar ainda mais. Na altura a formadora perguntou se a nossa ideia era fazer bolos para vender e eu fui categórica: não, não era. Ela sorriu e disse apenas "daqui a uns tempos a gente fala"... Depois, em Agosto, a Catarina pediu-me que fizesse o bolo de aniversário do seu filho e a coisa deu um pulo a partir daí. A vida encarregou-se de pôr no meu caminho uma ideia que envolve comida e agora é a altura certa para dar asas a esta ideia e fazê-la voar...

 

Estou pronta para começar. Venham comigo!!

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Dos momentos sublimes

26.04.10
Sentar-me na sala de jantar, num sofá com vista para uma janela-de-cima-abaixo, rodeada de almofadas, de revistas de cozinha gourmet, de arquitectura e de decoração, pegar num livro de culinária, folheá-lo, copiar para o meu cook-book uma ou duas receitas que me interessaram, escrever uma crónica, escrever o início de um conto, chill-out a tocar, um cheiro delicioso a bolo de coco que estava efectivamente delicioso (e eu não gosto de coco...), o sol lá em cima, algumas nuvens, os miúdos lá fora a correr, vinte ou trinta páginas do livro lidas e muita vontade de parar o tempo.

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