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Coisas boas

26.02.14

Ando bem disposta. Apaixonei-me por mim novamente. É um bocado narcísico, sim, mas faz falta. Ando orgulhosa das pessoas que sei que vou tocando com esta história que estou a viver. Quem lida comigo sente-me mais feliz. Ainda bem. Estava cansada do cinzentismo, do morno, do assim-assim. Eu mereço mais do que o assim-assim.

 

Tenho corrido mais. No domingo que vem vou fazer a Rapidinha de Cascais. São só 5km, mas isso para mim é épico. Até hoje, corri 5km três vezes, sempre na passadeira. Não custa? Claro que custa! E não é pouco! Mas no final, a sensação é inexplicável. Dia 16 volto a correr na rua, na Mini Maratona da Ponte. Vão ser 7km... mais puxado, é certo, mas não me preocupa tanto, porque vou ter uma lebre das boas nesse dia.

 

Os bolos... tantos, tão bom! Tem sido uma aventura (que tenho mostrado no Instagram, só). Tenho aprendido tanto! E tenho tentado sempre superar-me... e acho que não me tenho saído mal.

 

Entretanto, o blog. Acontece-me imenso durante o dia: aparecem-me posts à cabeça o tempo todo. Só que, graças à tecnologia, que me obriga a ter que ligar um portátil para escrever, eles ficam ali mesmo, na minha cabeça. Já disse: ando a pensar seriamente em mudar isto de plataforma e em voltar à base. Calha que ainda não consegui importar lá (no Blogger) os posts deste ano e meio de Sapo. Mas estou a tentar. E às tantas ainda mudo na mesma, mesmo sem posts importados! Queria ter tudo junto bonitinho, direitinho e tal. Mas se não der, que se lixe! Não posso e nem quero deixar isto ao abandono. Quero escrever mais, contar-vos mais, partilhar mais. Mas tem sido complicado.

 

[Vanessa, chama lá aí o Daniel, please, para ele me dizer que não ha nada a fazer...]

 

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"A Dieta das Princesas"

19.02.14

Ontem fui à apresentação do livro da Catarina - nem poderia não ir!

 

Há uma coisa que me aquece sempre o coração nos eventos-da-Catarina: ver sempre as mesmas caras. Caras que só vejo ali e que não conheço pessoalmente (de ter sido apresentada, isto é). São os amigos dela de sempre. Estão sempre lá. A rede é enorme. E forte. Invejo-lhe isso: a rede de amigos de sempre, que não tenho (assunto para outro post, voltemos à programação inicial).

 

Bom, casa cheia para aplaudir as conquistas da Catarina: o livro e o objecto do livro - a nova Catarina. Ouvir a Isabel Zibaia Rafael foi uma delícia. Ouvir a Catarina é sempre uma delícia. Claro que me emocionei (o termo certo é "chorei"). Claro que me revi numa data de coisas. Agradeci-lhe mentalmente por também eu já ter feito parte do percurso, muito impulsionada por ela - vide o post sobre a inspiração que está mesmo abaixo deste. Um percurso feito com recursos diferentes, mas ainda assim com conquistas feitas. Deliciei-me perante o beijo e o abraço que o Gonçalo, filho mais velho da Catarina, lhe deu quando ela terminou o discurso. Ri-me entre amigas, entre conhecidas, entre gente que gosta da Catarina a sério.

 

À noite, no silêncio, agarrei o livro e li metade. Lembrei conversas que fomos tendo durante o percurso dela, celebrei as vitórias dela "para dentro". Aprendi. Tive ainda mais vontade de não desistir, de me manter aqui, onde estou, a tentar ser mais saudável e mais feliz.

 

Obrigada, querida.

 

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Cate

11.02.14

Na semana passada estive num almoço de bloggers (que contarei depois que agora estou com pouco tempo). Uma das pessoas que conheci foi assim uma agradável surpresa: a Cate. Gostei tanto de falar com ela! Adoro gente que tem mundo, que fervilha. E ela é assim.

 

[Se não conhecem o blog dela espreitem. Vale a pena. E há por lá um passatempo bem fixe a decorrer...!!]

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Um giveaway espectacular!

04.02.14

A Ana Luísa é uma fotógrafa de mão cheia e de um talento ímpar e está a oferecer um trabalho maravilhoso, através do blog dela. A sério, vale mesmo, mesmo a pena! Vão lá espreitar!!

 

 

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Talvez o post mais bonito

11.12.13

"(...) sim, eu amo o teu filho, porque é teu. será um dia um bocado meu, mas será sempre primeiro teu. e de quem o criou contigo. mas ver-lhe um sorriso por minha causa, faz-me feliz. saber que ele pergunta por mim, faz-me feliz. ouvir-te dizer o nosso filho, é a emoção mais pura numa palavra tão simples: nosso. porque mesmo sem o ser, anseio, vibro, sinto-me, todos os dias, pai dele. porque é o nosso filho. como o nosso amor."

 

(Aqui há tempos disse-vos que este é o meu blog masculino preferido. Percebe-se.)

 

(Catarina, lê o post. Acho que vais gostar.)

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Do carinho

02.12.13

Ontem, quando falei pela primeira vez no dia que estava a chegar (foi no Facebook), uma amiga-leitora relembrou a música que deixei no blog quando saí de casa para ir ter a minha filha (três anos mais tarde viria a fazer o mesmo com o meu filho). E esse comentário pôs-me a pensar. Há gente que me lê há muito tempo. Gente que se lembra da minha história, que "viveu" comigo esta e outras fases da minha vida. Que me leu triste e feliz, que me acompanhou em alturas em que nem eu me aturava a mim mesma, e noutras em que só me apetecia gritar o quão feliz estava. Isto são os blogs. O resto, as tricas, as brigas, os diz-que-disse, as picardias, são outra coisa qualquer. Para mim, o meu blog há-de sempre ser o veículo que me trouxe gente boa, que me cruzou com gente que tenho o maior dos gostos em conhecer, gente de quem gosto a sério. Com o meu blog vieram amizades para a vida, vieram tias para os meus filhos, vieram amigos-irmãos como o "meu" Jack.

No comentário que a Filipa me fez ontem, percebi o tal carinho. E senti-me virtualmente abraçada. Uma pessoa que se lembra do post que escrevemos há seis anos, antes de dar entrada na maternidade, merece todo o carinho em troca. (Obrigada, Filipa!!)

 

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O melhor dos meus dias - side effects

29.11.13

Graças à ideia "O melhor dos meus dias", da Catarina, tenho conhecido blogs dos bons. Só por isso já valeria a pena. No meio da horda de catálogos em forma de blog que por aí cogumela, é bom encontrar gente que não segue esse caminho e que faz um tipo de partilha diferente. Menos comercial, menos consumista, mais introspectiva, mais bonita. Dois exemplos: este e este. E deixo-vos este, que não conheci através desta iniciativa, mas que vale muito a pena.

 

[E acabo de me aperceber: nos blogs, como na decoração, como na vida, gosto de luz. Fundos brancos, letras harmoniosas, imagens bonitas, uma doçura latente, uma vontade de me aconchegar no sofá e ficar - e sempre que penso nisto "regresso" a um lugar que amo: na Herdade da Matinha, na cozinha/sala de jantar, há (ou havia, não sei se ainda há) um recanto com um sofá cheio de almofadas; em frente, uma janela enorme. E ali, naquele recanto, com a minha música, li e escrevi e gravei em mim um momento muito feliz, que ficou. E agora, sempre que saboreio um conforto idêntico, é ali que "regresso".]

 

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Feels like heaven

28.11.13

Eu devia estar a postar as imagens giras da semana, no que toca a decoração... Mas esta rubrica acaba de ganhar passaporte para as manhãs de sexta. As quintas-feiras ficam da exclusiva responsabilidade da dupla Frente&Verso - e, sobre isso, falamos logo à tarde... Mas hoje temos conversa bem adequada à época em que estamos a entrar...

 

(Já vos disse quão difícil é encontrar temas em que eu e a Margarida tenhamos opiniões discordantes?? Vocês não imaginam as sessões de brainstorming que acontecem numa janela de chat do Facebook, cada vez que é preciso decidir um tema...)

 

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Querido diário

13.11.13

Enquanto estive grávida da minha filha - e até ela ter cerca de um ano e meio - mantive um blog privado onde escrevi tudo (inclusive coisas que não tinham nada que ver com a gravidez, era mesmo o meu blog diário). Ontem apercebi-me de que não sabia o que era feito desse blog, isto é, quais eram os dados de acesso. Pânico. Não por mim, mas por ela: quero muito que um dia ela possa ler tudo o que eu escrevi, que saiba tudo o que aconteceu, que saiba como foi a gravidez e os primeiros tempos de vida dela.
Depois de dar voltas e voltas à cabeça lá me lembrei. E fui reler. Gostei tanto... não voltei aos primórdios do blog, mas fartei-me de ler posts com as coisas que ela dizia e isso fez-me lembrar de como ela era em pequenina (a memória é uma coisa lixada e vai esfumando estas informações importantes). Foi quase como se voltasse a tê-la ali, mínima, esperta, bochechuda, ao meu lado.
De vez em quando é bom ir lá atrás, aos arquivos, e ler aquilo que já fomos. Escrevo blogs há mais de 10 anos e muita, muita coisa mudou entretanto. Acho que estes 10 anos acompanharam a maior mudança da minha vida: deixar de ser miúda para passar a ser mulher, deixar de ser só eu para passar a ser eu e mais três pessoas. Muda tudo. E é bom reler, voltar a lembrar o sítio de onde viemos, as coisas em que acreditávamos, as dores e as alegrias que fomos vivendo.

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E a resposta...

13.11.13

... ao dilema de ontem veio pela mão da Lia, que é assim uma espécie de irmã/amiga para a vida. A quem perguntou pela "receita milagrosa", parece-me que ela está aqui, no comentário que a Lia me deixou:

 

É simples... e não tens de andar a fazer exercícios de equilíbrio. Porque é que para pensar no negativo não nos importamos de roçar e ultrapassar o real e quando é para o positivo já estamos muito preocupadas com passar a linha do admissível? És gira! ponto final. És muita gira! E és a mais gira de todas para muita gente (para mm ;)). E se não fores mesmo a mais gira? quem é que te vem passar uma multa por achares que és a mais gira? A quem é que estás a fazer mal por achares que és a mais gira? Portanto deixa de te preocupares com o nível de linda que és, se estás a ser modesta ou exagerada. Não existe um tribunal para isso, e não estamos em nenhum concurso ;). Aquilo que aprendi nos últimos tempos é só isto.... começa a olhar para ti com amor. a sentir pela tua imagem ao espelho, aquilo que se sente por alguém por quem estamos apaixonadas... respeito pelo que conseguiste com o teu corpo, aceitação pelas rugas e cabelos brancos, paixão por aquela característica que é só nossa, amor pelo nosso corpo saudável... o resto vai crescer com isso... como crescem os sentimentos. I promiss. (estou uma poetisa lamechas hoje ;)) beijo, miúda gira

 

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Ontem

08.11.13

Reunião em Cascais (ou da falta que um GPS me faz... Perdi-me duas vezes, num percurso simples...). Muitas ideias, muitos desafios, muito trabalho e muita, muita vontade de fazer acontecer.

Almoço em Lisboa, com a Catarina. Tanta conversa posta em dia, tanta! E o pequeno A., sempre na sua boa onda, um doce. É giro ver como eram os nossos almoços antes da dieta (muito McDonald's comemos nós, caraças!) e como são agora: sushi, com dose controlada de arroz e pouca alarvice à mistura! E já que falo em dieta... a Catarina está magra, magra, magra! Gira, sempre foi. Magra que dói! Estúpida de magra!! Vê-se a léguas que se sente em casa no novo corpo que "arranjou". Está radiosa. E linda, a parva!

Depois do almoço, e ainda antes de digerir o sushi todo, fui ao ginásio. Fiz um treino todo baralhadinho. Odeio ir ao ginásio ao fim da tarde. Apanho sempre aquilo cheio de putos, de malta dos esteróides, de gente bombada. Não gosto mesmo, não é a minha onda. Quando quero ir ao talho, vou, não preciso de ir ali, não é? Para ajudar à festa, aquilo estava cheio e eu não estive para esperar por máquinas livres, portanto fiz um bocado de cada coisa e siga. Andei ali perto do vómito - como nos primeiros dias, em que bebia leite e depois ia para lá! -, mas aguentei-me.

Depois, ir buscar miúdos, trazer miúdos, tirar miúdos do carro, acalmar birras e fazer o jantar enquanto o pai lhes ddava banho. Conseguimos jantar cedíssimo (em comparação com o que tem acontecido) mas... senhora dona miúda fez o favor de demorar mais de uma hora a comer. Portanto lá se foi o cedo e o despachanço e acabou por ser um fim de dia igual aos outros todos.

 

Bom, de caminho, e aproveitando o mote da Catarina, junto-me ao clube e passo, de hoje em diante, a celebrar "O Melhor do meu Dia". O selo está ali ao lado e, espero eu, há-de remeter para os posts que digam respeito a este assunto. Começando...

 

O melhor do meu dia de ontem... (bolas, escolhi logo um dia cheio de coisas "melhores" para me meter nisto...) foram as conversas que tive, na reunião, e com a Catarina.

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Agendando

04.11.13

Agenda de Novembro preparada. Tantos planos, tantos. Haja ânimo. Adoro estes dias em que, saindo da rotina, acabo por fazer tanto ou mais do que nos dias normais. Apetecia-me, contudo, esquecer a agenda por umas horas e agarrar-me ao livro do momento com um chocolate quente. Não pode ser - nem o livro, nem o chocolate quente (estou mesmo a ver se domestico a minha adição por doces). Tenho o meu filho a dormir e vou ter que o acordar - temos que ir buscar a mais velha à escola. Vai haver birra monstra e má disposição para o resto do dia. A casa começa a cheirar à perna de peru que está no forno, a assar devagarinho. Já estou de luz acesa há quase uma hora, odeio esta altura do ano por isto, por este anoitecer antecipado que me dá a sensação de dias curtíssimos que não rendem nada (mas rendem). Reescrevi um parágrafo fundamental para mim e acho que finalmente está como merece. Vou recuperar duas séries de posts aqui para o blog, começando já amanhã.

 

Gosto muito de vos ter por cá, não sei se já vos tinha dito!

 

 

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Eu sou uma mãe querida e a Carolina também!!

04.11.13
A Carolina, aka, Kiki, babadíssima mãe da Gigi e do Vicente, é querida. Não a conhecia antes de ela ser mãe, mas aposto que já era querida antes mesmo de lhe nascerem os filhos. Com a chegada deles aprimorou a técnica. É doce, meiga e tem nos olhos um calor que não é muito comum. Não pode ser coincidência, pois não?

Já me ri muito com coisas que ela escreveu no blog, já sorri, já lacrimejei. Agora, aqui, vamos poder ler o melhor da Carolina!

Nós já somos Mães Queridas. E vocês?

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Aquele momento em que te vêm as lágrimas ao olhos...

01.11.13

OBRIGADA!!!

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Da amizade

01.11.13

Esta foto tem oito anos e dois meses, aproximadamente. Lembro-me perfeitamente deste dia: almoçámos no Chiado (lembro-me do que comi, imaginem!). Conversámos muito. Rimos. A Catarina, com aquela voz serena, a dar voz a inquietações várias. Eu, com a minha voz agitada, à procura de respostas. Amigas desde o primeiro momento: o dia em que tirámos esta foto abriu caminho para o que ainda hoje temos. Chama-se amizade. Mesmo. Sei que não cresci com a Catarina nem vivi na "margem certa" (como ela diz, coisa que é, obviamente discutível... digo eu, que cresci na outra margem, a de cima). Mas sei que isto que temos é valioso para ela e para mim.

Sinto-me privilegiada por ter esta amiga, sabem? Além de tudo o que conhecem da Catarina (via blog e afins, e que é bem real), há a Catarina ao vivo e a cores, ao telefone em horas complicadas, em vésperas de partos (meus e dela), em casamentos (o meu, para já... mas um dia será no dela também), nos momentos importantes e nos casuais.

Na altura em que tirámos esta foto achávamos que estávamos gordas e decadentes. Não estávamos! Ainda assim, ríamo-nos de nós mesmas (ainda hoje, sempre). E partilhávamos angústias, medos, certezas e incertezas. O filho grande da Catarina era pequeno, doce, um espanto de miúdo. Continua a ser. Eu não tinha filhos (nem vida para isso, na altura), mas queria muito ter. Concretizámo-nos. Ainda andamos à procura do mundo, mas concretizámo-nos. E isto que temos, esta amizade, é de um valor incalculável para mim.


Esta foto tem três meses. Continuamos aqui.


[Gosto tanto de ti, miúda!]

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Blogs

31.10.13

Com o falecimento do Google Reader morreu também a minha urgência em ler blogs. Lia muitos, todos os dias. Agora não leio nenhum. De vez em quando lá leio um post ou outro, usando sempre como porta de entrada um qualquer link do Facebook. Perdi o hábito de ler blogs e tenho pena. Não voltei a encontrar nenhum reader que ande sequer perto do Google Reader. Há o Bloglovin (muito bonitinho, mas uma seca para navegar), há o Feedly (não gosto), há mais uma data deles, mas nenhum como o good old GR. Paciência. Azar dos azares: quando a coisa se deu, migrei tudo para o Bloglovin, fiz uma limpeza ao que lia, acrescentei feeds novos. Calha que o Bloglovin não permite exportar a nossa lista para um ficheiro OPML, que seria depois importável noutro lado qualquer. Terei que fazer a coisa à mão, um a um. Mas vai ter que ser: a solução é criar uma lista de links aqui no blog. Azar dos azares, parte dois: o Sapo não tem aquela coisa maravilhosa que permite ver que posts foram escritos recentemente pelo que, quando quiser ler, terei que andar a picar um a um (odeio). Já esteve mais longe um regresso às origens (i.e., ao Blogger)... Já, já. (Sapo, comé?)

 

[E só não voltei ainda às origens porque não sei muito bem como importar meio blog - ou seja, tudo o que escrevi aqui desde que saí do Blogger. Se calhar a solução é apagar o que está lá e importar tudo de uma vez só. Será? Há por aí gente experiente nestas andanças? Help!!]

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Ora ajudem-me lá...

24.09.13

Estou aqui a fazer um trabalho (giro, giro, giro - aposto que vão gostar, quando puder partilhar convosco!) e preciso de contactos de mães portuguesas de crianças pequenas (até aos 14/15 anos), que estejam a viver FORA de Portugal, seja onde for. Please!!!

 

[Por aqui: marianne.notsofast@gmail.com ou nos comentários, sendo que não vou publicar comentários que contenham contactos pessoais, são só mesmo para eu ver, não se preocupem.]

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Seeds

23.09.13

No sábado, durante o encontro de embaixadoras da Limetree, ficámos a conhecer o projecto Seeds. E ainda bem! Este é um projecto maravilhoso que reune, num blog, 10 fotógrafos fabulosos que vão, durante 52 semanas, partilhar pequenos retalhos do seu dia-a-dia. No Seeds não há fotos de sessões fotográficas que eles fazem profissionalmente. Há, isso sim, pedacinhos da vida de cada um. Uma delícia. Vão ser 52 semanas cheias de boas imagens e de energia feliz.

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New header on the block!

06.09.13

Apeteceu-me mudar de ares, abraçar Lisboa e recordar uma tarde perfeita de Verão...

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Catarina, a doce

23.07.13

 

Conheci a Catarina por causa dos blogs. Não sei precisar quem chegou primeiro a que blog, se eu ao dela, se ela ao meu. Não importa. Foi em 2005. Conversávamos, trocávamos opiniões e um dia passámos à tangência e fomos, com outra amiga comum e o seu bebé de 10 meses na altura (quase 9 anos agora... ouch!), almoçar sushi na Baixa. Selou-se a amizade. A Catarina é doce. Se eu só pudesse dizer uma coisa acerca dela seria isto: ela é doce. Apesar da vida, apesar das perdas, apesar dos insucessos, apesar do que correu menos bem, apesar de tudo. Doce. Não deixa que o lado negro se apodere da luz e brilha. É daquelas pessoas que, no caos, é o espelho da serenidade. Ao pé da Catarina nada corre mal. A vida é sempre um regato manso e morno, onde gastamos horas sem pensar em mais nada.

A Catarina, mulher de palavras, escreveu um livro onde reune crónicas do seu blog (e não só). E se eu sou um bocado avessa a isto de editar blogs em livro, com o livro da Catarina deixei de lado esta minha mariquice. Na sexta-feira foi o lançamento. Peguei na minha filha ("nora" dela, embora o filho dela não saiba nem queira saber) e fomos ver a Catarina brilhar. Ri, emocionei-me, abracei-a, matei saudades, revi caras conhecidas, e no fim, já na rua, chorei. Chorei quando vi a dedicatória que escreveu no meu exemplar. Porque o livro é dela, o dia era dela, mas ela escreveu para mim. E eu chorei.

 

[À noite, senhor marido - que não lê um livro há anos, nem sente falta nem liga nenhuma - pegou no livro dela e leu-o. Todo. E riu e emocionou-se e ficou feliz, como eu também fiquei, por ver ali materializado um bocadinho da nossa Catarina. Um bocadinho que, como ela, só podia ser assim. Doce.]

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Dez

26.06.13

... hoje é dia de festa...

Há dez anos criei o meu primeiro blog. Sem saber ao que ia, sem saber o que queria, só sabendo que gostava de escrever e que queria experimentar a tecnologia. Dez anos, muitos endereços diferentes, muitas aprendizagens, alguns amigos, muitos bons momentos. Valeu muito a pena. E continua a valer (embora ande mais caladinha - mas é culpa do baptizado, já disse. Na semana que vem normaliza).
Obrigada a quem continua aí, desse lado, ao fim de dez anos. E obrigada a quem foi chegando e ficando. Se eu quisesse escrever só para mim, escrevia no Word, não é? Mas não: isto só faz sentido sendo partilhado. Convosco. Obrigada!

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A lagartixa e o jacaré

07.05.13

Porque é que eu nunca serei uma blogger VIP: enquanto outras bloggers se passeavam com as crias no Jardim Zoológico num evento da La.nidor (o ponto ali no meio é propositado, ok?), eu passeava com a minha filha numa feira. Com carrosséis. Nos subúrbios.

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Todos Por Um

20.04.13

Hoje passámos parte da manhã na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha, no evento Todos Por Um.

 

Assim que entrei esbarrei na Niki e na minha BFF, as duas enfiadas na sala das tatuagens. A Niki saiu de lá com uma andorinha linda nas costas - e eu cheia de vontade de tatuar finalmente a "minha" frase... mas como ainda não decidi bem onde a quero fazer, não arrisquei.

 

Senhor marido foi inscrever-se como dador de medula. Ia mentalizado para ir dar sangue, mas afinal foi só recolha para a questão da medula. Entretanto, encontrei por lá a Analog e a outra Niki - e é giro isto de reconhecer os miúdos e levantar os olhos para procurar pelos pais!

 

No andar de cima, o resultado da dedicação de um grupo de mulheres que sim, têm mais que fazer, mas que ainda assim abdicaram do seu tempo para se entregar a esta causa maior: o Rodrigo. Para mim, o díficil foi resistir... Ele era bolos, ele era tartes, ele era cupcakes, ele era colares, ele era roupa, ele era livros... Claro que fiz a ronda - e claro que não resisti a tudo (trouxe dois colares e um livro e consegui só comprar cupcakes para os miúdos!). Valeu a pena.

 

O que também valeu muito a pena foi conhecer (finalmente!) ao vivo e a cores a Pólo Norte, a Glitering, a SMS e a Erica. Tudo gente que acompanho há uma vida, tudo gente com quem gosto de conversar (bom, com a Sónia só tinha trocado uns mails, mas ela confirmou a simpatia que sempre achei que tinha).

 

Gostei muito mesmo! E tenho pena que isto não seja coisa habitual de sábado de manhã, pelo privilégio que é ajudar uma causa importante e conviver com gente gira, que vale muito a pena e que tem muito para ensinar.

 

Obrigada a vocês, que moveram o céu e a terra para que isto acontecesse. Sois as maiores!!!

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Guest Post #3_Paixão - Rita Varela

16.04.13

[A minha convidada de hoje é a Rita Varela... que é a grande responsável pela minha mudança de perspectiva. Foi a Rita que me fez perder o medo de saltar para fora da minha "caixa", foi a Rita que me mostrou que não há problema nenhum em aproveitar aquilo que tenho e em sentir-me bem comigo mesma. Obrigada por isso, Rita... e por este texto!]

 

Paixão

Existem diferentes tipo de paixões, as passageiras e as que duram uma vida, mas aprendi
que, quer uma, quer outra, devem ser capturadas por nós quando damos por elas.

Todos nos dizem que devemos ser felizes, mas poucos lutam por o ser, poucos vivem
com paixão, porque é difícil, porque dá trabalho, porque somos naturalmente comodistas,
sair da zona de conforto, da normalidade dá trabalho, mas acreditem que vale a pena.

Apesar de nos dizerem de pequeninos que devemos ser felizes, que nos devemos
apaixonar pelas coisas, muitos se incomodam com a felicidade dos outros, a felicidade
daqueles que vivem com paixão e apaixonadamente.

Disso sou eu testemunha. Falo na primeira pessoa, senti na pele o estigma de quem quis
ter na realidade o que sabia ser a sua paixão. Como disse no inicio, a paixão tem muitas
formas e eu encontrei a paixão por uma profissão. Abdiquei da profissão normal e “certa”
para ter algo diferente, algo que tinha a certeza que me iria apaixonar e fazer feliz todos
os dias.

Posso dizer que neste processo tive muita sorte, primeiro por ter conseguido retirar dos
confins da minha mente a ideia do que queria mesmo fazer. Algo muito complicado e que
estava coberto por várias camadas de crenças e preconceitos, que haviam sido colocados
durante toda a minha vida, mas consegui, consegui trazer para a luz do dia o que sabia
ser a minha paixão.

Esta foi a primeira dificuldade, a descoberta. A segunda foi seguir em frente, deixar para
trás o que era de gente grande e “certo” e correr para a frente. Deixar de ouvir os que não
acreditavam. Tive sorte outra vez, tive pilares que me sustiveram na caminhada, que não
me deixaram cair, pilares em quem eu pode recorrer e que sabia estarem sempre lá para
me apoiar.

Ainda há uma terceira dificuldade, a luta para me manter à tona de água, para ser alguém
fazendo o que me apaixona, mas mesmo nisso tenho sorte, porque me foram aparecendo
pessoas fantásticas que não me conheciam, como a Lénia, que vão renovando sempre a
minha paixão pelo que faço, aprendendo comigo e pondo em prática o que lhes ensinei,
sendo mais felizes depois de nos termos encontrado.

Sei que, pelo caminho que tenho pela frente, vão surgir novas paixões, e eu só desejo
conseguir vê-las para as agarrar, para lutar por elas e para as largar quando daí não vier
mais nenhuma paixão, quando não me trouxerem mais felicidade.

Na minha mente está sempre presente que só vivemos uma vez e tenho de ser feliz
enquanto cá estou, não tenho outra oportunidade para o ser.

Quando a Lénia me convidou para escrever qualquer coisa, fiquei em pânico, mas
agora agradeço-lhe por ter me ter dado liberdade, por me ter deixado escrever o que me
apetecesse, por me ter dado este momento de felicidade. Obrigada.

Como diria Raul Solnado “Façam o favor de ser felizes!!!”

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Guest Post #1_Bridezilla

02.04.13

{A minha primeira convidada é uma descoberta recente, para mim. Encontrei o blog dela há pouco tempo, foi por causa dela que aterrei na Papel, é com ela que escrevo a quatro mãos o Frente&Verso. Conheçam um bocadinho da Margarida, jornalista maravilhosa que "mora" no blog Cenas Diversas. Espero que gostem! E obrigada, Margarida!!}

 

 

Eu sempre disse que as pessoas se enervavam demasiado com a história dos casamentos, mas começo a calar-me em segredo enquanto o grande dia se aproxima a passos largos. É certo que vamos fazer uma coisa pequenina, que só convidámos as pessoas mais próximas, que tivemos mais do que tempo para preparar tudo. A saber: comprámos as alianças quando ainda faltavam seis meses, para aproveitar a baixa do preço do ouro;  a quinta e o ‘catering’ praticamente já estavam decididos e foram marcados com o mesmo tempo de antecedência.; o  tecido para o vestido de noiva foi comprado cinco meses antes [o que significa que andei a experimentar vestidos uns sete meses antes do grande dia]; os sapatos foram mandados fazer ainda no ano passado e os convites ficaram prontos a quatro meses do dia…

 

O problema é que com a teoria de que “ainda falta imenso tempo”, de repente não falta tempo nenhum e ainda há imenso que fazer. E obviamente os noivos não tiraram férias antes do dia porque a) recusamo-nos a perder dias de Verão para organizar algo que está praticamente organizado, e b) acho que a tensão dos dias anteriores ia dar cabo de mim se estivesse sem trabalhar.

 

Mas eu sou uma pessoa que se enerva. E já estou aqui em tremores porque os padrinhos ainda não fizeram as orações dos fiéis que lhes competem quando eu já preparei todo o livro da celebração. Estou a organizar-me para fazer uma lista do que temos para deixar preparado nos dias anteriores ao Wedding Day: as malas para a Honey Moon, a mala para a noite pós-casório,  a chave de casa entregue aos amigos ‘pet-sitter’, o calendário do que tem que ser pago e a quem… Depois há aquelas coisas de que ninguém dá conta,  mas que ocupam uma boa parte do nosso tempo: confirmar presenças, pensar na organização das mesas, confirmar as flores para todo o lado, enviar os conteúdos para que as nossas amigas-mais-fofas possam fazer as ementas, os marcadores de mesa e por aí vai. Falar com o fotógrafo, com o DJ, com os senhores do ‘catering’. Marcar massagens, limpezas de pele, cabeleireiro.

 

Se tudo isto é importante? Não, não é o MAIS importante. Temos plena consciência de que seríamos felizes a casar, somente, sem grande festa a seguir. Mas tal como numa festa de aniversário, queremos que o dia corra bem. Queremos que as pessoas se sintam confortáveis e bonitas numa festa que também é delas, porque os nossos amigos e familiares são parte deste caminho que tem no nosso casamento uma etapa muito muito importante. Queremos ter tudo preparado antes do dia para garantir que conseguiremos viver o momento sem dramas, sem pressas, sem sobressaltos.

 

Há dias em que, confesso, dou por mim a pensar: “onde raio tinha eu a cabeça para me meter nisto”? Mas logo a seguir a resposta aparece: quero, queremos que as nossas pessoas sejam parte da nossa felicidade. Agora, há que saber contrabalançar os nervos e não fazer disto um drama.

 

Por norma os meus momentos de tensão só aparecem à noite. Se estou ansiosa durante o dia? Sim, às vezes. Mas só quando estou efetivamente a tratar de coisas para o casamento é que a tensão se agudiza. No entanto, há um trabalho que tem que ser feito para evitar entrar no estado ‘bridezilla’, sobretudo quando falta tão pouco tempo. Para quem estiver interessado, as minhas ‘top tips’:

  1. Não falar somente do casamento. À pergunta “está tudo tratado, não está?”, a resposta é sempre: “Sim, está tudo praticamente pronto”. Isto não só nos convence como evita que outros criem tensões sobre nós.
  2. Ter uma folha – um caderno, um bloco de notas – com tudo anotado com os prazos a cumprir. Isto ajuda a esquematizar e a não entrar em pânico sem necessidade.
  3. Não sucumbir à histeria das amigas, nem permitir que façam perguntas em catadupa ou que deem sugestões sobre tudo. Parece uma medida dramática, mas chega uma altura em que é preciso tomar decisões sozinha(o) ou somente em casal. Não é por mal. É para garantir alguma sanidade mental.
  4. Delegar tarefas. É a mais difícil e mais importante decisão a tomar. Um mês antes já sei exatamente quem estará responsável por quê no grande dia e vos garanto que até o meu telefone vai estar longe de mim. Delegar tarefas para uma ‘controll-freak’ como eu é um drama mas tenho a certeza de que também vai ser – já está a ser – uma bênção.
  5. Assumir com o noivo um compromisso muito sério: vamos divertir-nos MUITO no dia do nosso casamento. Se não, nada disto terá valido a pena!

 

PS – Obrigada Lénia, pelo convite. Serviu, também, para me ajudar a esquematizar o que ainda falta fazer. E na verdade não falta quase nada. Olha que boa surpresa... :D

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Guest Posts

01.04.13

Há por aí, blogosfera fora, gente que merece ser lida, gente que sabe escrever, gente interessante. Decidi convidar essas pessoas, que me dizem alguma coisa, de quem gosto e cuja escrita sigo, para escreverem posts aqui. Liberdade total para escreverem sobre o que lhes apetecer, para se darem a conhecer num espaço que, não sendo seu, acaba por ser também um bocadinho seu. Para mim, é abrir a porta da minha casa e convidar amigos para um lanche. Espero que gostem dos meus convidados e do que eles têm a dizer...

 

A primeira convidada entra em cena amanhã. Adivinham quem é?

 

[Ah, e não, não é mentirinha de 1 de Abril. Este ano passo...]

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4 anos

25.03.13

Fez ontem 4 anos que aterrei a nave aqui, neste blog (ainda na versão .blogspot, mas pronto). Há 4 anos tinha percebido que não dava para o discurso mimimi-cutchi-cutchi pós-maternidade, tinha percebido que precisava de um canto onde pudesse ser eu, onde pudesse escrever o que me desse na telha e onde pudesse, vá, ser anónima. O anonimato durou pouco (umas horas, acho), porque houve logo quem percebesse que aquela era a minha voz, a minha forma de escrever. Busted! Fui mantendo a coisa low profile porque não gosto de levantar ondas. Até que a Marianne foi dando lugar à Lénia. Até que deixou de fazer sentido que houvesse uma Marianne quando, na verdade, existia uma Lénia. Portanto hoje, 4 anos e um dia depois, deixo cair o Marianne e assumo de vez este facto "chato": chamo-me Lénia. Não me chamo Marianne, não me chamo Mariana, não me chamo Maria. Lénia. É feio mas é o que há. É feio, mas é o meu nome e não há por que não assumir. Bye bye, Marianne!

 

[Tudo o que existe com este nick mantém-se: Instagram e email.]

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Tanta coisa para escrever e tão pouco tempo...

18.03.13

Breve índice do que por aí vem:

 

- Um fim de semana campestre

- Um ciclista e um carro (o meu carro, por acaso)

- O Ikea, varandas e terraços (e inveja, muita!)

- ...

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Entretanto...

13.03.13

... vejam lá se conhecem...

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Busy. Bee.

13.03.13

Isto hoje está em modo correria: manhã @ Ikea. Almoço @ Colombo. Tarde @ Papel. Mais tarde ainda @ Ikea de novo. Mas é bom...! É mesmo muito bom voltar a ter esta agitação justificada e gira e propensa a gerar ideias. Eu gosto!

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