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Agenda

19.11.13

Preciso de uma agenda. As escolares (que correspondem ao "meu" ano - como sabem, eu começo o ano em Setembro e não em Janeiro) são todas muito teen-mode-on ou são para professores e, por isso, têm uma data de tralha que não me interessa ter. As anuais, nesta altura, são um desperdício: faltam dois meses para o ano acabar, não me apetece comprar agora uma de 2013 (nem sei se conseguia encontrar, na verdade). Resta-me comprar uma para 2014. E esperar até lá para a começar a usar...

 

[Na verdade, uso um caderno a fazer as vezes de agenda e ele vai dar até ao fim do ano. Mas, que querem?, quando começam muitas coisas a acontecer gosto de me organizar quase a partir do zero...!]

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Advento

19.11.13

Ando aqui em modo "preparação do Advento". No ano passado houve 24 actividades (metade das quais não chegaram a ser cumpridas... Mea culpa!). Este ano não sei o que vou fazer. Vocês seguem esta tradição de contar os dias que faltam para o Natal? Como o fazem? Contem-me tudo!

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À atenção do senhor S. Pedro

18.11.13

Caríssimo,

 

Agradecia que amanhã se poupasse a mandar gotículas cá para baixo. Mande sol. Pode mandar frio, mas mande sol. Guarde a chuva para depois de amanhã - aí pode mandá-la a potes, tudo bem. Amanhã, em estando um tempo aceitável, meto-me num comboio rumo a Lisboa. Caso insistas na chuva vais obrigar-me a levar o carro, gramar com filas e desesperar para estacionar. Evitemos este cenário, sim? Agradecida.

 

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Momento "não façam isto em casa"

14.11.13

Na semana passada, quando pintei o cabelo, pus-me a fazer coisas enquanto a tinta actuava. Só que fiz muitas coisas. E em vez da meia hora que as instruções mandavam estar com a tinta no cabelo... eu estive UMA HORA E MEIA.

 

Resultado: quando fui tirar a tinta, o simples facto de a água me cair na cabeça deu origem a vários ais... E agora, cerejinha no topo do bolo, tenho a pele do couro cabeludo a saltar (parece que estou cheia de caspa e não é o caso!). Lição aprendida...

 

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E a resposta...

13.11.13

... ao dilema de ontem veio pela mão da Lia, que é assim uma espécie de irmã/amiga para a vida. A quem perguntou pela "receita milagrosa", parece-me que ela está aqui, no comentário que a Lia me deixou:

 

É simples... e não tens de andar a fazer exercícios de equilíbrio. Porque é que para pensar no negativo não nos importamos de roçar e ultrapassar o real e quando é para o positivo já estamos muito preocupadas com passar a linha do admissível? És gira! ponto final. És muita gira! E és a mais gira de todas para muita gente (para mm ;)). E se não fores mesmo a mais gira? quem é que te vem passar uma multa por achares que és a mais gira? A quem é que estás a fazer mal por achares que és a mais gira? Portanto deixa de te preocupares com o nível de linda que és, se estás a ser modesta ou exagerada. Não existe um tribunal para isso, e não estamos em nenhum concurso ;). Aquilo que aprendi nos últimos tempos é só isto.... começa a olhar para ti com amor. a sentir pela tua imagem ao espelho, aquilo que se sente por alguém por quem estamos apaixonadas... respeito pelo que conseguiste com o teu corpo, aceitação pelas rugas e cabelos brancos, paixão por aquela característica que é só nossa, amor pelo nosso corpo saudável... o resto vai crescer com isso... como crescem os sentimentos. I promiss. (estou uma poetisa lamechas hoje ;)) beijo, miúda gira

 

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Coisa boa da crise

12.11.13

Menos anúncios de Natal. Menos perfumes, menos gadgets, menos ruído, intervalos mais curtos, menos inundação publicitária (eu devo ser a pessoa "de publicidade" que menos pachorra tem para a coisa...).

 

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Ainda sobre os óculos

12.11.13

Estou a adorar explorar os sites de óculos que me mostraram (www.optica24.pt e www.firmoo.com). Que mundo imenso, senhores!!!

 

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Compensações esquisitas

11.11.13

Todos os meses, no início do mês, separo dinheiro por uma série de envelopes (tenho um para o supermercado, outro para a casa, outro para as contas, para a gasolina, etc.). Há uns meses desapareceu o envelope da gasolina - coisa chata, tendo em conta que tinha lá dentro o cartão de desconto da Repsol. Hoje, a tratar deste assunto, constato que me falta o envelope da casa. Subo a um banco para ver se o pus na prateleira onde tenho os livros de receitas... olho... e encontro o envelope da gasolina. O da casa continua desaparecido.

 

Aqui há tempos reencontrei um relógio que tinha "perdido". Poucos dias depois perdi a bolsa do telemóvel que usava quando ia correr.

 

Há coisa de duas semanas perdi o meu caderno de apontamentos. Estou para ver o que é que vou encontrar a seguir. Mas precisava mesmo de encontrar estas três coisas: envelope da casa, bolsa do telemóvel, caderno. O que é que terei que perder para que estes objectos apareçam?

 

Adenda: o envelope apareceu assim que escrevi o post. Fui arrumar os outros e lá estava ele, sossegadinho no fundo da gaveta. One down, two to go...!

 

Adenda nº 2: acabei de encontrar o meu caderno!!! Num sítio onde não era mesmo suposto estar: no meio dos livros dos miúdos... Two down, one to go... (se eu soubesse que, falando, encontrava as coisas, já tinha falado há mais tempo!!)

 

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Apetecia-me...

11.11.13

... ir de comboio para Lisboa, sair no Rossio e apanhar o Metro até S. Sebastião. Ver gente. Demorar-me. Não posso. (Mas está para breve!)

 

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Coisas boas de estar em casa

11.11.13

Ir levar o meu filho a casa da minha mãe e ficar uma hora a pôr a conversa em dia com ela. Adoro! Apesar das nossas "birras" (chocamos tanto, senhores, tanto!! Mas sempre foi assim, é defeito de fabrico!), a minha mãe é mesmo o meu ombro amigo, a pessoa que eu sei que está sempre lá. É bom falar com ela, é bom passear com ela (já tenho saudades de uma tarde de compras com ela, mas vem aí o Natal e vou matar saudades), é bom ter por perto esta mulher que é a minha mulher preferida.

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Os novos milionários

11.11.13

Na sexta-feira fiquei estupefacta com uma notícia que vinha na contracapa do Correio da Manhã. Segundo dados de um estudo qualquer (não memorizei que entidade fez o estudo), há em Portugal mais 85 milionários do que havia em 2012 (e o ano ainda não acabou). É só de mim ou isto não faz sentido nenhum?? Quer dizer, se o país estivesse em expansão, se não estivéssemos enfiados nesta catástrofe dantesca que é esta crise, talvez eu encolhesse os ombros e não pensasse sobre o assunto. Mas olhando à minha volta, confesso que me revolta um bocadinho saber que há 85 novos milionários "nascidos" em plena crise.

 

E o que é que eu deduzo daqui? O óbvio: há muita gente a sair-se bem à custa do mal dos outros. Os ricos estão cada vez mais ricos e... vocês sabem o resto do raciocínio. Choca-me profundamente ver o país na merda em que está e olhar para o lado e ficar a saber que há 85 novos milonários e que os que já o era aumentaram em não sei quantos porcento a sua riqueza. Que merda de país é este que deixa gente a morrer à fome enquanto há gente a enriquecer à grande? (Eu sei que pode ter sido por mérito próprio e sei que dinheiro atrai dinheiro. Sei isso tudo. Não invalida que me sinta chocada com o assunto.)

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Não sei se terá sido grande ideia...

08.11.13

... pintar o cabelo (de acajou - cor de laranja, portanto) em casa, na véspera do baptizado. Até ver, há pescoço, ombros e testa incluídos no rol de sítios onde a tinta aterrou. Também aterrou no cabelo - menos mal. Mas não sei, não...

 

[Worst case scenario: fico cheia de manchas, mas com isso posso eu bem. Amanhã cai uma chuvada e a tinta do cabelo debota para a camisa que vou levar. E que é branca. Ou vai deixar de ser, não sei.]

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Ainda sobre a greve...

08.11.13

... escreveu o meu marido no Facebook dele:

 

"Vamos lá ver se entendo bem a situação: Um Estado é mergulhado numa crise financeira pela mão de sucessivos Governos irresponsáveis. Fica falido por força, entre outros, de maus negócios, corrupção e acima de tudo por ter atingido uma dimensão administrativa insustentável. Para tentar compor a coisa, outro Governo impõe uma austeridade que faz cair a actividade económica lançando no desemprego uma enxurrada de gente vinda das pequenas empresas privadas que se viram asfixiadas com a falta de receitas, excesso de impostos e difícil acesso ao crédito. Neste cenário, os funcionários públicos (ou os sindicatos?) decidem fazer greve. Perdoem-me a crueza, mas vejo a imagem do rei gordo deitado na "padiola" que é carregada aos ombros pelos escravos mas que já quase não anda. Em vez de fazer dieta ou deitar fora o excesso de peso, o gordo continua a bater nos poucos escravos que sobram de modo a que façam mais força e ele se desloque. É certo que não vão aguentar todos e o desastre é eminente.
Mas como é que eu explico isto aos meus filhos sem eles pensarem que estou bêbado ou maluco?!
Este escravo que assina agradece a vossa explicação."


O meu homem não é de falar muito, mas quando fala... ui!! (E o debate de ideias, nos comentários do seu post, é uma coisa fabulosa: gente de cabeça arejada, com ideias e com uma visão muito certeira daquilo que verdadeiramente se passa neste nosso paraíso (not!) à beira-mal plantado (ou deverei dizer... enterrado?).


NOTA: não estou a ser irónica. 

 

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Sobre a greve de hoje

08.11.13

Eu não sabia sequer que havia greve. Surpreendi-me. Depois pensei "espera, é sexta-feira! Claro que há greve!!" (sim, continuo a achar que uma greve feita a uma sexta-feira perde um bocado a legitimidade e soa mais a fim de semana prolongado do que outra coisa. Também sei que quem faz greve não recebe o ordenado do dia em que faz greve, mas ainda assim...). Deparei-me com um cenário caótico à porta da escola da minha filha: o porteiro (um senhor que é voluntário lá), estava a deixar entrar as crianças uma a uma (são duzentas e cinquenta), mas só depois de cada criança (repito, duzentas e cinquenta) lhe dizer onde é que ia almoçar, porque há aulas mas não há serviço de refeitório. Não sei como é que ele tenciona memorizar onde é que cada uma das duzentas e cinquenta crianças vai almoçar, mas adiante. A minha lá entrou (atrasada, claro, que a fila para entrar estava gigante) e a coisa decorreu normalmente. Não sei se houve professores a fazer greve (sei que a professora da minha filha não fez), não sei se os professores das AECs fazem greve (a de Inglês da minha filha, que é a AEC que vai ter à tarde, não vai fazer).

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Ontem

08.11.13

Reunião em Cascais (ou da falta que um GPS me faz... Perdi-me duas vezes, num percurso simples...). Muitas ideias, muitos desafios, muito trabalho e muita, muita vontade de fazer acontecer.

Almoço em Lisboa, com a Catarina. Tanta conversa posta em dia, tanta! E o pequeno A., sempre na sua boa onda, um doce. É giro ver como eram os nossos almoços antes da dieta (muito McDonald's comemos nós, caraças!) e como são agora: sushi, com dose controlada de arroz e pouca alarvice à mistura! E já que falo em dieta... a Catarina está magra, magra, magra! Gira, sempre foi. Magra que dói! Estúpida de magra!! Vê-se a léguas que se sente em casa no novo corpo que "arranjou". Está radiosa. E linda, a parva!

Depois do almoço, e ainda antes de digerir o sushi todo, fui ao ginásio. Fiz um treino todo baralhadinho. Odeio ir ao ginásio ao fim da tarde. Apanho sempre aquilo cheio de putos, de malta dos esteróides, de gente bombada. Não gosto mesmo, não é a minha onda. Quando quero ir ao talho, vou, não preciso de ir ali, não é? Para ajudar à festa, aquilo estava cheio e eu não estive para esperar por máquinas livres, portanto fiz um bocado de cada coisa e siga. Andei ali perto do vómito - como nos primeiros dias, em que bebia leite e depois ia para lá! -, mas aguentei-me.

Depois, ir buscar miúdos, trazer miúdos, tirar miúdos do carro, acalmar birras e fazer o jantar enquanto o pai lhes ddava banho. Conseguimos jantar cedíssimo (em comparação com o que tem acontecido) mas... senhora dona miúda fez o favor de demorar mais de uma hora a comer. Portanto lá se foi o cedo e o despachanço e acabou por ser um fim de dia igual aos outros todos.

 

Bom, de caminho, e aproveitando o mote da Catarina, junto-me ao clube e passo, de hoje em diante, a celebrar "O Melhor do meu Dia". O selo está ali ao lado e, espero eu, há-de remeter para os posts que digam respeito a este assunto. Começando...

 

O melhor do meu dia de ontem... (bolas, escolhi logo um dia cheio de coisas "melhores" para me meter nisto...) foram as conversas que tive, na reunião, e com a Catarina.

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Introdução ao maravilhoso mundo das tarefas domésticas

08.11.13

Com uma filha a menos de um mês de fazer seis anos (glup!!), tenho-me deparado com uma dúvida: com que idade se deve começar a dar às crianças responsabilidades com tarefas domésticas? A minha já faz algumas coisas (põe a mesa - quando não está perdida no mundo dela, a desenhar coisas -, faz a cama dela, arruma o pijama dela... e é só), mas quero ver se não deixo passar a altura "certa" de lhe atribuir mais tarefas. Quero que ela aprenda a fazer as coisas e quero que comece a alinhar no ritmo cá de casa. Obviamente, a ideia não é "escravizá-la", mas sim educá-la.

 

Ora digam lá de vossa justiça: aos seis anos, o que é que é suposto ela fazer?

 

[Não me lembro com que idade é que a minha mãe me passou um paninho do pó para a mão e me mandou dar conta do que se passava no meu quarto. Mas lembro-me de ser pequena e de o limpar...]

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Hoje

07.11.13

Foi um dia tão bom, mas tão bom... Há muito tempo que não tinha um dia assim: cheio de ideias, de sangue a correr depressa, de possibilidades. E de conversas boas, de trabalho e pessoais. E um almoço maravilhoso com a Catarina. Amanhã conto tudo... Agora vou trabalhar!

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Pecados capitais

06.11.13

Preguiça. Gula. Luxúria. Ira. Vaidade. Inveja. Avareza. É esta a "minha" ordem dos pecados capitais, agora (há uns anos havia ali uns quantos trocados de sítio, mas adiante).

 

A este textos importam os dois primeiros. A preguiça é a minha pior característica, como diz o meu marido (que, como é muito querido, usa a palavra "característica" em vez de usar a palavra "defeito"). É um facto: se eu pudesse viver deitada, vivia. Não podendo, combate-se a coisa. Parece-me que esta parte vai estando mais ou menos controlada (com recaídas, é certo - principalmente ao domingo à tarde, em que só me apetece não fazer rigorosamente nada).

Agora... a gula é do caraças! Oh, pecadinho mais chato, pá! Porque é que uma pessoa não pode simplesmente comer como quem mete gasolina no carro?? Dava-me tanto jeito não ter prazer nenhum em comer e alimentar-me só para evitar cair para o lado... Mas não! Tinha que ser alarve, adorar comer, gostar de cozinhar e, pior, andar a refinar estes dois gostos de ano para ano! Nisto de perder peso é precisamente esta a parte que me custa: controlar o que como, não ceder a compulsões e não passar os dias movida a "é só isto, amanhã já me porto bem". É discurso de drogado, bem sei. E é o que eu sou, só que a minha adição não são pozinhos mágicos e sim... açúcar (que não deixa de ser um pozinho mágico, vá). Eu bem tento, mas passo a vida a fazer como dizia o Oscar Wilde: "a melhor maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedendo-lhe".

 

Bom, mas este processo - loooooooooooongo - vai tendo melhorias de dia para dia. Ultimamente, a minha grande inspiração tem sido a Catarina. E se, por um lado, não consigo fazer exactamente o que ela faz, em termos de alimentação (porque treino mais dias e mais horas do que ela e não quero mesmo ter um fanico), por outro tenho conseguido domesticar-me e, aos poucos, ir tentando encarreirar.

Nos entretantos, parece-me que tenho aqui um problemita de intolerância ao glúten. Estou há dois dias sem ingerir glúten e sinto diferenças. Acho, contudo, que é um efeito placebo-ish qualquer porque, ao que parece, é preciso estar cerca de 3 semanas sem glúten para realmente ver efeitos da coisa. Isto é um mega-desafio. O glúten é uma ceninha "macabra" que está por todó lado! A nossa alimentação é muito baseada em coisas com glúten: pão e massas à base de trigo, principalmente. Eliminar o glúten significa, portanto, ver-me livre de uma data de coisas que não fazem bem nenhum (e não é só pelo glúten): pão (posso sempre virar-me para o pão de milho, mas coisas de trigo e centeio, por exemplo, já eram), massas (nem as integrais se safam), massas folhadas, bolos ditos normais (yay!), etc. Vai ser duro, mas quero mesmo ver se consigo estar os tais 21 dias sem glúten. Depois disso, logo se vê o que acontece. Eliminando o glúten consigo reduzir drasticamente o consumo de hidratos de carbono, coisa que é capaz de se notar nas ancas. Mantenho alguns hidratos, nomeadamente os da fruta, da quinoa e do amaranto, coisas de que sou fã. Ando muito amiga das oleaginosas mas, se antes me dedicava a devorar um pacote de frutos secos num serão, agora um pacote dá-me para mais de uma semana. A minha preguiça não me permite comer tantos vegetais como era suposto: fazer saladas dá uma trabalheira, mas sou fã de esparregado e como muitas, muitas vezes. Ando apaixonada por um lanche que tenho feito todos os dias: um iogurte magro sólido, um bocado de puré de maçã (só maçã cozida em água com canela, depois escorro a água, tiro os paus de canela e trituro a maçã - comida de bebé, sim!), sementes de chia, sultanas ou goji, sementes de girassol, canela em pó e cinco unidades de frutos secos. Delicio-me com isto e tem sido o suficiente para matar a minha vontade de comer doces.

 

Estou cansada desta luta, muito honestamente. Estou cansada de ter uma percentagem de massa gorda que não lembra. Estou cansada de querer controlar-me e de não conseguir. Quase seis anos disto é dose. Pior: seis anos sem conseguir e sem sair do mesmo peso (tirando as gravidezes que houve pelo meio: numa aumentei 12kg, na outra perdi 9kg). Já deixei de prometer que agora é que é e já deixei de acreditar. Vai sendo um dia de cada vez. Como em tudo.

 

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Tenho saudades...

06.11.13

... de não ter que contar cêntimos cada vez que vou às compras. Hoje precisei de comprar roupa para a miúda. Vem aí um baptizado e ela precisava de roupa para o inverno. Vai daí... umas botas, dois vestidos de malha, umas longsleeves básicas, umas leggings, collants e dois cachecóis (que vão ser muito rentabilizados porque também dão para mim!). Logo à noite não a aguento, a querer vestir tudo ao mesmo tempo!

 

[Ah, e, de caminho, experimentei umas calças na Zara. Levei um 38 e um 40 para o provador, a achar que ia zangar-me com o 38 - que nunca me passa das ancas para cima. Comecei logo por aí. Serviu. Yay!! Há seis anos e dois meses que não cabia em calças 38... (Desde os 6 meses de gravidez da miúda, que foi quando deixei de usar as minhas calças normais e passei a usar calças de grávida...]

 

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Bom dia!!

06.11.13

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Agendando

04.11.13

Agenda de Novembro preparada. Tantos planos, tantos. Haja ânimo. Adoro estes dias em que, saindo da rotina, acabo por fazer tanto ou mais do que nos dias normais. Apetecia-me, contudo, esquecer a agenda por umas horas e agarrar-me ao livro do momento com um chocolate quente. Não pode ser - nem o livro, nem o chocolate quente (estou mesmo a ver se domestico a minha adição por doces). Tenho o meu filho a dormir e vou ter que o acordar - temos que ir buscar a mais velha à escola. Vai haver birra monstra e má disposição para o resto do dia. A casa começa a cheirar à perna de peru que está no forno, a assar devagarinho. Já estou de luz acesa há quase uma hora, odeio esta altura do ano por isto, por este anoitecer antecipado que me dá a sensação de dias curtíssimos que não rendem nada (mas rendem). Reescrevi um parágrafo fundamental para mim e acho que finalmente está como merece. Vou recuperar duas séries de posts aqui para o blog, começando já amanhã.

 

Gosto muito de vos ter por cá, não sei se já vos tinha dito!

 

 

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À antiga portuguesa

04.11.13

Já chegámos ao Manuel, ao António, ao José, ao Joaquim, à Maria da Luz, à Maria do Carmo, à Maria do Rosário (embora, no cado destas últimas, o objectivo seja chamar Carminho e Rosarinho às crianças).

Quando é que chegamos ao Januário, à Gertrudes, ao Emílio, à Josefina, ao Evaristo, à Isilda, à Joaquina, ao Gervário, à Antonieta?

 

[Eu sei: eu é que sou esquisitinha com os nomes. Se calhar é por vir de uma família repleta de nomes esquisitos, que estão mesmo a pedir para serem gozados...]

 

 

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Red Lipstick Day

30.10.13

E depois do feedback todo acerca do post do Manifesto do Batom Vermelho e de uma conversa que decorreu no Instagram, 'bora organizar aqui um Red Lipstick Day?

A ideia é simples: usarmos todas o bom do batom vermelho, num determinado dia. Sem objectivo que não seja sentirmo-nos bem connosco e gostarmos de nós. Só isso!

 

Então proponho o seguinte: esta sexta (depois de amanhã, portanto), aproveitando que é dia casual (isto ainda se usa, nos ambientes corporate??), toca a fazer sair de casa o batom vermelho!

 

Quem alinha?

 

[Partilhem a ideia, please! Quantas mais formos, melhor! Tragam amigas, filhas, mães, primas, vizinhas, colegas... toda a gente! Vale?]

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Por favor...

30.10.13

... não me digam que "gostavam de ser como eu, e de fazer desporto e de tentar mudar hábitos" e tal. Não me digam isso. Porque depois a minha cabecita começa a rodar a mil, a imaginar formas de vos ajudar (não encontro palavra melhor, sorry) e de vos fazer mexer os rabiosques. Eu sei que o defeito é meu, que sou incapaz de estar quieta no meu canto. Mas o que é que querem?, não sou capaz de ver gente no ponto em que eu estava no ano passado e não fazer nada, ficar só de plateia, a olhar...

 

Tenho dado por mim a fazer uma triste figura - felizmente, faço-a "para dentro", porque nunca verbalizei isto: quando vejo pessoas que podiam cuidar-se melhor, que deviam fazer alguma coisa pela sua saúde, pelo seu bem estar, sossegadinhas no canto delas, dá-me vontade de me armar em "testemunha de jeová" e ir lá dar uma palavrinha. Não em tom de crítica - nada disso!! -, mas em tom de incentivo. Sei lá, acho que toda a gente merece tratar-se bem. E se, no final, isso significar mais um ou dois anos de vida... é lucro, certo?

 

Portanto, é isto: ando aqui a dar voltas à cabeça e a pensar no que é que eu poderei dizer ou fazer que vos motive, que vos dê força, que vos faça meter a primeira, soltar o travão e deixar a máquina andar...

 

[Por favor não me entendam mal! Eu não sou nenhum suprasumo do assunto, nem sou melhor do que ninguém - basta ver que estou com o mesmo peso que tinha no ano passado! Ainda não dominei a arte de comer em condições e não como uma pequena lontra, mas já dominei a parte do ginásio. Dei cabo da preguiça, consegui combater a minha inércia e vou lá, religiosamente, fazer o que manda o plano. Custa, é certo. Mas tem feito milagres por mim! Mais do que o corpo, mudou-me a cabeça, que era o mais complicado. E é exactamente isto que eu gostava de ver do lado de lá: gente feliz com mudanças graduais, que tragam a reboque mais saúde!]

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Manifesto do batom vermelho

29.10.13

O mundo olha e repara: vai ali uma mulher de batom vermelho. Passo a passo, segura, insegura, observa quem a rodeia à procura dos olhares reprovadores. Encontra sempre um ou outro: uma mulher de batom vermelho é sempre uma puta. Não é. Não mesmo!

Olhamos e gostamos sempre de ver nas outras. Fica bem, é charmoso, há mistério e muita ousadia. Gostamos do que o batom vermelho diz sobre elas, as mulheres que o usam. Não gostamos do que possa dizer de nós porque, no nosso íntimo, temos medo que diga coisas erradas. Que somos putas. Não somos. 

Um dia atiramos o medo para trás das costas e arriscamos. Talvez só para ir ali às compras - mas depois pensamos: batom vermelho para ir às compras?? Batom vermelho pede um acontecimento: um jantar, uma festa. Só que, entre trabalho, casa, filhos e rotinas, as festas são escassas e os jantares acontecem 95% das vezes em casa. Fabrique-se o evento: desafia-se o marido para jantar fora, só para poder usar o batom vermelho. À noite todos os gatos são pardos e ninguém dará por nós. Só que dá. Há olhares. As outras mulheres olham para nós e pensam que o batom fica bem, é charmoso, traz mistério e ousadia. Pensam de nós o mesmo que nós pensámos das outras que usavam batom vermelho.

Depois, já sem medo, usamos o batom vermelho sempre que nos apetece. Pode ser só para ir às compras. Não é para o mundo, é para nós.

É preciso estar "in the mood". Não se usa batom vermelho se nos sentimos num dia "não". Usamo-lo quando gostamos de nós, quando nos assumimos, quando não temos medo do que o mundo possa pensar. Quando sabemos quem somos, o que somos, como somos. E gostamos de tudo o que vemos quando olhamos para nós.

 

Eu acho que todas - TODAS - as mulheres deviam arriscar e experimentar aquilo que um batom vermelho faz por nós. Acho que todas deviam experimentar a sensação de usar batom vermelho e assumir que gostamos de nós, que merecemos, que valemos a pena. Um batom vermelho não é só um batom. É um universo de sensações. Não do mundo, mas nossas, só nossas. Por nós, para nós.

 

Vale a pena! Experimentem! (Sem medos!)

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Todas queremos ser...

21.10.13

E quando lhes pedimos que completem a frase "A minha mãe é uma...", eles respondem...

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Espertezas...

14.10.13

[Se nunca viram esta edição da Casa dos Segredos passem à frente, please.]

 

Adorei ver a "esperteza" daquela gente da Casa dos Segredos, na semana passada. O Tierry revela o segredo que carrega ali dentro: é pai da filha da Sofia. A Voz, além de lhes sacar a ambos o dinheiro que tinham nas contas, pergunta à Sofia se quer nomear automaticamente o Tierry, por ele ter revelado o segredo deles. Ela diz que não. Ele pede-lhe que ela o auto-nomeie. Ela recusa. Vão para a sala, onde contam aos outros o que se passou no confessionário. E ela lá explica que a Voz perguntou se ela queria auto-nomear o Tierry e que ela disse que não e tal e coiso...

 

(Sério, auto-nomear... uma pessoa que não nós mesmos. Faz todo o sentido, não faz??)

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Vencer o medo

14.10.13

Eu, a destemida, vivo com medo. Se me perguntarem de que tenho medo, respondo que não tenho medo de nada. Não tenho medo de baratas, nem de cobras, nem de osgas (olá, mãe), nem do escuro, nem de alturas. Não tenho medos "palpáveis" nem "identificáveis". Mas tenho medo: de falhar, de não conseguir, de não ser capaz. Lido com isso da forma mais simples que há: não indo a jogo. Se acho que posso falhar, prefiro nem tentar. Não sei lidar com falhanços nem com derrotas. É estúpido, eu sei. Mas é assim. 

É o medo que me faz não dar o máximo no ginásio, por exemplo. Se acho que vou cansar-me, estou ali a meio-gás, a gerir energias. Chego ao fim cansada mas não de rastos. Transpiro mas não ando ali quase a tombar. Até.

Hoje cheguei lá e pensei que já chegava. Hoje era altura de deixar o medo à porta. O ginásio estava à pinha (geriatria mode: on), não havia passadeiras livres. Fui para a elíptica aquecer em 10 minutos. Dali segui para o stepper. Aquilo está programado para 10 minutos e depois desliga-se automaticamente. Fiz os 10 minutos, descansei... e fiz mais 10. No dia 17 de Setembro, dia 1 do meu plano de treino, aguentei 5 minutos na máquina e desisti. Hoje, menos de um mês depois, fiz 20 minutos sem problema nenhum. Encharquei a t-shirt, mas não desisti nem estive à beira do colapso. Continuei o treino com 15 minutos de passadeira e com a parte de musculação. No final, a fechar... 10 minutos de stepper. De novo. Sem medo e sem dor. E fiquei a pensar nisto...

A dor, ali, é reflexo do medo. Percebi isso hoje. Se eu for para lá sem medos, se me entregar, se não pensar, se desligar o complicómetro, chego ao fim sã e salva, cansada mas realizada. Se puser a alma naquilo não há o que possa correr mal. Há o tentar, o aguentar e o conseguir. Foi o que fiz hoje. Já passaram umas horas e não me dói nada. Se tivesse que ir para lá agora repetir o treino, ia. Sem problemas. E não é porque o meu corpo já esteja habituado (que, quando percebo que determinado exercício já é fácil, aumento a parada). É mesmo porque vou com tudo e ao mesmo tempo sem nada: preocupações, problemas, afazeres, ficam à porta. Ali somos só nós: o meu corpo e a minha cabeça, numa luta mano-a-mano.

Moral da história: se eu consigo, toda a gente consegue. E a velha máxima "mind over body" é tão, mas tão real...

 

[Again, este não é um post sobre ginásios. É um post sobre superação, auto-conhecimento, limites. E sobre acreditar.]

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Cenas

02.10.13

No sábado passado o senhor meu marido foi às compras com o nosso filho. Na caixa para pagar, uma fila enorme. O miúdo não é um elogio à paciência e não ia demorar muito a começar a inventar - só que o meu marido já sabe disto e antecipou-se: fez-lhe cócegas, brincou com ele, pô-lo a rir à gargalhada. Ao lado, as pessoas foram sorrindo. Todas, excepto uma, que teve um comentário lindo:

 

"Vê-se mesmo que se está a armar. Deve ser o fim de semana de estar com o pai..."

 

O meu marido não comentou, não respondeu, não reagiu. Ficou só admirado. E eu também, confesso. Como é que há gente tão ressabiada que ache que um pai que brinca com um filho é sinónimo de "fim de semana com o pai"? Por cá, felizmente, todos os fins de semana são com o pai. E com a mãe. E o meu marido sai muitas vezes só com os miúdos - eu aproveito para fazer coisas em casa, ele mata saudades deles e brinca o que não pode brincar durante a semana, por causa do trabalho. Eu tenho a sorte de estar muito tempo com eles. Ele nem por isso. Muitas vezes, ao fim de semana, faço questão de os deixar estar só os três, porque acho que eles também precisam de exclusividade com o pai. Eles adoram, ele também. 

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Belmonte - primeiras impressões às três pancadas

24.09.13

A minha querida Catarina provou ser uma má influência para mim, entre anteontem e hoje. Tanto falou na nova novela da TVI, Belmonte, que não descansei enquanto não vi do que se tratava.

Pontos a favor:

- Filipe Duarte

- João Catarré (que conheço há uns 20 anos... andámos na mesma escola e somos oriundos de duas terrinhas vizinhas, no Alentejo profundo... e, senhores, que bem que o João "cresceu"!)

- Diogo Amaral (que, estando a milhas daquilo que acho bonito num homem - é loiro e tem os olhos claros -, está giro, giro, giro!)

- O facto de o Lourenço Ortigão ser bom actor (surpreendeu-me, confesso).

- O facto de a coisa se passar no Alentejo.

- O facto de a família principal ter apenas um apelido - Belmonte - em vez dos habituais e possidónios dois apelidos (a cena Teixeira da Cunha, Proença de Abreu, Moita de Castro, Sampayo de Lemos e afins).

 

Pontos contra:

- É uma novela da TVI, portanto prevejo o pior (ainda há-de aparecer ali um par de gémeos separados à nascença!).

 

Catarina, querida, à tua conta vou ficar a dever horas de sono à cama! (Mas com "as vistas" lavadinhas, isso é certo!)

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