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Se calhar...

30.04.13

Secalhar. Concerteza. Àparte... UNICÓRNIOS!

 

Se calhar, com certeza, à parte - são estas as formas correctas da coisa. Não há excepções: são sempre duas palavras e não apenas uma.

 

Adenda: aparte existe. Sem acento. "Um pequeno aparte: precisamos de falar."

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Mais duas ou três coisas da nossa língua amada

30.04.13

Ç ou C? Simples. Se a vogal seguinte for um e ou um i, então é sempre, SEMPRE, C. Se a vogal a seguir for a, o ou u, então depende do som.

 

Exemplos:

 

"Vou à caça. Nunca cacei nada, mas hoje vou ver se caço".

 

"Esta cidade é linda. Vocês não acham? Tem tantas construções de aço...".

 

"Fui acusado de roubar açucenas".

 

Portanto coisas como çidade, veloçidade e voçês são como os unicórnios: muita gente acredita neles, mas não existem!

 

Quando a palavra tem uma sílaba com som "ssss" usa-se a cedilha, nos casos em que ao C se segue um A, um O ou um U. O C junto do E e do I nunca tem um som "q", mas apenas "ssss" - Cidade, por exemplo. Já com as outras vogais pode ter som "ssss" ou "q", sendo que para ter o som "ssss" leva a cedilha - traça, caço, açucena / caso, coser, cueiros.

 

 

***

 

ou À? Simples: se se refere a tempo ou se pudermos substituir a palavra por uma forma do verbo existir, é sempre, SEMPRE, Há. Se se refere a coisas, pessoas ou lugares, é sempre, SEMPRE, à (e essas coisas, pessoas ou lugares são sempre do género feminino).

 

Exemplos:

 

" bocado liguei-te. Tinhas ido à rua?"

 

"Subi à árvore e caí."

 

" quantos anos casaste?"

 

"Ela disse à irmã que não ia à festa. Não se vêem montes de tempo e ela ficou à nora..."

 

"Aqui não perigo. Não animais selvagens." - Aqui podíamos dizer "aqui não existe perigo. Não existem animais selvagens."

 

***

 

"Chamas-te João" não é o mesmo que "Chamaste o João", ok?

 

Fizes-te, fos-te, disses-te, andas-te, telefonas-te... são unicórnios, está bem?

 

Então qual é o truque? Das palavras ali de cima só o "andas-te" pode ser usado mas não enquanto pretérito. Por exemplo:

 

"Andaste a correr?"

 

"Andas-te a esforçar?"

 

A primeira remete para o passado. A segunda é presente e tem um pronome pessoal ali no meio. Ou seja, se pudermos passar o -te para outro lugar na frase então ele deve ser separado do verbo e levar hífen. Se não pudermos pegar nisso e pôr noutro sítio então é sem hífen.

 

"Andas a esforçar-te?" - Esta forma é até mais correcta do que a anterior, porque os pronomes devem vir depois do segundo verbo, quando um se relaciona com o outro. Outro exemplo "Quero-te dizer uma coisa" é menos correcto do que "quero dizer-te uma coisa".

 

Há ainda uma forma mais "básica" de colocar a oração: "te andas a esforçar?". Não sendo exactamente correcta, não deixa de fazer sentido...

 

Peguem lá nos exemplos que dei lá em cima e vejam se conseguem tirar os -te e pô-los noutro lado...

 

"Te fizes o quê?" ou "Fizeste o quê?"

"Te fos onde?" ou "Foste onde?"

"Te disses o quê?" ou "Disseste o quê?"

"Te telefonas ontem?" ou "Telefonaste ontem?"

 

Pois...

 

Mais uma vez, o -te é um pronome, portanto refere-se a alguém. "Chamas-te João" quer dizer que tu tens o nome João - e a frase está no presente do indicativo. "Chamas-te o João" não é nada. A forma correcta é "Chamaste o João", como quem diz que, no passado, aconteceu uma acção.

 

***


Os advérbios de modo NUNCA levam acentos. Ah, e tal, que'ssa merda de um advérbio de modo? Coisas como obviamente, possivelmente, terrivelmente, pessimamente, agradavelmente... são advérbios de modo. Ou seja, são adjectivos na sua forma feminina (ex.: óbvia) a que se junta o sufixo -mente (há outros advérbios de modo, mas não interessam para o caso).

 

Portanto, aqui a regra é super simples: NUNCA há acentos. Fim de história.

 

"Obviamente, demito-te."

"Possivelmente, vamos na quinta-feira."

"Estou terrivelmente aborrecida."

"Sinto-me pessimamente."

"Foi um serão agradavelmente tranquilo."

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Lá vem outra vez a chata do Português...

29.04.13

"Mãe, estes brincos magoam-me as orelhas. Tira-mos, por favor."

 

"Tiramos café agora ou só quando chegar a Marta?"

 

Resumindo: primeira pessoa do plural sem hífen ali no meio, ok? E sim, vale para todos os verbos - a primeira pessoa do plural NUNCA leva hífen. Há uma forma que é parecida, mas acontece na terceira pessoa do plural:

 

"Eu levo brinquedos para a escola, mas os meus colegas tiram-mos".

 

Ou seja, o hífen aparece quando há ali um pronome pelo meio. Coisas como tiramos, fazemos, fomos, falamos, cantamos, rimos, conversamos não envolvem pronomes, logo, não envolvem hífens. Pronome = hífen, está bem?

 

(Um outro exemplo: dê-mos não é o mesmo que demos. Assim: "Preciso desses documentos. Dê-mos, por favor". E assim: "Fomos ao parque e demos as mãos".)

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Fim-de-semana'ndo

29.04.13

Portanto, sábado de manhã enfiei-me de alma e coração e costados no ginásio e só de lá saí depois de duas horas de sofrimento intenso. Mal eu sabia o que estava por vir... mas já lá vamos.

À tarde fui levar a infanta a uma festa de aniversário, abasteci a despensa, vim para casa ler e fazer tempo para a ir buscar de novo. Fui, voltámos e toca de tratar do jantar: caracóis.

Ontem, manhã passada na ronha, tarde passada no Dolce Vita Tejo com a miúda, a tentar ver a Xana Toc-Toc (conseguimos ver-lhe o alto da cabeça... yay!). Valeu-nos a companhia: miss Niki e a sua criança mais velha. Finalmente conseguimos pôr a conversa em dia (mas acho que era menina para ainda lá estar a esta hora...). Regressámos, apresentei-lhes canja para o jantar (e fui eleita a melhor mãe do mundo... portanto, bastou um bocado de água, um caldo knorr, um coração, um fígado e mais umas entranhas de um desgraçado de um frango e plim: best mom ever para a mesa do canto!). O serão foi passado entre trash-tv, uma dor brutal no braço e gargalhadas partilhadas com o marido.

Dormi mal pra caraças. O meu rico bracinho direito, levado ao limite no sábado lá no ginásio, está agora a ausar o toque e... é que nem sequer o consigo esticar. Passa ali do ângulo de 90º e é de ir às lágrimas. É uma dor muscular, já me besuntei com um relaxante muscular mas nada de esta gaita melhorar. Muito bom para começar a semana...

 

Tenham, portanto, um dia excelente, sim?

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"Menina de Ouro"

26.04.13

No Verão passado li "Pequena Abelha", de Chris Cleave e amei. É um livro duro, que magoa, mas está tão bem escrito que é impossível não gostar. Uma pessoa pega naquilo e enreda-se muito facilmente e só pára quando vira a última página.

Aqui há dias deparei-me com este "Menina de Ouro" numa livraria e soube que este tinha que ser um dos três livros que me permito comprar este ano. Trouxe-o. Comecei a ler e não consegui parar.

Este livro fala sobre três amigos, duas mulheres e um homem, ciclistas de alta competição. Vamos andando entre a vida privada deles e o mundo do ciclismo olímpico, acompanhamos a história da filha de dois deles... e é maravilhoso. De novo, um livro duro, que faz doer, mas que nos mostra uma história que tem tanto de pungente quanto de bonita. Não vos conto mais porque teria que entrar em detalhes e acho que, quem ler isto, deve fazê-lo sem saber o que o espera.


Por isso, conselho de amiga: se andam pelo GoodReads, NÃO LEIAM as reviews feitas a este livro. Têm quase todas spoilers daqueles que condicionam mesmo a leitura. Está bom de ver que eu fiz esta asneira e que me arrependi depressa. Não que tenha aproveitado menos o livro por já saber ao que ia, mas o facto de o saber fez com que não fosse apanhada de surpresa. E as surpresas, neste livro, além de serem muitas, estão tão bem arquitectadas que é pena não usufruir delas por inteiro. 


Posto isto, e até ver, foi o melhor que li em 2013. E o senhor Chris Cleave já se instalou confortavelmente na poll dos meus autores preferidos... (Falta-me ler um livro dele, "Incendiário", coisa que farei em breve...)

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Do feriado

26.04.13

O pai a trabalhar, como acontece em TODOS os feriados. Nós em casa, em modo "let's party". Acordámos relativamente cedo (9:30 num feriado é cedo, certo?). Pequenos-almoços tomados e o sol lá fora a chamar por nós. Pediram-me para fazer o que costumam fazer com o pai nas manhãs de sábado: ir brincar para a rua, aproveitando a esplanada do café em frente a casa (e isto, para mim, diz muito: apesar do pouco tempo que passam com o pai, trabalho oblige, eles absorvem cada minutinho e é tempo muito bem aproveitado). Fomos. Levei dois frascos de bolas de sabão e levei o meu livro. Andaram por ali, a brincar, conversámos, ela comeu um gelado, ele comeu um chocolate, eu bebi um café, tudo debaixo daquele sol quente e feliz. Depois pediram-me se podiam ir ver os esquilos à loja dos animais que fica ao lado. Foram. Eu abri o livro e li quatro páginas. Fui buscá-los e contaram-me, todos contentes, que tinham pegado num coelhinho ao colo. Olhos a brilhar, claro. No caminho de regresso a casa entrámos no talho e na mercearia, eles sempre felizes e conversadores.

Depois de almoço consegui que dormissem os dois a sesta. Li um bocado, andei por aqui. Quando acordaram voltámos a brincadeira (e à desarrumação - esta casa, nos feriados e nos fins-de-semana, assume um ar pós-furacão impressionante). Fiz um jogo de palavras para ela, quer me pede insistentemente que a ensine a ler. Banhos dados, jantar preparado e o pai chegou. Andou a arrumar tralhas que eles desarrumaram, jantámos, a miúda a comer a uma velocidade supersónica (coisa rara!) porque estava a dar o Benfica e ela queria ver (tenho que gravar um ou outro jogo, para os usar como truque para ver se ela não demora uma hora a comer - sim, é desesperante...).

Acabaram de jantar os homens, sentaram-se todos a ver a bola, a senhora mãe tratou da cozinha e aproveitou aquele bocadinho de silêncio para ler mais um bocado (explico esta obsessão de ontem com a leitura no post seguinte).

Deitei-os - o pai já tinha apagado porque, não bastando ter estado a trabalhar no feriado, ontem foi quinta-feira e ele levantou-se às 3h15 para ir trabalhar. Deitei-me, li mais um bocadinho e eis que me aparece o mini-homem à porta do quarto. Saltou para dentro da minha cama - este nunca dormiu connosco. Dois minutos depois aparece a irmã. Saltou para dentro da minha cama e ali ficámos os quatro, ela e o pai a dormir - e a ressonar -, eu e o miúdo acordados... ele a dançar, a virar-se, a cantar, a dar pontapés no ar - e na minha cara - a brincar, a contar histórias, e eu a ver quando é que ele cedia ao cansaço. Dei-lhe uma hora. Não cedeu. Peguei nele e levei-o para a cama dele. Peguei nela e levei-a para a cama dela. Cheguei à minha cama e não tinha sono, mas não quis acender a luz e pôr-me a ler sob pena de me dar uma insónia e passar a noite em claro. Devo ter adormecido logo de seguida... para acordar menos de uma hora depois com o miúdo a chamar por mim porque tinha deixado cair o boneco-de-dormir dele.

 

Resumindo: estou cansada... e vou recuperar hoje, já que o fim-de-semana se prevê agitado e cheio de coisas giras para fazer!

 

Adenda: fui chamada à atenção por uma amiga para o facto de ter dito que ele trabalha em TODOS os feriados. Esqueci-me do Natal e do Ano Novo, que calham numa das três semanas que ele tem de férias por ano (sim, só tira 3 semanas, que nem sempre significam 15 dias úteis, bastando que esses feriados calhem em dias de semana). Em alguns anos também não trabalha no 15 de Agosto, se apanhar as nossas duas semanas de férias de verão. É a vida...

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Lembram-se...

24.04.13

... disto?

 

Já posso contar!! Então... o que se passa é que os bloggers das fotos foram todos convidados para serem embaixadores da edição de 2013 do... Barrigas & Companhia!

 

 

Ah e tal, o que é isso? Então... desde 2007 que se realiza, no Parque dos Poetas, em Oeiras, um evento chamado Barrigas de Amor. A coisa nasceu direccionada para grávidas mas este ano evoluiu, mudou de nome, e passou a ser direccionado para toda a família. O tema desta edição é "Família: o pilar da sociedade".

 

Portanto, haverá um evento gigantesco (e giro, bem giro, mas sobre isso falamos mais à frente) a 7 de Julho. Mas durante todo o ano vão decorrer acções no âmbito deste projecto que tem também um cariz de solidariedade: o Barrigas & Companhia associou-se à Make a Wish (que é uma organização cuja missão é realizar desejos de crianças e jovens, entre os 3 e os 18 anos, com doenças graves, progressivas, degenerativas ou malignas, e oferecer-lhes um momento de alegria e esperança).

 

Para começar em beleza os eventos deste ano, vamos ter no próximo dia 30, às 18h30, no Hotel Vila Galé Ópera, o 1º Encontro Barrigas & Companhia, que vai contar com a presença do pediatra Mário Cordeiro, com o Tema – “Dona Birra, Senhor Medo e Senhor Sono.”

 

Podem visitar o site do Barrigas & Companhia, para ficar a saber mais sobre o projecto... e podem viciar-se no portal, onde haverá, entre outras coisas, textos dos padrinhos do projecto e onde muita coisa vai acontecer. Juntem-se a nós!!

 

Pela minha parte, muito obrigada pelo convite! É um prazer fazer parte deste grupo e poder contribuir para a causa Make a Wish!

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E por falar em ler...

23.04.13

... a Papel tem esta semana uma entrevista FABULOSA com o Miguel Esteve Cardoso. Deliciem-se...

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Dia Mundial do Livro...

23.04.13

... e a WOOK devolve 100% do valor das compras feitas hoje, excepto livros escolares e ebooks...

 

MOMENTOS WOOK 100%

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And the winner is...

22.04.13

 

[E um gigantesco "obrigada" à Célia!!]

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Coisas que me acontecem... (episódio não-sei-quantos-mil)

22.04.13

Nota prévia: moro numa rua onde é complicado estacionar (e "complicado" é eufemismo). Aqui ao lado há uma churrasqueira (já vão perceber).

 

Sexta-feira, cerca das 20h, carro carregado de sacos de compras e dois miúdos pequenos. Chego aqui à rua, onde vislumbro uma série de carros estacionados em segunda fila, sinal de que não há lugares vagos para estacionar. Já quase a chegar ao meu prédio vejo um lugar, mesmo em frente à churrasqueira. Faço sinal para estacionar. À beira do lugar está um polícia que me faz sinal para seguir. Esbugalho os olhos a tentar perceber o que se passa. Sigo caminho, como me mandou fazer a autoridade. Olho pelo retrovisor e vejo uma carrinha da PSP a estacionar no lugar que eu vi primeiro, onde cheguei primeiro e onde o polícia não me deixou estacionar. Volto o carro, incrédula. Vejo os polícias a sair da carrinha e a dirigirem-se para a churrasqueira.

 

Iam apanhar ladrões? Não. Iam atrás de um homicida? Não. Iam resolver uma altercação? Não. Iam resolver uma situação de violência doméstica? Não. Iam jantar.

 

Portanto, um polícia não me deixou estacionar num lugar que não tem qualquer indicação de reserva ou prioridade para que a carrinha deles pudesse lá estacionar, para que ele e os colegas pudessem ir jantar. Está certo...

 

(Fiquei a ferver. Acho inadmissível, pronto).

 

[E tive que parar o carro em segunda fila, descarregar as tralhas todas, tirar os miúdos e ir pô-los dentro do prédio. Entretanto apareceu o meu marido que acabou por ir estacionar o meu carro. Igualmente incrédulo e a ferver...]

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Estou quase...

22.04.13

... quase a divulgar a vencedora da sessão fotográfica do Dia da Mãe, com a Célia Lopes!! Stay tunned!

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Todos Por Um

20.04.13

Hoje passámos parte da manhã na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha, no evento Todos Por Um.

 

Assim que entrei esbarrei na Niki e na minha BFF, as duas enfiadas na sala das tatuagens. A Niki saiu de lá com uma andorinha linda nas costas - e eu cheia de vontade de tatuar finalmente a "minha" frase... mas como ainda não decidi bem onde a quero fazer, não arrisquei.

 

Senhor marido foi inscrever-se como dador de medula. Ia mentalizado para ir dar sangue, mas afinal foi só recolha para a questão da medula. Entretanto, encontrei por lá a Analog e a outra Niki - e é giro isto de reconhecer os miúdos e levantar os olhos para procurar pelos pais!

 

No andar de cima, o resultado da dedicação de um grupo de mulheres que sim, têm mais que fazer, mas que ainda assim abdicaram do seu tempo para se entregar a esta causa maior: o Rodrigo. Para mim, o díficil foi resistir... Ele era bolos, ele era tartes, ele era cupcakes, ele era colares, ele era roupa, ele era livros... Claro que fiz a ronda - e claro que não resisti a tudo (trouxe dois colares e um livro e consegui só comprar cupcakes para os miúdos!). Valeu a pena.

 

O que também valeu muito a pena foi conhecer (finalmente!) ao vivo e a cores a Pólo Norte, a Glitering, a SMS e a Erica. Tudo gente que acompanho há uma vida, tudo gente com quem gosto de conversar (bom, com a Sónia só tinha trocado uns mails, mas ela confirmou a simpatia que sempre achei que tinha).

 

Gostei muito mesmo! E tenho pena que isto não seja coisa habitual de sábado de manhã, pelo privilégio que é ajudar uma causa importante e conviver com gente gira, que vale muito a pena e que tem muito para ensinar.

 

Obrigada a vocês, que moveram o céu e a terra para que isto acontecesse. Sois as maiores!!!

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Amanhã

19.04.13

Vamos todos aqui, sim?

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Dos livros que são chatos p'a caraças

19.04.13

Eu não gosto de deixar livros a meio. Se os começo a ler e percebo que dali não vai sair nada de bom, abandono a leitura e pronto. Mas não gosto de avançar muito num livro e ter que desistir quase no fim. Acabou de acontecer. Estava a ler "O Inquisidor", Catherine Jinks, e fartei-me. Ok, aquilo passa-se na Idade Média. Mas não tinha que ser chato. Só que é - MUITO. E eu resolvi que o tempo de vida que me resta não chega para ler livros que não valem a pena. Por isso, toca a avançar na matéria...

 

Peguei no "Menina de Ouro", Chris Cleave. É o mesmo Senhor (assim, com maiúscula) que escreveu "Pequena Abelha". Bom, li 40 páginas daquilo e estou enleada. Isto sim, é bom. Nisto vale a pena gastar tempo!

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E quando...

19.04.13

E quando o produto de uma sessão fotográfica nos põe a chorar? O que é que fazemos?

 

Às vezes tenho pena de me recusar terminantemente a expor fotografias dos meus filhos na internet. Agora, por exermplo. É que acabei de receber as fotos da Célia Lopes e... sim, comecei a chorar... E não me acontece muitas vezes. Mas ali, naquelas fotografias, está amor, está este nó apertado, impossível de desatar, que me une aos meus filhos. Ali está exactamente o que somos os três, quer a solo, quer juntos. A Célia conseguiu captar a essência do que somos. Mesmo. E não é fácil. Aconteceu-me uma vez, com as fotos da Lia, mas é diferente - a Lia conhece-nos, é da casa. A Célia conheceu-nos no dia em que fotografámos e conseguiu captar aquele fiozinho invisível que nem sequer consigo explicar bem. 

 

Só vos digo: a Célia vale MUITO a pena!!

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Dia da Mãe

18.04.13

Já participaram no passatempo da Célia Lopes?? Termina amanhã!

 

[E eu estou agora a receber as fotos que faltavam da nossa ... e estou em pulgas!!]

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Caminhos

18.04.13

Eu sou de marketing. Tirei o curso, sempre trabalhei na área. Portanto, não percebo quando é que passei a ser - e passo a citar - "a miúda que percebe dessas cenas da net". Por isto entenda-se a miúda que regista domínios, que cria contas de alojamento, que configura DNS, que cria contas de email, que brinca com forwarders, etc. Não percebo, juro.

 

[Mas, quando me aparece um problema qualquer que eu não consigo resolver, percebo que esta não é mesmo a minha praia...]

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Da dieta

18.04.13

Portanto, isto faz-se bem, que faz. Não se fica com uma fome daquelas de apetecer comer um boi inteiro. Mas andar há duas semanas a lanchar pão com manteiga e fiambre de peru e a comer gelatina sempre que me dá a larica é coisa para me enjoar.

O meu problema é só um: saber que não posso comer determinada coisa. Reparem, eu passo semanas sem comer um iogurte ou uma peça de fruta. Mas é porque não quero, não é porque não posso. Não podendo, é precisamente isso que me apetece comer... Nada de grave, claro. Mas é chato.

 

Por outro lado, tenho andado a inventar um bocado na confecção das coisas e isto tem corrido bem. Houve um dia, por exemplo, que salteei peru em azeite e alho. Depois enfiei para lá meio molho de espinafres. Ficou delicioso...

 

Amanhã logo vejo como correu esta semana... (não estou muito esperançada, confesso...)

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Nunca estamos satisfeitos com o que temos...

17.04.13

Passei anos da minha vida a aditivar o meu cabelo escorrido, fininho e agarrado à cabeça com espumas de volume. Queria muito um cabelo que se visse e que segurasse coisas, nomeadamente ganchos.

Hoje em dia, tento a todo o custo domar uma cabeleira que parece que se tornou uma república independente: farta, forta, espessa, cheia de volume.

 

(O meu cabelo foi o que mais mudou com as gravidezes. E, mesmo tendo passado tanto tempo desde a primeira, nunca mais voltou a ser o que era...)

 

(Ainda assim, adoro-o e não tenciono domá-lo por via de alisamentos japoneses, marroquinos, brasileiros, libaneses ou tahitianos. Não mesmo!)

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Hábitos

17.04.13

Li algures que demoramos 21 dias a mudar um hábito e mais 7 para o adquirirmos definitivamente. Um mês, portanto.

No dia em que fiz 34 anos resolvi que chegava de dormir maquilhada (e nem era nada de especial - lápis e rímel, às vezes blush, postos de manhã, portanto já muito desvanecidos). Sim, eu não tinha o hábito de limpar a pele antes de dormir. Os restos da maquilhagem da véspera sucumbiam à lavagem da cara na manhã seguinte. Uma parvoíce, eu sei. Portanto, a 11 de Fevereiro resolvi que já chegava. E passei a limpar a cara religiosamente todas as noites antes de me deitar (excepção para os dias em que tomo banho a esta hora e não faz muito sentido limpar o que acabou de ser lavado).

Passaram dois meses e seis dias. Houve dias em que me apeteceu assobiar para o lado e fingir que não precisava de limpar a cara coisa nenhuma. Houve dias em que me esqueci (dois ou três dias, não mais do que isso). Mantive-me fiel à minha decisão e fiz disto um hábito. Hoje, dois meses e seis dias depois, já nem penso no assunto. Limpar a cara com desmaquilhante, passar o tónico e terminar com o creme de noite tornou-se uma espécie de acto-reflexo. Mission accomplished.

 

Ginásio. Eu sou a definição de preguiça. Sou mesmo. Para mim, não há pecado mortal que chegue aos calcanhares da preguiça. No fundo é o pecado mortal mais fácil de "praticar": basta não fazer nada. E eu sou exímia em não fazer nada! Desde que deixei de ter educação física na escola - ou seja, desde que deixei de ter aulas de desporto à borla - tenho andado on-and-off em ginásios. Primeiro foi a aeróbica e o step. Depois foi o karaté. Depois foi o RPM e o Combat. Depois voltou a ser o Karaté. Depois voltou a ser o RPM. Agora, desde Novembro, é o Cycling, o Pump, o Balance e a localizada. Várias vezes por semana, sempre à hora de almoço e/ou ao sábado de manhã.

Na semana passada, por imposição da Dieta, não fui ao ginásio vez nenhuma. No sábado fui matar saudades "ao de leve", com meia aula de Combat e uma de Balance. Hoje voltei ao cycling. E, caraças, senti falta disto! Portanto, também no que toca ao exercício físico, cinco meses e meio depois, a coisa está definitivamente instalada. E também já não tenho que decidir se vou ou não - só não vou quando tenho alguma coisa urgente para fazer. De resto, estou lá.

 

E é isto... Hábitos: 21 dias para os mudar, 7 dias para os sedimentar. Simples, não é?

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Guest Post #3_Paixão - Rita Varela

16.04.13

[A minha convidada de hoje é a Rita Varela... que é a grande responsável pela minha mudança de perspectiva. Foi a Rita que me fez perder o medo de saltar para fora da minha "caixa", foi a Rita que me mostrou que não há problema nenhum em aproveitar aquilo que tenho e em sentir-me bem comigo mesma. Obrigada por isso, Rita... e por este texto!]

 

Paixão

Existem diferentes tipo de paixões, as passageiras e as que duram uma vida, mas aprendi
que, quer uma, quer outra, devem ser capturadas por nós quando damos por elas.

Todos nos dizem que devemos ser felizes, mas poucos lutam por o ser, poucos vivem
com paixão, porque é difícil, porque dá trabalho, porque somos naturalmente comodistas,
sair da zona de conforto, da normalidade dá trabalho, mas acreditem que vale a pena.

Apesar de nos dizerem de pequeninos que devemos ser felizes, que nos devemos
apaixonar pelas coisas, muitos se incomodam com a felicidade dos outros, a felicidade
daqueles que vivem com paixão e apaixonadamente.

Disso sou eu testemunha. Falo na primeira pessoa, senti na pele o estigma de quem quis
ter na realidade o que sabia ser a sua paixão. Como disse no inicio, a paixão tem muitas
formas e eu encontrei a paixão por uma profissão. Abdiquei da profissão normal e “certa”
para ter algo diferente, algo que tinha a certeza que me iria apaixonar e fazer feliz todos
os dias.

Posso dizer que neste processo tive muita sorte, primeiro por ter conseguido retirar dos
confins da minha mente a ideia do que queria mesmo fazer. Algo muito complicado e que
estava coberto por várias camadas de crenças e preconceitos, que haviam sido colocados
durante toda a minha vida, mas consegui, consegui trazer para a luz do dia o que sabia
ser a minha paixão.

Esta foi a primeira dificuldade, a descoberta. A segunda foi seguir em frente, deixar para
trás o que era de gente grande e “certo” e correr para a frente. Deixar de ouvir os que não
acreditavam. Tive sorte outra vez, tive pilares que me sustiveram na caminhada, que não
me deixaram cair, pilares em quem eu pode recorrer e que sabia estarem sempre lá para
me apoiar.

Ainda há uma terceira dificuldade, a luta para me manter à tona de água, para ser alguém
fazendo o que me apaixona, mas mesmo nisso tenho sorte, porque me foram aparecendo
pessoas fantásticas que não me conheciam, como a Lénia, que vão renovando sempre a
minha paixão pelo que faço, aprendendo comigo e pondo em prática o que lhes ensinei,
sendo mais felizes depois de nos termos encontrado.

Sei que, pelo caminho que tenho pela frente, vão surgir novas paixões, e eu só desejo
conseguir vê-las para as agarrar, para lutar por elas e para as largar quando daí não vier
mais nenhuma paixão, quando não me trouxerem mais felicidade.

Na minha mente está sempre presente que só vivemos uma vez e tenho de ser feliz
enquanto cá estou, não tenho outra oportunidade para o ser.

Quando a Lénia me convidou para escrever qualquer coisa, fiquei em pânico, mas
agora agradeço-lhe por ter me ter dado liberdade, por me ter deixado escrever o que me
apetecesse, por me ter dado este momento de felicidade. Obrigada.

Como diria Raul Solnado “Façam o favor de ser felizes!!!”

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Os melhores do mundo são portugueses

15.04.13

O Cristiano Ronaldo.

O Mourinho.

E o Hugo Veiga.

 

E quem é o Hugo Veiga? O Hugo Veiga é um geniozinho do mundo da publicidade e está para o dito mundo como os outros dois ali de cima estão para o futebol. De onde é que saiu esse tal Hugo Veiga? Da Maia. E de Benfica. Quer dizer, cresceu na Maia e foi tirar o curso dele a Benfica, na Escola Superior de Comunicação Social. Além de ser um tipo como deve ser, amigo, divertido e super boa-onda, sempre foi hiper criativo. Um dia resolveu que queria trabalhar numa das cinco melhores agências de Lisboa. Fez-se à vida. Vestiu-se de "Professor Carago" (ele é moreníssimo, empastou o cabelo em gel e passou por indiano), fotografou-se e fez uns flyers com um texto que misturava o curriculum dele com o discurso normal nos flyers do Professor Bambo, Professor Karamba, etc. Depois contratou um senhor que era efectivamente indiano (um típico "qué-frô") e meteu-o à porta das agências, a distribuir os flyers por quem entrasse e saísse dos prédios. Entre aquelas pessoas que entravam e saíam haveriam de estar os directores criativos das agências, não é? Estavam. E ele arranjou entrevistas nas cinco agências. Até que ficaram duas a disputá-lo e ele pôde escolher para onde ia. Uns tempos depois resolveu que queria ir para o Brasil e foi... Tal como os jogadores de futebol fazem, ele escolheu o campeonato mais competitivo do mundo e está a jogar numa das melhores equipas. E é la que tem feito as melhores campanhas dos últimos tempos.

 

Esta foi lançada hoje. E é, tal como o seu "progenitor", genial.

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** Passatempo **

15.04.13

Lembram-se das fotos que a Célia Lopes nos tirou em jeito de comemoração antecipada do Dia da Mãe?

Então... a Célia quer oferecer uma sessão "Dia da Mãe" a uma/um de vocês!

O processo é simples:

  1. Ser fã do Not So Fast no FB
  2. Ser fã da Célia Lopes Fotógrafa no FB
  3. Fazer uma partilha pública (atenção a isto: tem que ser pública, caso contrário não conseguimos ver e não podemos validar a participação!) com um comentário querido (que a Célia merece!) desta publicação.

O passatempo decorre até dia 19 de Abril. Participem porque vale MUITO a pena!!

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Era uma vez uma lontra... Semana #2

15.04.13

Pois bem, sexta feira lá fui eu, medir-me e pesar-me naquela balança demoníaca que me diz as verdades que eu não gosto de ouvir...

Bom, numa semana perdi 800gr. A nutricionista perguntou-me se eu esperava mais. Quando comecei a dieta sim, esperava. Achei que ia chegar ao final da primeira semana com menos 1,5kg. A meio da semana, passei a achar que não ia perder peso nenhum... Portanto 800gr, não sendo uma maravilha, também não foi mau.

Perguntei pelos porquês... visto que passei a semana a "pastar", a cumprir com o que era suposto e tal... E a nutricionista lá me explicou que, uma vez que eu já andava a cortar nos hidratos e nos açúcares e que já tinha tido uma perda de peso boa nas duas semanas antes de começar esta dieta, o meu corpo não sentiu o choque. Ou seja, na prática, foi como se fosse a semana 2 ou 3 desta dieta. Ok, aceito.

Esta semana já posso comer iogurtes (yay!) e espinafres (double-yay!!). Já posso voltar ao ginásio (no sábado já fui matar saudades!). Já me habituei às restrições e já não me custa tanto. Claro que ainda sonho com bolos de chocolate, mas... a seu tempo...

Resumindo: segundo a balança da nutricionista, estou a 11kg do meu objectivo. Segundo a minha, estou a 8kg... Já faltou mais!!

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E hoje...

15.04.13

... na Papel, um dos textos que mais gozo me deu escrever. Um texto que certamente não fica por aqui. Um texto a que hei-de regressar em breve...

 

(Please, please, please... preciso de feedback sobre ele, pode ser? Agradecida, muito!)

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Peter Pan

12.04.13

Síndrome de Peter Pan não é ter quase quarenta anos e ainda viver com os pais...

 

Síndrome de Peter Pan é ter quase quarenta anos e continuar a passar a vida em festivais de tunas...

 

(Dassssssse...)


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Amarelou

12.04.13

Adoro amarelo. Gosto mesmo. É uma cor alegre, que me põe bem disposta e, achava eu, que me ilumina. Repito: achava eu...

 

Até a Rita, quando esteve lá em casa a domar o caos que era o meu armário, me ter feito um teste de cor e me ter posto um pano amarelo à frente... e eu ter ficado imediatamente com um ar anémico, olheirento e carregado. Só aí percebi que o amarelo, quando colocado ao pé da minha cara, não funciona.

 

E, no sítio onde estou agora, acabei de ver uma senhora que tem exactamente o mesmo "problema" que eu...

 

[E foi assim, com o tal teste de cor, que percebi a importância de olharmos com olhos de ver para as coisas e que gostar de determinada cor não basta. É preciso - ou convém, vá - que a cor nos fique bem e nos puxe para cima, em vez de nos empurrar para baixo.]

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Papelando

12.04.13

Esta semana há o cheiro dos livros...

 

... e o cheiro que me transporta ao meu paraíso pessoal... e que é um cheiro que a Meg odeia...

 

E há ainda, pela mãos da Andreia Miranda, uma entrevista fabulosa...

 

E há tudo o resto na Papel que, como sempre, está muito, muito boa!

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E a neura...

12.04.13

... foi-se. Assim, sem mais. Quer dizer, o facto de estar sol e uma temperaturazinha boa é capaz de ter ajudado...

 

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