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E mais se informa que...

31.08.11
... o 500º seguidor vai ter direito a brinde.

(Mail com printscreen do "evento" é o que basta para validar a coisa)


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Não há nada que não me aconteça... (Aposto que já tinham saudades!!)

31.08.11
Sábado passado, hora de almoço. Marido resolve ir à rua fazer já não sei o quê. Dá voltas à chave, na porta de casa, e a porta nada de abrir. Trinco nem para um lado nem para o outro. Tenta com a minha chave. Nada. Porreiro: estamos trancados em casa.

Ligo para a Sofia, que mora perto, a saber que andava por ali. Por sorte ainda andava (estava de saída para longe). Pedi-lhe que passasse em minha casa, para ver se me conseguia abrir a porta pelo lado de fora. Ela chegou. Fizemos descer a chave até à rua atando um cordel ao porta-chaves (porque atirar a chave era capaz de a partir, visto que moro num andar alto). Ela pega naquilo, entra, tenta abrir a porta e nada. Nem para um lado nem para o outro.

A chave original está em casa dos meus pais. Que estavam na terra. Fora de questão, portanto. Entretanto a Sofia passou ao lado de uma loja de ferragens que tem serviço de emergência para casos destes. Ligou-me a dar o número de telefone. Ligo para eles. O senhor diz que já volta a ligar. Liga 3 minutos depois. Aparece lá ao fim de mais 10 ou 15 minutos. Voltamos a fazer descer a chave (que entretanto subiu atada a outro cordel) e ele tenta o mesmo que a Sofia, obviamente sem êxito. Lá saca das ferramentas dele e consegue desencravar aquilo. Termina o trabalho com um "da minha parte são 80 euros".

Aparentemente, a chave do meu marido, gasta e velha, encravou a fechadura. Solução: fazer chaves novas, a partir da original, e testá-las até estarem perfeitas. Se voltar a acontecer isto teremos que mudar o segredo da fechadura e aí, em vez de oitenta, serão duzentos e muitos euros. Já fizemos as chaves e a coisa está tratada.

Pormenor: no sábado era suposto termos ido a um casamento. Felizmente, o mar não está para peixe e casamentos de pessoas que não conheço de parte nenhuma são coisa em que nem me passa pela cabeça investir dinheiro... Se tivéssemos aceite o convite de casamento, teria sido um belíssimo stress...


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Em casa

31.08.11
Não sei se vos acontece: irem a um sítio qualquer pela primeira vez e sentirem-se em casa. Fazerem um percurso novo e sentirem-se em casa. Estarem com alguém que mal conhecem e sentirem-se em casa. A mim isto acontece de vez em quando.

Andei a testar os diferentes percursos possíveis (de transportes) para o escritório. E só me senti em casa num deles. E soube imediatamente que vai ser o meu percurso diário, enquanto esta etapa durar. É uma espécie de zona de conforto. E eu sou daquelas pessoas que arrisca muito, que não tem medo de mudar nem de nadar em águas desconhecidas. Mas há coisas em que prefiro a segurança e o conforto acima de tudo. E esta é uma delas.


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Sobre o tipo que violou a turista italiana

31.08.11
Mas alguém no seu perfeito juízo acha que um tipo que está ilegal em Portugal vai cumprir as apresentações periódicas à PSP a que foi obrigado por ter raptado e violado uma rapariga italiana que veio para cá de férias?

É preciso ser-se muito estúpido para se estabelecer uma medida de coação destas a um tipo destes. Para mim, em casos de violação, abusos sexuais a menores e afins não há cá apresentações periódicas nem prisões domiciliárias. É prisão preventiva mesmo, para depois passar à prisão efectiva. Já para não dizer que há casos em que tenho pena de não haver penas mais pesadas na moldura penal cá do burgo.


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Marianne e os transportes públicos

30.08.11
Ontem vim de carro e fui de transportes para casa. 10 minutos a pé, do trabalho para o Cais do Sodré. Metro até aos Restauradores. Comboio para casa. Uma hora e quinze, com paragens pelo meio. Umas páginas lidas. Descanso.

Hoje vim por outra rota: comboio de casa para Sete Rios, metro até ao Cais do Sodré: uma hora e dez. Logo vou por uma terceira rota: metro até Roma/Areeiro (que é directo, não tenho que mudar na Baixa-Chiado, e é capaz de me poupar mais uns minutos), comboio para casa. A ideia é ver qual é o mínimo de tempo que consigo gastar nestas viagens.

Adoro. Era disto que eu tinha mais saudades, nos anos em que trabalhei longe de transportes públicos: de tempo para ler. Vou aumentar exponencialmente o meu volume de livros lidos e ainda bem!

(E o "Hotel Memória" já está a caminho da minha casa... Damn it! Ainda não acabei o Saramago!)

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O bolo de laranja - Bimby e tradicional

29.08.11
Também está aqui.


Ingredientes Massa:

3 ovos
170gr de açúcar
3 c. de sopa de manteiga derretida (+-60gr)
3 c. de sopa de leite
200gr de farinha
2 c. de chá de fermento
1 c. de sopa de raspa de laranja

Ingredientes Calda:

2 laranjas (sumo e raspa)
1 ovo + 1 gema
200gr de açúcar
65gr de manteiga


Versão Bimby:
Bater os ovos com o açúcar durante 2 minutos na velocidade 3. Adicionar a manteiga em fio (com aquilo na velocidade 1) e depois bater mais 2 minutos na velocidade 3. Juntar o leite, a farinha, o fermento e a raspa de laranja e bater 3 minutos na velocidade 4. Levar ao forno a 180º, durante 35 minutos.

Para o molho: colocar todos os ingredientes no copo e bater 3 minutos, temperatura 80º, velocidade 3. Desenformar o bolo e pôr a calda por cima.


Versão "tradicional":

Bater os ovos com o açúçar. Adicionar a manteiga em fio e bater. Juntar o leite, a farinha, o fermento e a raspa de laranja e bater mais um pouco. Levar ao forno a 180º, durante 35 minutos.

Colocar os ingredientes do molho num tacho, e mexer. Levar ao lume e deixar ferver em lume brando durante 2 minutos (ou até a calda começar a engrossar). Desenformar o bolo e pôr a calda por cima.


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@ Pública

29.08.11
(Oui, c'est moi...)

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@ Ikea - os impossíveis que acontecem

29.08.11
Ikea de Loures (2º Ikea do dia, já que tínhamos ido do de Alfragide para este). Elevador de acesso à loja. Entramos. Vem uma rapariga com um carrinho de bebé e uma menina pela mão. Faço o elevador esperar por elas. A rapariga diz que o marido vem lá. Pergunto se quer que mantenha as portas abertas. Diz-me que não e seguimos viagem. E depois...

Ela: desculpe, posso fazer uma pergunta?
Eu: pode, claro.
Ela: é a Marianne, não é? (o meu marido boquiaberto).
Eu: sou...

E falámos um bocadinho. E tive pena de não falarmos mais.

Gosto disto: de conhecer leitores. E, não sendo hipócrita, soube bem saber que há quem me leia e que me reconhece por aí. Não é vaidade. É apenas gostar de saber que quem me lê acha que vale a pena abordar-me. Isso deixa-me feliz. Porque isto é feito por mim, mas não era a mesma coisa sem vocês, que me lêem diariamente.

Obrigada mesmo. E, se me virem por aí, digam um olá!

P.S.: a menina do Ikea que se acuse... que eu não cheguei a perceber quem é!


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@ Ikea

29.08.11
Eu AMO o Ikea. Adoro mesmo. Sou capaz de passar lá horas, a cirandar. E sou capaz de demorar 10 minutos entre entrar, escolher, pagar e sair, quando sei exactamente o que quero. Conheço aquilo tão bem que não preciso de muito tempo para encontrar as coisas.

Ontem foi dia de Ikea. Objectivo: dar uma volta à cozinha (olá, Lia!!). Eu sofro de um problema grave: falta de espaço. Melhor: espaço muito mal aproveitado. Vai daí, resolvemos fazer umas pequenas alterações para remediar a coisa. Comprámos uma mesa de cozinha. Acabaram-se os jantares-de-semana na sala. Quem conhece a minha cozinha sabe a dificuldade que é enfiar lá mais o que quer que seja. Conseguimos. Tirámos cadeiras e pusemos a mesa. Mais incrível ainda: cabemos os quatro, cadeira de bebé inclusive. Ontem já lá jantámos e é super prático.

Passei a ter um cantinho de costura oficial. Uma secretária e um carrinho de cozinha bastaram para me dar o espaço de que precisava. Estreio-o hoje, com uma encomenda (olá, Nini).

Há mais alterações a fazer: prateleiras para colocar, gavetas para arrumar, muito decluttering para fazer. Já começou. Limpei a minha gaveta da mesinha de cabeceira e nem fazia ideia do espaço que tinha. Estava atafulhada de tralha que não me servia para nada. E se não serve para nada, vai fora. Ando a aprender umas coisa com gente inspiradora (olá, Rita!). Tem sido muito bom aligeirar a minha vida, limpá-la de coisas supérfluas. Só fica o que importa. E é bom!


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Back!

29.08.11
Estas férias foram uma espécie de mixed feelings. Não foram (de todo!) as férias que eu queria ter tido. Estive demasiado tempo na terra. O senhor marido teve que trabalhar dois dias, depois de regressarmos. Isso fez com que só tivesse havido dois dias de praia. Aldrabados. O primeiro começou na 5ª feira passada, às 17h, e terminou às 19h30. O segundo começou na 6ª às 10h30 e acabou às 12h. E foi isto. Sábado foi como se não estivéssemos de férias: limpeza (e é nestas alturas que eu penso: adorava ser podre de rica!!). Ontem foi dia de Ikea (post sobre isto a seguir) e mais limpezas e arrumações. Mas aquelas limpezas e arrumações que me dão um gozo do caraças, porque envolvem mudança de rotinas. E hoje, o normal: correria de manhã porque a miúda é alapada à cama como gente grande. Mas saímos a horas e cheguei a horas e pronto. Logo o regresso faz-se de comboio e é assim que vai passar a ser a rotina da ida/vinda do trabalho. É que o senhor António Costa foi celeríssimo a espetar parquímetros em tudo quanto é rua de Lisboa e não dá para oferecer cerca de 200 euros/mês à Emel. Não dá mesmo.

(Se ele tivesse sido igualmente célere a arranjar a 24 de Julho, do lado do Rio (que eu nem sei se se chama 24 de Julho, mas pronto. É a rua que passa em frente ao Museu da Electricidade, da Fundação Champalimaud (ou lá como se chama aquilo), da Torre de Belém, etc. Um degredo de buracos, é o que é. E com o dinheiro que andamos - todos quantos temos que trabalhar em Lisboa e, ups, precisamos de carro para trabalhar - a enfiar-lhe nos bolsos, bem que ele podia mandar recalcetar aquela merda que bem precisa).


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Este domingo

26.08.11
Este domingo, na revista Pública, a receita do melhor bolo de laranja do mundo. A versão é para a Bimby mas para a semana deixo aqui a versão "tradicional".


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O que ando a ler

24.08.11
"O Livro dos Homens Sem Luz" estacionou na minha secretária do trabalho, para ler à hora de almoço. Está a ser difícil, confesso. Depois de ler "O Bom Inverno", também do João Tordo, o outro começou a saber-me a pouco. Nota-se que é um livro anterior, nota-se que o João Tordo aprendeu muito entretanto. Hei-de acabá-lo porque é preciso que um livro seja mesmo muito, muito mau para o deixar inacabado. E o livro não é mau. Só não é tão bom como o outro.

Entretanto peguei no "As Três Vidas" do... João Tordo (ando obcecada, eu sei). Li-o de enfiada. É maravilhoso. Mesmo. Mas deve ser lido antes de se ler "O Bom Inverno". Querem saber porquê? Leiam. Os dois (só assim vão perceber).

Acabado aquele, sigo para "As Intermitências da Morte", do José Saramago. Até ver, brilhante, como é costume. Nada que me surpreenda. Depois conto.

E sim, ando numa de ler Portugal. Ando numa de ler os meus autores preferidos. Acho que a seguir marcha "O Cemitério de Pianos", do José Luís Peixoto. Está na minha estante há uns 3 anos, à espera de vez...

(Ou isso ou o "Hotel Memória" do... João Tordo. Encomendei-o antes de ir de férias e ainda não chegou. Espero que não chegue até eu acabar o do Saramago, senão já sei o que é que acontece. A coisa começa com um "deixa cá só ler duas ou três páginas" e acaba com um post aqui a dizer o quão fabuloso é o livro...)

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Um... dois...

23.08.11
... um dia depois dos sete meses do pimpolho, o segundo dente a rasgar a gengiva. Choros sentidos e aflitivos. Muitas mãos na boca. Felizmente sossega com o Bálsamo Primeiros Dentes. E fica lindo com aqueles dois ratitos a espreitar lá em baixo!


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Mais um a morder

19.08.11
A dois dias dos sete meses, o 1º dente. Com o devido acompanhamento: rabugice, choro, pouca vontade para brincar. Já só faltam 19 (da 1ª fase...).


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Planeamento semanal de refeições (para a Lua)

18.08.11
Não tenho nenhum programa XPTO que me diz o que hei-de fazer em cada dia. Também não criei seis ementas semanais que rodo ao longo do ano. Sou muito mais básica do que isso tudo.

Faço assim: primeiro, tenho que ter uma noção do que tenho em casa (no frigorífico, na arca e na despensa). Depois vejo o que é que tem que ser consumido rapidamente sob pena de ir parar ao caixote do lixo ser ter sido utilizado (por exemplo, se tiver atum a acabar o prazo, penso em qualquer coisa que leve atum). Depois tento perceber o que é que posso fazer que a) não seja demasiado complexo (e não me ponha na cozinha duas horas, em dia de semana) e b) que nos agrade.

Tenho uma série de receitas que são sucessos garantidos e que vou repetindo com alguma frequência: lasanha, lasanha de atum, bacalhau com espinafres e batata palha, massada de atum, sopa de peixe, bifes de cebolada, peixe em papelotes, arroz de polvo... 

Tento não abusar nas receitas calóricas, por isso procuro que haja peixe cozido, sopas, bifes grelhados e afins com alguma frequência.

Outra coisa que eu notava quando não fazia um planeamento semanal era que passávamos a semana a comer carne. Era muito mais imediato eu pensar em qualquer coisa com carne do que com peixe. E abusávamos. Agora não. A regra é: um dia peixe, um dia carne. Como a miúda está na escola tento que ela coma uma refeição de carne e uma de peixe por dia. Acontece que na escola dela eles são pelo livre pensamento e mudam a ementa que mandam aos pais com mais frequência do que eu consigo pensar em receitas. Portanto, nunca sei o que é que ela vai comer amanhã. Só sei o que comeu há bocado. Assim sendo, desisti de andar atrás deles e mantenho-me na minha cadência de um dia carne, outro peixe.

Até agora, era raro levar almoço para o trabalho. Isso vai mudar, assim que regressar ao trabalho. Portanto, vou ter que repensar o que vou fazer, mas não há-de ser grave.

Depois, na hora de planear a semana, o que acontece normalmente à sexta, o que eu faço é: com base no que tenho em casa, vejo o que me apetece fazer. Se houver peitos de frango, é provável que acabem no forno, panados com cornflakes, e acompanhados de arroz branco. Se houver pescada, ou vai cozida (adoramos, e não é irónico, gostamos mesmo!) ou temperada com coentros, orégãos, sal, azeite e alho, em papelotes, para o forno. Se houver bifes de peru, são grelhados e acompanhados com esparguete. Depois, porque gosto muito de cozinhar e de descobrir coisas novas, tento sempre fazer pelo menos dois pratos novos todas as semanas (daí não me dar bem com as listas que se repetem a cada seis semanas). Ou seja, pego nalguma receita que me tenha chamado a atenção e ponho-a na ementa. Tento mesmo é não deitar fora coisas que tenha no frigorífico.

Uso muito as revistas da Bimby, o site da Bimby, o da Vaqueiro e os livros da Mafalda Pinto Leite. Não tenho muito o hábito de procurar receitas em blogs e ainda não comprei o "Feito Em Casa" da Joana Roque (mas já faltou mais).

Porque é que programo a semana à sexta? Para aproveitar a ida às compras, no sábado de manhã, para fazer alguma compra de que precise. Tento ao máximo comprar tudo o que preciso para a semana (com excepção de carne e peixe) e evito passar a semana no supermercado. Gasto muito menos dinheiro assim (e consigo gastar ainda menos! E isto é uma coisa que quero mesmo fazer daqui em diante). Depois, com dois miúdos pequenos, a última coisa que eu quero é passar pela saga do supermercado todos os dias da semana! A sério, se eu puder evitar levá-los a esse centro de desespero que atende por supermercado, evito. Isso poupa-me carradões de nervos e mantém-me com disposição para cozinhar.

Acontece com alguma frequência não fazer o que tinha planeado para aquele dia. Ou porque a minha sogra nos manda jantar, ou porque jantamos nos meus pais, ou porque chegamos mais tarde e já não dá para fazer aquilo. No fim da semana sobra uma receita que transita para a semana seguinte. É menos uma em que tenho que pensar! Ah, e para o jantar de domingo, o que está escrito no quadro das ementas é sempre o mesmo: "sopa e coisas". É o dia em que petiscamos, em vez de jantar. Comemos uma sopa e torradas, ou ovos mexidos, ou pão com qualquer coisa. Ou, no verão, é o dia da caracolada. E sabe bem ter uma refeição assim, leve e descomplicada.

Outra coisa que faço com alguma frequência (e que quero passar a fazer mais, em mais versões): compro carne picada e guiso, com cebola, polpa de tomate, sal, alho e azeite. Divido em porções e congelo. Em dias de maior preguiça, descongelo uma porção, faço um esparguete e... voilá, esparguete à bolonhesa. Ou enfio aquilo entre placas de massa e... voilá, lasanha. Ou faço um puré e... voilá, empadão. É super versátil e desenrasca MUITO. Hei-de limpar a minha arca a fundo, ainda nas férias. Depois de me livrar de coisas que já lá estão há demasiado tempo há-de sobrar-me mais espaço. E hei-de ir cozinhando ao fim de semana. Congelo e depois, durante a semana, há uma ou duas refeições que é só descongelar e aquecer/levar ao forno. Simples e muito prático!

(Espero ter ajudado, Lua!).


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"Um dia vou ser capaz..." Hoje foi o dia!

17.08.11
Comecei a correr há coisa de mês e meio. No primeiro dia consegui correr 322m de seguida. Depois disso foi correr e andar, correr e andar. E a minha cabeça a dizer "tu não és capaz". E eu a querer ser capaz e a não conseguir. Na semana passada corri 700m seguidos. Uma vitória. Esta semana, com a minha cunhada, 1,3km. Ontem, 1,5km. E a minha cabeça a começar a dizer "estás quase a conseguir os 2,5km".

Foi hoje. Consegui! Hoje a minha cabeça ganhou a ela mesma e pôs-me 2,5kms a passar-me debaixo dos pés. 15'40''. Nunca pensei conseguir isto tão cedo, também. Hoje consegui.

Fiz 500m a andar, para aquecer. E 2,5km a correr. E no fim, para celebrar, um salto e um "yes" que acordou um lugarejo perdido no meio da serra...


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E ao segundo dia...

15.08.11
500m a andar, para aquecer. 1,5km a correr. 200m a andar, para recuperar. 1km a correr. Beber água na fonte, trocar a água da garrafa e fazer o caminho de volta a andar (com paragens rápidas para amoras... uma perdição!).

Depois de um primeiro dia de 500m a andar, 1,3km a correr (em grande esforço), 1km a andar e 500m a correr, hoje fiquei feliz. Não senti a mesma dificuldade de ontem, nem nada que se parecesse. Ando a ver se aprendo a respirar. Hoje acho que já me safei melhor... amanhã, se a anca direita deixar (sim, que nem a festa se fazia se eu não voltasse para casa com uma mazela qualquer!), gostava muito de andar os 500m do aquecimento e correr os 2,7km que me separam da fonte da água fresca.

Chegar a casa a correr 2,5km é mais do que eu posso desejar. E se o conseguir, terei demorado cerca de 1 mês e meio a passar de 322m para 2,5kms...


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This is it

13.08.11
Estamos de férias. Finalmente. Ele está exultante. Pudera: só tem três semanas de férias por ano; duas a meio de agosto e uma entre o Natal e o ano novo. Portanto passa oito meses a trabalhar, muitas vezes ao fim-de-semana. A dormir cinco ou seis horas por noite. Agora é tempo de descansar. Começámos ontem, na verdade.

Jantar em Sintra, na Taverna dos Trovadores. Ele andava a querer regressar lá há imenso tempo. Houve um jantar nosso lá que o marcou e ele queria repetir. Fomos. Que desilusão. A comida banalíssima, nada de especial mesmo. Cara, para o que era. O serviço, um pavor. Nem tanto o serviço em si, mas a postura dos empregados uns com os outros. Um dos que estava a servir à mesa resolve, a dada altura, berrar para a cozinha (demasiado perto da sala): caga nessa merda dessas sopas e aquece-me os bacalhaus, diz ele para a cozinheira. Era impossível não ter ouvido aquilo. Entretanto, outro empregado, a atender na mesa atrás da nossa resolve explicar que Olhe, os cheesecakes ainda estão congelados, por isso se quiserem mesmo os cheesecakes tenho que os descongelar no microondas... (what?? Cheesecake congelado?? Devia ser maravilhoso... NOT!).

A parte boa: estarmos ali lado a lado com o Salazar. Quem é o Salazar? O mauzão da 3ª série do 24 (a minha preferida, já se sabe). Não me impressionou estar ao lado do Joaquim de Almeida. Mas quando me lembrei que era ele o Salazar e que se fartou de estar com o Jack Bauer (lá está, também não me impressiona saber que ele contracenou com o Kiefer Sutherland - apesar de o achar assim divinal)... (isto é, obviamente, uma parvoíce pegada. E não me pôs a sacar autógrafos, nem coisa que o valha. Foi mesmo só a sensação de "este gajo passou meses com o Jack Bauer" - João, tu entendes-me, right?).

A ideia era arrumar as tralhas todas ontem. Impossível. Adormecemos os dois assim que chegámos a casa. Hoje acordámos às 7h e estamos (quase) prontos para ir. Vai ser bom.

Boas férias!


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Tech advice

12.08.11
Caríssimos,

Ando a namorar smartphones. O meu telefone data de 2006 ou coisa que o valha... não é que esteja mau (que não está, aguenta-se lindamente, não pede carga de bateria todos os dias, nem nada parecido)... mas não dá para aquelas coisa de internet e tal. Podia bem passar sem o smartphone, que podia. Mas ando a namorá-los. Acontece que percebo ZERO sobre o assunto. Vai daí... sem ser iPhones, sem ser um Samsung Galaxy todo XPTO, o que é que aconselham? Se tiver sistema operativo Android, tanto melhor. Não é fundamental. É fundamental que esteja ou desbloqueado ou que seja da TMN.

Agradecida!


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Gosto. Não gosto.

12.08.11
Gosto de regressar a este exercício de tempos a tempos. Gosto de comprar os "Gosto. Não gosto." que fui escrevendo ao longo do tempo. Gosto do Alentejo. Gosto de calor abrasador, daquele que nos obrigada a ficar em casa e que torna o ar irrespirável. Gosto do sabor de pimentos assados na salada (mesmo não conseguindo comer os pimentos). Gosto de sushi. Gosto de saltos altos. Gosto (muito) de escrever. Gosto da tranquilidade que fui conquistando ao longo dos anos. Gosto de continuar a ser um espírito inquieto. Gosto de ler. Gosto de Saramago. E de José Luís Peixoto. E de João Tordo. Gosto que os meus autores preferidos sejam portugueses. Gosto de correr. Gosto de pastéis de Belém. Gosto de cozinhar. Gosto de comer. Gosto de cabelos compridos. Gosto de barbas de três dias. Gosto das minhas melhores amigas. Gosto de amigas que, infelizmente, moram longe de mim (olá, Mafalda!). Gosto de devorar séries. Gosto do 24, apesar de já ter acabado há uns 2 anos. Gosto de mãos bonitas. Gosto do Gerald Buttler, do Orlando Bloom e do Brad Pitt. Gosto da Jennifer Aniston, da Meryl Streep e da Natalie Portman. Gosto de dançar. Gosto de música-para-dançar. Gosto de banhos demorados, a banheira cheia de espuma, e um livro nas mãos. Gosto de dormir. Gosto muito de costurar. Gosto da minha vida. Gosto de ser mãe. Gosto do cheiro do meu filho (que é, sem dúvida, o meu cheiro preferido). Gosto muito, muito, muito dos meus filhos.

Não gosto de hipocrisias. Não gosto de gente que fala, fala, fala e que não sabe quando parar. Não gosto de perder tempo. Não gosto de conduzir depressa (mas gostava, antes de ter filhos). Não gosto de cerveja nem de vinho (mas adoro sangria). Não gosto de favas, de ervilhas, de grão nem de feijão. Não gosto da grande maioria dos queijos (mas adoro queijo da serra). Não gosto de pessoas ambíguas. Não gosto de pessoas que dizem que sim a tudo, que concordam com tudo. Não gosto da situação em que Portugal está. Não gosto de falar demasiado. Não gosto de segundas intenções. Não gosto de perder horas parada no trânsito. Não gosto da era da futilidade que se vive hoje em dia (e que, nos blogs, é mato). Não gosto de pseudo-intelectuais burros. Não gosto de gente burra no geral. Nem tenho paciência para os aturar. Não gosto de já não ter o meu avô Eusébio por perto. Não gosto de sentir frio. Não gosto de cuspir para o ar (invariavelmente, já se sabe como acaba...). Não gosto de só ter 22 dias de férias por ano. Não gosto (muito) de estar grávida. Não gosto de ainda não me ter saído o Euromilhões. Não gosto da ideia de que um dia vou deixar de ter os meus pais comigo. Não gosto de não ter irmãos. Não gosto da falta de sossego com que me deparo de vez em quando. Não gosto de pessoas mesquinhas. Não gosto de saber que vou morrer. Não gosto do medo que sinto de que aconteça alguma coisa aos meus filhos.


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E nos entretantos...

11.08.11
Percebi que andei a inventar demasiado tempo. O Photoscape é fabuloso e dá para fazer isto:

À esquerda, o original; no meio, semi-tocada; à direita muito tocada. GOSTO!

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Playin'

11.08.11




Santos pode ser parco em sítios para comer, modo bom e barato. Mas dá fotos fabulosas!

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Às vezes perguntam-me...

11.08.11
... como é que consigo. Como é que consigo ter tempo para tudo, fazer tudo, estar em todo o lado.

Assumamos que não tenho o dom da ubiquidade. Se tivesse, conseguia ainda mais. Mas não tenho. E não sou a pessoa mais organizada do mundo. Não tenho o meu dia organizado em blocos de meia hora, ou coisa que o valha.

Exemplo prático: ontem. Trabalho das 9h30 às 16h (teoricamente). Pelo meio tive que ir a S. Pedro do Estoril entregar um DVD. Aproveitei que era hora de almoço e fui até uma esplanada na Parede, onde almocei uma salada e li umas páginas do livro que ando a ler. Como estava perto de um amigo meu que não via há imenso tempo, liguei-lhe a saber onde é que ele andava. Estava a sair de casa para ir para a praia, pelo que foi com a namorada ter comigo para café. Bebemos o café, pusemos a conversa em dia e regressei ao escritório. Saí às 16h55. Fui ter com uma amiga ao Piazza, para lanchar. Já não a via há uns 4 ou 5 meses e tinha saudades. Deixei o carro a uns 200m e fiz aquilo a pé (ou seja, mexi-me um bocadinho). Lanchámos, conversámos, apanhámos sol. Saí de lá às 18h. Fui para casa. Passei no supermercado antes. Fiz o jantar bem mais cedo do que é costume. Dei o jantar ao miúdo. E à miúda. Ela vomitou por cima da mesa. Limpei tudo. Jantei. Arrumei a cozinha. Apanhei roupa. Costurei 5 bolsinhas para cartões. Sentei-me no sofá a coser molas e botões. E a ver o Biggest Loser. Adormeci a meio. Acordei, arrastei-me para a cama. Era uma da manhã. Hoje levantei-me às 7h30. E cá estou...

E é isto. Nunca paro. Não consigo estar só em frente à tv, ou estar só a almoçar, ou estar só a fazer uma coisa de cada vez. De preferência, duas coisas em simultâneo. É por isso que, mesmo tendo dois filhos, consigo ver séries e ler livros. Porque faço isto enquanto faço outra coisa qualquer.
E continuo a planear ementas semanais, que me poupam a angústia de passar o dia a pensar o que é que vou fazer para o jantar. Poupo muito tempo com isto. Daqui a dias, quando gastar um dos meus dias de férias a limpar a fundo a minha cozinha (e a descongelar a arca e a dar-lhe uma volta a fundo), vou arranjar espaço na arca para poder cozinhar ao fim de semana e congelar para usar durante a semana.
Tenho uma ajuda preciosa: é raro passar a ferro. A minha mãe ajuda-me neste departamento e é isto que me permite ter serões livres.
Uma "desajuda": não tenho empregada doméstica. Já tive, deixei de ter. E tenho umas saudades monstras. Mas, por enquanto, ainda sou eu (e o marido) que, ao sábado, despacho a limpeza.

Não ando sempre cansada. De vez em quando, preciso de não trabalhar ao serão e dormir mais do que é costume. Mas, se tenho encomendas para tratar ou uma inspiração qualquer que me põe a fazer uma coisa nova, é normal ficar acordada até às 3h, para me levantar às 7h30. Durmo pouco, pois. Mas aguenta-se. Sem dramas. E por vezes ainda acho que era capaz de fazer mais qualquer coisa aqui pelo meio...


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Quase...

11.08.11
Eu sei que estive seis meses e meio em casa. Eu sei que tive tempo para tudo e mais uma coisa. Sei disso tudo. Mas também sei que estou cansada. Drainned é a palavra que me vem à cabeça. Só me apetece dormir, ver filmes, descansar. Aproveitar o sol, os mimos dos meus amores, o tempo com eles. Já só penso nos livros que quero levar para ler, nas séries que quero ver nas férias. Já só me imagino a acordar, calçar os ténis e ir correr, pela fresca, para depois chegar a casa e tomar o pequeno-almoço com eles. Já só quero que chegue amanhã à tarde (e que setembro não chegue nunca mais!).


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Sobre uma coisinha que a Rosa Cueca disse aqui num comentário

09.08.11
Na maternidade (enquanto "disciplina", vivência, etc.), não há "fazer qualquer coisa mal".

A não ser que não alimentemos os miúdos, que os espanquemos, que não lhes liguemos nenhuma, que não os limpemos, não há "estar a fazer uma coisa mal". Cada mãe é única. Cada filho é único. O que resulta para mim pode não resultar para vocês (e vice versa). E não há melhor mãe para os nossos filhos do que nós mesmas.

[Não estás a fazer nada mal, com certeza. Estás a fazer o melhor que podes/sabes. E daqui a uns anos ele agradece-te!]


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Coisas de miúdos

09.08.11
Quando não temos filhos temos toda uma panóplia de teorias acerca da maternidade. Geralmente, 99% dessas teorias caem por terra no exercício da dita maternidade, quando nos vemos a braços com seres pequeninos que, regra geral, dependem de nós para sobreviver.

Quando não temos filhos achamos que os nossos filhos nunca farão uma birra no supermercado, nunca exigirão que lhes compremos aquele chupa e aquela boneca e aquele Beyblade, nunca farão birras de sono, nunca dirão que não a nada que os mandemos fazer. E achamos que nunca lhes vamos assentar sequer uma palmada no rabo, porque a negociação vai estar sempre na ordem do dia e eles serão civilizadíssimos (e nós também).

Assim que eles nascem desce-nos uma qualquer luz que nos faz ver que nada do que jurámos nunca fazer está a salvo. E havemos de nos confrontar com birras de supermercado (daquelas que nos fazem ter vergonha de ser mãe daquela pessoa pequenina). E havemos de ter que dizer que não aos chupas e às bonecas e aos Beyblades ou, pior ainda, havemos de dizer muitas vezes que sim a isso tudo, só para não ter que gerir uma das tais birras de fazer mortos regressar à vida. E resolvemos muitos dos conflitos com uma palmada, que é coisa que não faz mal a ninguém (e que não significa espancamentos de ter que chamar o INEM, bem entendido).

Juramos que McDonald's só aos 15 anos, saídas à noite só aos 20, namorados ainda mais tarde e nunca por nunca vamos ter um neto nascido quando os nossos filhos tiverem 15 anos. Mas às vezes acontece tudo ao contrário e os nossos filhos são pais adolescentes, atafulham-se de McDonald's e saem à noite a partir dos 14, sendo que nos cabe a nós ficar plantados à porta do Garage até às três da manhã a inventar esquemas para não adormecer por cima do volante, enquanto eles andam lá dentro armados em adultos, de copo na mão, a dançar e a fazer sabe-se lá mais o quê (e eu, pessoalmente, não quero saber... ignorance is a bliss!).

Não nos passa pela cabeça ter filhos malcriados, que respondem, que confrontam, que não acatam as nossas decisões. Mas temos. E aprendemos a lidar com isso. Não imaginamos que um dia podemos vir a ter uma discussão com eles em que não temos razão, mas temos. E aprendemos a lidar com isso (e a assumir que não temos razão e a pedir desculpas na altura certa).

Quando não temos filhos achamos que a maternidade é um lago calmo, com patos e peixinhos. Depois percebemos que afinal é um rio cheio de rápidos, onde de vez em quando há pedras que nos fazem ir à água. Com sorte, aprendemos a divertir-nos com isso.

O que eu acho que ajuda (na maternidade, como na vida) é não nos levarmos demasiado a sério. E não querermos ser campeões de uma competição que na realidade não existe. Toda a gente erra. Os pais erram muito. Os miúdos aprendem também com isso. Quando não lhes escondemos as nossas falhas, quando somos honestos, quando nos mostramos tal como somos e não vestidos de super-heróis, eles aprendem que a vida não é uma coisa cor-de-rosa. E se calhar é também a melhor maneira de não nos desiludirmos enquanto pais, enquanto pessoas, enquanto família. Problemas toda a gente tem. Mas a coisa resolve-se mais facilmente se for vestida de comédia e se deixarmos os dramas para outro cenário...


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Run, Forest, run...

08.08.11
Hoje quando me vi ao espelho no balneário do Jamor pensei "olha, já percebi porque é que a nutricionista diz que perdi centímetros"... Barriga mais pequena (acho que só mesmo eu é que noto!), rabo quase na mesma. Mas o ânimo é logo outro. Tanto é que hoje corri. Para já, a companhia. Alinhei no desafio feito por uma leitora aqui do tasco e lá fomos. Ela, coitada, cheia de vontade e eu já em gestão de recursos disponíveis. Ainda assim, andámos por lá uns 5kms. Desses foram os primeiros 600m a correr, depois uns 500m a andar, mais 700m a correr (histórico: eu, em piso plano, correr 700m!), mais uns 500m a andar, mais 500m a correr e o resto a andar e a conversar e a conversar e a conversar. E com uns abdominais pelo meio, só por causa das coisas. A ideia era fazer uma hora. Fizemos mais de hora e meia...

Eu gostei muito. É realmente melhor correr com companhia. E com uma companhia que puxa por nós e que é boa onda é ainda melhor. Gostei muito! A repetir, já esta semana!

[E o meu pé, gentilmente torcido pela dona-montada-nuns-saltos, só acusou o toque durante uns 30 metros. Depois foi ao sítio e não me deu chatices. E assim que voltei aos sapatos rasinhos-rasinhos (os ténis têm uma alturazita) os meus gémeos gritaram logo! Deve ser bom sinal... digo eu...]


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Mau

08.08.11
Ontem, findo o FCP-Guimarães, meti o comando a trabalhar num zapping rápido. Parei na TVI. Uma Rita Pereira desengonçada, tonta, que não nasceu, definitivamente, para apresentar programas, tentava fazer piadas de coisas que não têm piada nenhuma (nada naquele programa era capaz de bater o penteado de um tal de Marcos, concorrente da coisa). Aquela voz meio caverna a ajeitar o discurso é coisa que mói quem está deste lado. Tudo mau naquele programa. A Fátima Lopes a desfiar elogios, sem perceber grande coisa do assunto; o Luís Jardim no seu estilo "pagam-me para dizer bem"; a Rita Guerra com umas argolas de segurar periquitos de meter medo (tão 1994, caracinhas). E a Rita Pereira, má, má, má - já tinha dito?

A sério, TVI, dediquem-se ao que sabem realmente fazer: novelas e programas com o Goucha e com a Cristina Ferreira. Ou chamem-nos a eles para apresentar estas coisinhas decadentes tão próprias de uma silly-season que dura várias épocas...


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Xunga Ghetto Style Yô

05.08.11
Viver na linha de Sintra tem coisas muito, muito más. Como ver/ouvir, diariamente, um monte de miúdos (adolescentes parvos) a fálár ássim, tázá vêr, mánu, qui fálár ássim é um istilo do cáraçás, mánu, yô, somos fixis, somos dreads, somos xungas. 

E faz-me mais confusão ainda quando vejo miúda bonitas com um ar muito manhoso, muito bairro de lata. E obrigo-me a parar de pensar, porque não sei o que me espera (com dois filhos pequenos... you just never know)...


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Mais uma...

04.08.11
Hoje, numa bomba da BP, na caixa para pagar. Conta: € 20,03. Entrego € 20,05. E passa-se o seguinte diálogo (depois de a empregada ter esperado que eu encontrasse uma moeda de € 0,05):

Eu: aqui tem.
Empregada, pegando no dinheiro e pondo-o na caixa, e dando-me apenas a factura para a mão, sem me dar o troco: não tenho é dois cêntimos para lhe dar.
Eu: e... como é que quer fazer?

A empregada abriu os olhos de espanto perante a minha resposta. Deve ser normal comer e calar, ali por aquelas bandas. Ficou sem saber o que fazer... até que andou aí uns setenta centímetros para a direita e disse à colega que estava na outra caixa um "dá aí dois cêntimos para dar a esta senhora". Deu-mos, eu agradeci e fui-me embora, incrédula.

Não acho normal. Não acho normal que vão ficando assim com o dinheiro das pessoas. Para mim, são só dois cêntimos. Para a BP, ao fim de um dia, devem ser umas largas centenas de euros, só nesta trafulhice dos trocos, do "ah, então deixe estar". A tipa não se dispôs a aceitar o pagamento de apenas € 20,00 (que, no limite e caso não tivesse mesmo trocos, era o que tinha a fazer visto que eu, enquanto cliente, não tenho culpa que ela não tenha trocos na caixa). Mas aceitou os cinco cêntimos sabendo que não tinha troco...

Lamento, mas nestas coisas não me comem por parva. Era só o que faltava...!


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