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E o Globo de Ouro vai para...

31.05.11
Já ganhou!




(Jasus... mas ninguém disse à senhora que o modelito é inconcebível e que ela fica com ar de saca de batatas meets cortinados da Scarlett O'Hara?)



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Busy (for me)

30.05.11
Não, nada a ver com a música da Áurea (que ontem estava muito nomeada e só levou um Globo - merecido). É o meu dia mesmo.

Médico
Assuntos pessoais
Fotografias
Prints
Molduras
Arranjos de costura
Costuras (vezes 7 peças que tenho para fazer)


Vai ser um dia loooongo...


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Fim-de-semana campestre

28.05.11
Se calhar foi por me ter batido aquela coisa de "eu era menina para viver no campo". Se calhar foi por estar cansada da vida-na-cidade, mesmo estando de licença de maternidade. Se calhar foi por estar farta de viver numa rua que é um túnel de vento, onde a temperatura é sempre aí menos uns 6º do que em Lisboa (e sim, isso chateia). Se calhar nem foi por nada disto. Mas decidi vir de fim-de-semana para a terra dele e estou a adorar. Está um tempo bestial (tirando a trovoada e a carga de água de hoje de manhã), isto está um sossego pegado. Muito bom mesmo. Ficava cá mais duas semanas. Entre limpar a casa, arrumar a cozinha e tratar dos miúdos, sobra-me tempo para ler, para crochetar, para pegar no computador e vir à net três casas acima da nossa. Agora apetecia-me pegar na bicicleta e ir andar uns 10k, mas não arrisco (miúdo que precisa de mama oblige). Assim sendo, vou continuar a lagartar. E apetece mesmo dizer

que bem que se está no campo!

(A parte má: ele ficou em Lisboa, a trabalhar...)


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Yellow

27.05.11

Gostamos de amarelo. Just because.


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No facebook

27.05.11
Alinhem.


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Respostas

26.05.11
Não sou ambiciosa. Nunca fui. Nunca achei que o meu caminho fosse por uma carreira de topo, cheia de cargos e promoções e isenções de horários e quejandos. Sempre soube que isso não me preencheria. Sou muito de me deixar levar por desafios, mas o desgaste não se coaduna comigo. No fundo, sou uma miúda simples. Descobri, inclusive, que era capaz de me dar bem a viver no campo. Qualquer coisa ali para os lados das Caldas estaria óptimo. Não sendo essa a minha realidade, percebi que preciso de simplificar.

Deixou de fazer sentido para mim toda esta obsessão com a imagem que se vive nos tempos que correm. Deixou de fazer sentido viver para o que está fora do meu núcleo. Não, não me vou "eremitar" nem viver para debaixo de uma pedra. Mas tenho-me sentido tão inspirada por pessoas que vivem de forma simples que tem sido uma descoberta boa.
Descobri, por exemplo, que não me importava nada de passar a ser uma stay-at-home-mom, daquelas que organiza o dia em torno das boleias que tem que dar aos filhos. Não me importava nada de ficar com o meu filho em casa até ele ter 3 anos.

Ando a despejar os bolsos. Tudo o que me pesa, sai. Tudo o que não me é essencial nem me faz feliz, sai. Tudo o que não me acrescenta nada, sai. Nada de grave nem de radical. Não mudei assim tanto. Continuo a ser a mesma pessoa de sempre. Mas a vida ensina-nos a separar o essencial do acessório e é bom, muito bom, quando isso acontece.

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Uma saia simples

19.05.11
Uma saia que demora meia hora a fazer (e sei de quem demore exactamente 12 minutos a fazê-la). Foi a primeira. A próxima vai demorar ainda menos tempo.



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Sobre esta paixão pela costura

18.05.11
A minha mãe foi costureira muitos anos. Costurava para o Augustus, para a Casa Africana e para mais umas quantas marcas. Lembro-me de ser miúda e de a minha mãe me fazer roupa. Na altura, era costume estrear roupa em três ou quatro alturas do ano: no Natal, no aniversário, na Páscoa e na festa de verão da aldeia dela. Pelo menos nestas quatro ocasiões era garantido: blusas, calções, vestidos, tops novos. Um delírio. Eu adorava tudo: ir com ela escolher os tecidos, inventar modelitos (que ela NUNCA seguia à risca, o que originava sempre briga), provar, ajudá-la a tirar alinhavos e o dia da estreia, em que me pavoneava orgulhosíssima daquela preciosidade que era modelo único.

Nas férias do verão ia perto de um mês para casa de uma tia minha, também costureira, e havia sempre pelo menos uma peça de roupa nova, feita por ela, igual para mim e para a minha prima Zé. Adorávamos. Sentíamo-nos únicas, mesmo quando a roupa seguia moldes da Burda.

É exactamente isso que quero fazer sentir à minha filha. Ela já percebeu que tem uns vestidos especiais que foi a mãe que fez. Gosta de tudo menos que eu lhe peça para estar quieta para a poder medir (por isso ontem subornei-a para estar sossegada cinco minutos, para eu poder tirar todas as medidas possíveis e imaginárias e não ter que andar sempre a chateá-la.

É isto que quero fazer outras pessoas sentir: que têm uma peça única, feita com amor, com tempo, com dedicação, com atenção aos pormenores. Porque, para mim, a costura é criatividade e carinho. Apenas isso.


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Do things right

18.05.11
Sabemos que estamos a fazer as coisas bem quando nos dizem coisas como esta. Quando quem o diz é uma pessoa sincera, verdadeira, sem máscaras, daquelas pessoas que eu sei que diz o que tem a dizer e não anda cá com paninhos quentes, não tenho por que duvidar.

E a expressão "quem meus filhos beija, minha boca adoça" não podia ser mais adequada.

E é também pela forma como ela trata os meus filhos, especialmente a minha filha, por ser mais interactiva, que eu tenho a certeza de que um dia ela vai ser uma excelente mãe.


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Flexibilização

17.05.11
A minha vida não é exemplo para ninguém. Tenho um marido que trabalha uma média de 14 a 16 horas por dia (e trabalha mesmo, não fica por lá a ver o ar passar-lhe à frente) e que, quando chega a casa, conta os minutos para se poder ir deitar. Portanto, não pode fazer muito em casa, nem eu lho posso exigir.

No meu caso, a flexibilização é a solução para os meus problemas. Porque agora estou em casa e asseguro bem as coisas (e sim, tenho tempo para ter hobbies), mas quando for trabalhar vai ser complicado. Vou viver a contra-relógio, sempre com um tic-tac a martelar-me a cabeça e a dizer-me que tenho que me despachar para ir buscar os meus filhos, que tenho que me despachar para fazer o jantar, que tenho que me despachar a passar a ferro, que tenho que me despachar a deixar prontas as coisas do dia seguinte, que tenho que me despachar a dormir, que tenho que me despachar de manhã, que tenho que me despachar a despachar os miúdos, que tenho que me despachar a deixá-los, que tenho que me despachar a chegar ao trabalho, que tenho que despachar assuntos, que tenho que me despachar a almoçar, se quero despachar-me a horas de começar tudo isto outra vez. E só de escrever fiquei cansada.

Ninguém gosta de trabalhar angustiado. Ninguém gosta da sensação de passar a vida sem motivação, a contar os minutos para estar a milhas dali, noutro lugar qualquer. Ninguém gosta de ser infeliz.

Uma empresa onde as pessoas trabalham com vontade, porque sabem que são respeitadas enquanto pessoas e não apenas enquanto produtoras de qualquer coisa, é uma empresa mais bem sucedida, onde as pessoas se sentem bem, onde sentem que são recompensadas pelas horas, pelo esforço que dão à empresa.
No fundo, é fácil motivar as pessoas. Basta dar-lhes o que é seu por direito. Um trabalho não é um favor que a empresa faz ao empregado. É uma dinâmica de troca: a empresa dá e recebe, o empregado dá e recebe. Os trabalhadores não têm que sentir que lhes está a ser feito um favor quando usufruem dos seus direitos, sejam eles quais forem. E as empresas também não têm que sentir que o empregado que cumpre horários, que cumpre o que lhe pedem e que executa as suas tarefas está a fazer um favor. Não está, é pago para isso.

Outra coisa: instituiu-se que esta coisa de trabalhar das nove às seis é porreira. Uma estupidez. Então um país que tem 900km de costa marítima (logo, praias), que tem bom tempo durante metade do ano, acha que este horário-tipo faz alguém feliz? Os nórdicos, como têm aquela condição de viverem de noite nove meses por ano, resolveram - e bem - adaptar o trabalho a isso. Trabalha-se das oito às dezasseis ou das sete às quinze. Oito horas, como cá. Sem hora de almoço - é engolir qualquer coisa, uma sandes, por exemplo, e seguir. E às quatro da tarde estão livres para ir buscar os filhos e viver a rotina do dia a dia que, julgo, é igual em todo o lado: banhos, jantar, cama. Ou, no caso de quem não tem filhos, às quatro da tarde estão livres para ir ler um livro, ver um filme, o que for. Então não era de um país como o nosso deixar a preguiça de lado e aproveitar o tempo? Com um horário destes (real, cumprido, e não um horário daqueles que é assim no papel e depois na realidade é outra coisa qualquer - como os bancos, que toda a gente sabe que não funcionam só das oito às quatro), começaríamos a trabalhar mais cedo mas ficaríamos livres mais cedo. Aproveitávamos mais o tempo, produzíamos mais, vivíamos mais. Mas cá o que impera é o culto da lanzeira: duas horas de almoço, vinte e cinco pausas para cigarros e café por dia, mais o lanche, mais o segundo pequeno-almoço, mais...

Daqui a vinte anos não quero sentir que não vivi a infância dos meus filhos porque estive barricada a trabalhar. Sim, o trabalho é importante. Mas, para mim, o mais importante é a minha família. E, se um dia tiver uma empresa, o mais importante há-de continuar a ser a minha família e as famílias das pessoas que trabalharem comigo. Eu não vivo para trabalhar, trabalho para viver. E isto não tem que ser ofensivo para ninguém.

Agora ide. Ide ver como vai a revolução!


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With a little bit of this...

16.05.11


... and a little bit of that...

Comprei este tecido (que adorei) sem saber em que é que o iria utilizar. Morreu numa túnica. Foi a primeira coisa que fiz sem supervisão da mestre costureira (mamãe, claro). Deu-me ainda mais gozo por isso. Por isso e porque a pensei e fiz sem seguir modelos. Sim, o decote é igual ao do vestido anterior, mas a parte de baixo não. Pensei no que queria e pensei em como fazê-lo. Não é rocket science, está com certeza explicado por essa net fora, mas eu não fui pesquisar. Portanto, isto também é um exercício de resolução de problemas (e de criatividade, pronto). Resta saber se assenta bem à dona, que ainda não a provou depois de pronta.

A seguir? A seguir umas coisas para a minha cozinha, que é a divisão da casa mais impessoal e de que eu menos gosto, neste momento. E precisa de vida. E vai tê-la.



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WIP

13.05.11
A segunda peça de vestuário, prestes a sair das minhas mãos...


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Passo a passo

13.05.11
Contínua a encantar-me a forma como isto...
 se transforma nisto...


(E sim, são os mesmos tecidos... fotografados a horas diferentes do dia.)


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Nos entretantos...

10.05.11
Entretanto um miúdo adoentado que já melhorou, uma miúda que descobriu que adora pintar (e que é capaz de ficar uma ou duas horas de pincel em riste, a pintar com aguarelas), uma mãe que apanhou um susto que não passou disso mesmo (mas que vai meter uma intervenção cirúrgica), uma máquina de costura que deve estar por aí a estalar, várias coisas quase terminadas, quase prontas a fotografar e a pôr no sítio.

Entretanto uma vida que vai correndo...


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Das coisas que eu odeio mesmo

06.05.11
Bebés doentes. Odeio. Detesto ter que andar a pôr supositórios no miúdo, que anda a lutar com uma febre desde ontem. Não gosto. Ele também não, o que faz com que eu goste ainda menos...


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Tokyo

04.05.11




Aqui.


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Apelo

03.05.11
Para a La Sailve: surgiu-nos um post sobre a realidade norueguesa e, como a conheces de perto, queríamos saber se te importavas de comentar o post. Está aqui: http://revolucionarparaflexibilizar.blogspot.com/2011/05/conciliacao-noruega.html

Obrigada!


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24

02.05.11
9 anos de buscas incessantes. Muitos agentes mortos nos EUA, no Afeganistão, no Paquistão, na Arábia Saudita. Muitas pistas falsas.
Zero horas.
9 anos depois, um sobrinho de Bin Laden, entretanto capturado no norte do Paquistão, dá uma pista importante acerca da localização do terrorista mais procurado de sempre. Várias equipas de agentes secretos e soldados seguem a pista.
Duas e treze da manhã.
Encontram o esconderijo. Preparam uma emboscada. Três e vinte e sete. Parte da equipa é capturada pela segurança de Bin Laden. O líder da Al-Qaeda continua sem ser encontrado, embora se acredite que está naquela casa, completamente insuspeita na paisagem.

Seis e quarenta e nove. Jack Bauer chega, vindo do Afeganistão, onde estava há um ano, infiltrado. Com a ajuda de Chloe, a sempre fiel técnica informática, consegue entrar no bunker. Sete e quinze. Perdem a comunicação porque um dos satélites é violado. Jack Bauer, sozinho no ninho de víboras que acolhe Bin Laden. Entretanto ferido por um dos membros da segurança de Bin Laden (que liquida imediatamente), Bauer tenta encontrar o terrorista.

Onze e trinta e quatro. Numa sala escura, Bin Laden sentado no chão. Jack Bauer por trás dele, depois de ter morto os sete homens que estavam plantados à porta. Empunhando a arma com que já matara dezenas de malfeitores, Bauer aproxima-se de Bin Laden. Estão sozinhos naquela sala. Bin Laden está desarmado. Bauer surpreende-o. Bin Laden tenta reagir, Bauer incapacita-o. Treze e dezassete.

- You're done. From now on, it's liberty and justice for all.

E dispara, acertando na testa de Bin Laden, que cai para o lado, morto. Catorze e quarenta. Entretanto Chloe consegue recuperar o satélite e volta a comunicar com Bauer, que lhe pede que ligue de imediato a Obama. Chloe pergunta o que aconteceu, Bauer diz-lhe que não há tempo, ainda está dentro do bunker de Bin Laden e há discípulos dele por toda a casa. Chloe liga a Obama. Quinze e vinte e nove.

- Mr.President, Bin Laden is dead.
- When did this happen, Mr. Bauer?
- Just now, sir.
- Are you in safety?
- I'm not sure, sir. I'll get myself out of here. We need someone to come get his body.
- Are you alone there?
- No, sir. There are two tactical teams in the compound but I don't have visual contact with them.
- Do you have a way of getting them there?
- I can try.
- Do that, Jack. And thank you. You have sirved America and saved us from harm.
- You're welcome, Mr. President. It's been a pleasure.

Jack pede ajuda a Chloe para contactar as equipas tácticas. Dezassete e nove. Chloe contacta-as e consegue que dois agentes cheguem até ao bunker onde está Jack Bauer. Vinte e trinta e um. Os três conseguem retirar o corpo de Bin Laden. Onze e quarenta e cinco. Na saída norte, um helicóptero prepara-se para aterrar. Os agentes sobem com o corpo de Bin Laden e o helicóptero desaparece no horizonte. Zero horas.

[Que me desculpe a humanidade, mas, para mim, foi assim que Bin Laden morreu: às mãos de Jack Bauer, o meu personagem de acção preferido.]

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